Mel Maia concluiu as filmagens de "Apenas 3 Meninas", um longa que aborda a pobreza menstrual e a luta por direitos básicos. A atriz interpreta Amora, uma jovem que enfrenta desafios familiares e sociais.

Mel Maia concluiu as filmagens de "Apenas 3 Meninas", um longa-metragem dirigido por Susanna Lira, que aborda a pobreza menstrual. A produção, inspirada em fatos reais, é realizada pela Panorâmica Filmes e conta com a supervisão artística de Mara Lobão e Rodrigo Montenegro. O filme narra a história de três adolescentes do Rio de Janeiro que lutam pela aprovação de uma lei que garante a distribuição gratuita de absorventes.
A atriz interpreta Amora, uma jovem que enfrenta desafios familiares e sociais, assumindo responsabilidades em um lar com ausência materna e um ambiente predominantemente masculino. Mel destaca a importância do filme, afirmando que "a pobreza menstrual ainda é um tabu, e acredito que esse filme pode se tornar uma grande referência para muitas meninas".
O roteiro é assinado por Keka Reis, com consultoria de Julia Lordello. Além de Mel, o elenco conta com Letícia Braga e Lívia Silva, que também interpretam personagens que refletem a força feminina em situações de vulnerabilidade. A narrativa busca provocar empatia e diálogo sobre desigualdade social e direitos básicos.
Mel Maia descreve a construção de sua personagem como um processo intenso e transformador, ressaltando que Amora é uma figura forte e emocionalmente carregada. O longa-metragem visa não apenas entreter, mas também gerar reflexão sobre questões sociais relevantes.
Com a crescente discussão sobre a pobreza menstrual, "Apenas 3 Meninas" se destaca como uma obra que pode inspirar mudanças significativas. A luta das protagonistas representa a busca por dignidade e direitos básicos, temas que precisam ser amplamente debatidos na sociedade.
Iniciativas como essa merecem apoio e atenção da sociedade civil. A união em torno de causas sociais pode fazer a diferença na vida de muitas meninas que enfrentam a pobreza menstrual. É fundamental que a comunidade se mobilize para garantir que todos tenham acesso a direitos básicos e dignidade.

Edital de licitação para a retomada da obra do Hospital Universitário da Universidade Federal de Juiz de Fora (HU-UFJF) foi publicado, com investimento de R$ 234 milhões e conclusão prevista em 36 meses. A reitora da UFJF, Girlene Alves, e o superintendente do HU, Dimas Araújo, destacaram a importância do novo hospital para o Sistema Único de Saúde (SUS), que contará com 377 leitos e serviços ampliados.

O Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS) ampliou o Programa Bolsa Família (PBF) para incluir novas categorias de famílias vulneráveis. A medida, prevista na Portaria 1.907, visa fortalecer a proteção social e a segurança alimentar, com pagamentos a partir de julho de 2025.

A deputada Erika Hilton protocolou ofício ao Conselho Nacional de Educação para regulamentar cotas para pessoas trans e travestis, diante de ameaças judiciais a essas políticas. A proposta visa garantir segurança jurídica e a continuidade das cotas em universidades públicas.

A deputada Jandira Feghali lança o livro "Cultura É Poder" e se torna relatora de projeto que regulamenta serviços de streaming no Brasil, enfrentando desafios no diálogo com o Ministério da Cultura.

O Sebrae lançou o programa Sebrae Delas, que oferece capacitação gratuita para mulheres empreendedoras, com mais de 11 mil vagas em cursos e o Prêmio Sebrae Mulher de Negócios, já premiando cerca de 200 mulheres.

O Hospital Mont Serrat, em Salvador, é o primeiro do SUS dedicado a cuidados paliativos, oferecendo atendimento humanizado e focado na qualidade de vida de pacientes com doenças graves. A instituição, que funciona em um casarão do século 19, destaca-se pela abordagem centrada no paciente e na família, promovendo conforto e dignidade nos momentos finais.