O Ministério da Saúde inaugurou duas novas Unidades Básicas de Saúde Indígena no Território Indígena do Xingu, em Mato Grosso, e entregou sistemas de abastecimento de água, beneficiando milhares de indígenas. As UBSIs, localizadas em Sobradinho e Ilha Grande, representam um avanço significativo na saúde primária e no acesso à água potável, com investimentos totais de R$ 10,4 milhões.

O Ministério da Saúde inaugurou, no dia dezenove de agosto, duas novas Unidades Básicas de Saúde Indígena (UBSIs) no Território Indígena do Xingu, em Mato Grosso. As unidades estão situadas nas comunidades de Sobradinho, vinculada ao Polo Base Diauarum, e Ilha Grande, vinculada ao Polo Base Pavuru. Essas inaugurações atendem a demandas históricas das comunidades indígenas e marcam um avanço significativo na atenção primária na região.
As novas UBSIs contarão com equipes de Saúde da Família e de Saúde Bucal, beneficiando diretamente milhares de indígenas. Além disso, foram entregues oito sistemas de abastecimento de água, que atendem comunidades do Alto, Médio e Baixo Xingu. As ações incluem a construção de Sistemas de Abastecimento de Água (SAA), com investimento total de R$ 4,1 milhões, e serviços de manutenção em sistemas existentes, totalizando R$ 6,3 milhões.
Esses investimentos visam ampliar o acesso à água potável e melhorar as condições de saúde e qualidade de vida nas aldeias. O secretário de Saúde Indígena, Weibe Tapeba, destacou que as entregas representam o compromisso do ministro Padilha e do presidente Lula com a saúde indígena, ressaltando que os atendimentos na região aumentaram em mais de oitenta por cento e o orçamento cresceu mais de mil por cento em relação a 2022.
As novas unidades possuem infraestrutura moderna e equipada, com salas de curativo e sutura, espaços para agentes indígenas de saúde e saneamento, além de alojamentos climatizados e banheiros adaptados. Cada UBSI está equipada com itens essenciais para o atendimento, como detectores de batimento fetal, otoscópios e medidores de pressão arterial.
Em Sobradinho, o investimento na nova unidade foi de R$ 702.733,44, e a equipe de saúde será composta por dois enfermeiros, um médico, dois técnicos de enfermagem, um cirurgião-dentista, entre outros. Em Ilha Grande, a reforma e ampliação da UBSI custaram R$ 433.044,86, com uma equipe maior, incluindo quatro enfermeiros e quatro técnicos de enfermagem.
Além das UBSIs e sistemas de abastecimento, o Ministério da Saúde tem ampliado ações de saúde no Xingu, como o acompanhamento nutricional de crianças menores de cinco anos, que aumentou de mil cento e trinta em 2022 para mil cento e noventa em 2024. A união da sociedade civil pode ser fundamental para apoiar iniciativas que promovam a saúde e o bem-estar das comunidades indígenas, contribuindo para um futuro mais saudável e justo.

GDF acolhe 44 pessoas em situação de rua e desconstitui 20 estruturas precárias, oferecendo serviços públicos e auxílio financeiro de R$ 600. Ação ocorre em várias regiões do DF.

O Ministério da Saúde e a Fiocruz Brasília lançaram o “Projeto Territórios Saudáveis e Sustentáveis”, com R$ 24 milhões para formar lideranças comunitárias em oito estados do Norte e Nordeste. O projeto visa integrar saberes populares e científicos, promovendo a saúde e a participação no Sistema Único de Saúde (SUS).

A Fundação Educacional Lucas Machado (Feluma), a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) e o Ministério da Saúde do Brasil realizaram um seminário em Belo Horizonte sobre inovações na atenção especializada. O evento, que ocorreu nos dias 8 e 9 de maio de 2025, reuniu profissionais de saúde do Brasil e Chile, visando fortalecer a integralidade do cuidado no Sistema Único de Saúde (SUS). Cristian Morales, representante da OPAS e da Organização Mundial da Saúde (OMS), enfatizou a importância da atenção centrada nas pessoas e da inovação que vai além da tecnologia.

Após três anos de estudos na USP, os crânios de Maria Bonita e Lampião não tiveram DNA extraído, mas a família planeja um museu para preservar sua história e objetos pessoais. O acervo incluirá armas, joias e documentos.

O Projeto Mapear, em parceria com a PRF e a Childhood Brasil, registrou um aumento de 83% nos pontos de exploração sexual infantil, totalizando 17.687 locais em 2023-2024. O Nordeste lidera, mas a classificação de locais críticos caiu na região.

Influenciador digital Felca denuncia a exploração de imagens de crianças nas redes sociais, com vídeo que alcançou 28 milhões de visualizações e apoio político para proteção da infância online. A prática de "sharenting" expõe crianças a riscos, exigindo maior conscientização sobre privacidade e segurança.