Luiza Brunet, aos 63 anos, luta incansavelmente pelos direitos das mulheres e refugiados, destacando a urgência da liberdade e dignidade em sua trajetória de superação e ativismo. Ela compartilha sua experiência de violência doméstica e seu compromisso em dar voz às silenciadas, participando de conferências internacionais e apoiando mulheres em situações de tragédia no Brasil.

Luiza Brunet, ativista pelos direitos das mulheres e refugiados, tem se destacado em conferências internacionais, levando sua mensagem de apoio a mulheres silenciadas e refugiados. Recentemente, ela tem atuado em situações de tragédia no Brasil, ressaltando a urgência da luta pela liberdade e dignidade das mulheres, especialmente em um contexto de fome e desigualdade.
Brunet, aos 63 anos, compartilha sua trajetória de superação, que começou em sua infância em Itaporã, no Mato Grosso do Sul, onde vendia bico de garrafa. Filha de uma costureira e de um agricultor, ela sempre valorizou o trabalho como um meio de dignidade e transformação. Sua vida mudou em 2016, quando se tornou uma sobrevivente da violência doméstica, experiência que a motivou a dar voz a outras mulheres que enfrentam situações semelhantes.
Desde então, Brunet tem participado de audiências na Organização das Nações Unidas (ONU), no Parlamento Europeu e em conferências sobre direitos humanos em diversos países, incluindo Alemanha, Suíça, Argentina e Portugal. Ela também foi convidada a falar sobre o papel do esporte no combate à violência de gênero, destacando a importância de ouvir e apoiar as mulheres em situação de vulnerabilidade.
Além de seu trabalho com mulheres, Brunet abraçou a causa dos refugiados, visitando comunidades em países como Venezuela e Itália. Ela encontrou mulheres que, apesar de terem perdido tudo, mantêm sua força e resiliência. No Brasil, Brunet tem se dedicado a apoiar famílias de refugiados de diversas nacionalidades, reconhecendo a dor e a beleza da resistência que elas carregam.
Nos últimos anos, Brunet também esteve presente em momentos de tragédia no Rio Grande do Sul, oferecendo apoio a mulheres afetadas por enchentes. Ela testemunhou como as mulheres, especialmente as de baixa renda, são fundamentais para a sobrevivência de suas famílias, mesmo em situações de abandono e desamparo.
O ativismo de Luiza Brunet é impulsionado por um compromisso genuíno com a justiça social. Sua mensagem é clara: "onde houver uma mulher ferida, ali é meu lugar". A luta por direitos e dignidade é uma responsabilidade coletiva. A união da sociedade civil pode fazer a diferença na vida de muitas mulheres e refugiados, promovendo ações que garantam apoio e visibilidade a essas causas.

A Banca do André, na Cinelândia, enfrenta riscos de fechamento após desentendimentos com a sub-prefeitura, mas melhorias e um festival de cinema estão sendo prometidos por autoridades locais.

A OPAS, em parceria com o Ministério da Saúde e o ITpS, promoveu a segunda edição da oficina sobre vigilância laboratorial em Fortaleza, reunindo 34 profissionais de diversos estados. O evento visou fortalecer a Rede de Laboratórios de Saúde Pública do SUS, compartilhando boas práticas e inovações.

A prefeitura do Rio de Janeiro lançou o programa Reviver Centro Patrimônio Pró-Apac, que visa recuperar imóveis degradados com subsídios de R$ 3.212 por metro quadrado. O prefeito Eduardo Paes destacou a importância da iniciativa para revitalizar o Centro Histórico e garantir a segurança do patrimônio e da população.

O programa Agora Tem Especialistas integrará dados do Sistema Único de Saúde (SUS) e da saúde suplementar, permitindo acesso unificado ao histórico clínico dos cidadãos a partir de outubro. A iniciativa, anunciada pelo ministro da Saúde, Alexandre Padilha, e pela diretora-presidente da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), Carla de Figueiredo Soares, visa melhorar a qualidade do atendimento e a gestão de recursos na saúde pública. A expectativa é que o volume de dados na Rede Nacional de Dados em Saúde (RNDS) dobre, promovendo mais eficiência e transparência.

Governo e Justiça intensificam ações de memória sobre a ditadura militar no Brasil, com mapeamento de locais de repressão e renomeação de ruas. Especialistas destacam a importância dessas iniciativas para a sociedade.

Rodrigo Souza, instrutor cadeirante, promove a ioga acessível, beneficiando pessoas com deficiência e idosos. Ele já treinou 200 professores no Brasil, ampliando a prática para todos os corpos.