O Ministério das Mulheres, em colaboração com a Universidade de Brasília, lançou um curso online sobre o 'Protocolo Não é Não', visando capacitar estabelecimentos para proteger mulheres de assédio e violência. A iniciativa busca promover segurança em espaços de lazer, oferecendo treinamento e um selo de certificação. A professora Débora Diniz destaca a urgência do protocolo, dada a alarmante taxa de feminicídios e assédios no Brasil. A ministra Márcia Lopes enfatiza a importância de disseminar essa informação em todo o país.

O Ministério das Mulheres, em colaboração com a Universidade de Brasília (UnB), lançou um curso de capacitação sobre o 'Protocolo Não é Não' no dia 16 de maio de 2025. Esta iniciativa, resultante de uma lei sancionada em 2023, tem como objetivo proteger mulheres de assédio e violência em locais de entretenimento, como boates e casas noturnas. O protocolo assegura que as vítimas recebam apoio e possam denunciar agressões, além de exigir que os estabelecimentos tenham pessoal treinado para lidar com essas situações.
O curso, que será ministrado pela professora Débora Diniz, será online, gratuito e de curta duração, com a intenção de alcançar um público amplo em todo o país. Os estabelecimentos que participarem receberão um selo 'Não é Não - Mulheres Seguras' e certificação ao final do curso. A professora Diniz enfatiza a importância do protocolo para garantir não apenas a segurança das mulheres, mas também para proporcionar um ambiente de lazer livre de medo e intimidação.
Dados do Fórum de Segurança Pública revelam que, no Brasil, dez mulheres são vítimas de feminicídio diariamente, e mais da metade das mulheres já enfrentou algum tipo de assédio. Diniz destaca que o protocolo é uma resposta a essa realidade, permitindo que as mulheres desfrutem de momentos de lazer sem receios. A capacitação visa transformar a cultura de atendimento em espaços de entretenimento, promovendo um convívio mais igualitário e pacífico.
A ministra da Mulher, Márcia Lopes, participou do evento e expressou seu entusiasmo em contribuir para a construção de um ambiente mais seguro para as mulheres. Ela ressaltou a necessidade de disseminar informações e cuidados sobre o protocolo em todo o Brasil. A reitora da UnB, Rozana Naves, também comentou sobre a relevância do curso, que busca irradiar a mensagem de equidade e justiça social em diversas regiões do país.
O curso e o protocolo representam um passo significativo na luta contra a violência de gênero, promovendo a conscientização e a capacitação de profissionais que atuam em ambientes de lazer. As inscrições e materiais de apoio estão disponíveis no site circuitos.org.br, incentivando a participação de estabelecimentos e profissionais interessados em fazer a diferença.
Iniciativas como essa são fundamentais para transformar a realidade das mulheres no Brasil. A união da sociedade civil pode ser um fator decisivo para apoiar projetos que visem a segurança e o bem-estar das mulheres, contribuindo para um futuro mais igualitário e seguro.

Uma mulher em Campo Grande denunciou violência doméstica ao solicitar dipirona pelo telefone 190, resultando na prisão do agressor. Ela elogiou a rapidez do atendimento policial.

Homicídios de crianças até 4 anos aumentaram 15,6% em 2023, totalizando 170 casos, segundo o Atlas da Violência. A violência doméstica é a principal causa, exigindo políticas públicas urgentes.

Projeto de lei propõe centros de apoio 24 horas para mulheres vítimas de violência no DF. A iniciativa, do deputado Hermeto (MDB), visa oferecer atendimento especializado e acolhimento imediato, atendendo a uma demanda urgente na região. Os centros serão instalados em áreas com altos índices de violência, com equipes multidisciplinares disponíveis a qualquer hora.

O Projeto Mapear, em parceria com a PRF e a Childhood Brasil, registrou um aumento de 83% nos pontos de exploração sexual infantil, totalizando 17.687 locais em 2023-2024. O Nordeste lidera, mas a classificação de locais críticos caiu na região.

Adolescentes de áreas violentas de São Paulo percebem o mundo como mais injusto, afetando seu bem-estar psicológico e comportamento, segundo estudo do Núcleo de Estudos da Violência da FAPESP. A pesquisa destaca que a infraestrutura e o ambiente social moldam a crença na justiça, com implicações diretas na autoestima e motivação dos jovens.

Menina de oito anos em Ceilândia faleceu após inalar desodorante em desafio viral. Polícia investiga responsáveis e família busca ajuda financeira para funeral. Alerta para pais sobre riscos.