O presidente Luiz Inácio Lula da Silva criticou a ausência do governador Tarcísio de Freitas em evento na Favela do Moinho, onde lançou ação habitacional para quase 900 famílias. Lula questionou a tentativa de remoção das famílias e destacou a importância do governo federal no apoio à comunidade. Enquanto isso, o governo enfrentou uma derrota no Congresso com a derrubada de um decreto sobre o IOF, mas o ministro Márcio Macêdo minimizou a situação, afirmando que a verdadeira perda é para o país.

O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, criticou o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, durante um evento na Favela do Moinho, onde lançou uma ação habitacional para quase novecentas famílias. Lula expressou descontentamento pela ausência do governador, que estava em outro compromisso, e ressaltou a importância da presença do governo estadual em iniciativas que visam atender a população de baixa renda.
O evento, que contou com a presença de ministros do governo federal, foi uma oportunidade para Lula reafirmar o compromisso do governo com as famílias da favela. Ele declarou: “O governador foi convidado para vir aqui... agora vocês estão sob os cuidados do governo federal e nós vamos respeitar vocês”. Essa declaração enfatiza a intenção do governo federal de atuar em parceria com a gestão estadual, apesar da ausência do governador.
Além de criticar a falta de apoio do governo paulista, Lula abordou a tentativa de remoção das famílias da favela, destacando a necessidade de proteção aos moradores. Ele mencionou uma portaria assinada pela ministra Esther Dweck, que visa garantir a permanência das famílias no local, evitando ações policiais que possam resultar em despejos.
Em meio a esse cenário, o governo federal enfrentou uma derrota no Congresso com a derrubada de um decreto que aumentava o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF). O ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Márcio Macêdo, minimizou a situação, afirmando que a derrota representa um retrocesso para a justiça tributária no país, já que o aumento do imposto visava atingir apenas uma pequena parcela da população.
O evento na Favela do Moinho, além de ser um lançamento de ação habitacional, também serviu como um espaço para Lula criticar a postura do governo estadual em relação às questões habitacionais. A presença de ministros como Esther Dweck e Fernando Haddad reforçou a importância da ação federal em áreas vulneráveis, onde a população enfrenta dificuldades significativas.
Essa situação evidencia a necessidade de mobilização social para apoiar iniciativas que visem melhorar as condições de vida nas comunidades carentes. A união da sociedade civil pode ser fundamental para garantir que projetos habitacionais e sociais sejam implementados, beneficiando aqueles que mais precisam de apoio e assistência.

O Supremo Tribunal de Justiça (STJ) tornou obrigatória a assistência jurídica da Defensoria Pública para mulheres vítimas de violência doméstica, garantindo representação automática no processo. Essa decisão, que amplia a proteção já prevista na Lei Maria da Penha, assegura que as vítimas tenham apoio legal desde a abertura do processo, sem depender de iniciativa própria. A medida também se aplica a casos de feminicídio, permitindo que a família da vítima seja representada no tribunal do júri. A defensora Thais Lima destacou que essa mudança é histórica e essencial para garantir os direitos das mulheres em situações de violência.

A Selfit Academias encerrou o contrato de um casal após agressões transfóbicas contra a personal trainer Kely Moraes em Recife. A academia reafirma seu compromisso com um ambiente seguro e acolhedor.

Vereadores de Belém, Lulu das Comunidades e André Martha, trocaram debates por um combate de boxe no The King Fight, com Lulu vencendo e André doando 50 cestas básicas à comunidade do vencedor.

Defensoria Pública de São Paulo recomenda afastamento da equipe de segurança do shopping Pátio Higienópolis após casos de racismo contra jovens negros. Ação busca reparação e evento sobre direitos.

Célia Leão, ex-deputada e defensora dos direitos das pessoas com deficiência, foi impedida de embarcar em voo da GOL por causa de sua almofada ortopédica, gerando protestos e atrasos. Após ser retirada do avião em Buenos Aires, Célia e seu marido conseguiram autorização para usar a almofada, mas chegaram a Guarulhos mais de 28 horas depois do previsto. Ela denunciou a situação como inaceitável para pessoas com deficiência.

O Senado aprovou a permanência da renúncia fiscal da Lei de Incentivo ao Esporte, aguardando sanção do presidente Lula. A medida pode fortalecer projetos esportivos e aumentar investimentos no setor.