O Ministério das Mulheres, em colaboração com a Universidade de Brasília, inicia um curso online gratuito para capacitar trabalhadores de bares e restaurantes na aplicação do Protocolo "Não é Não", que visa combater assédio sexual.

O Ministério das Mulheres, em colaboração com a Universidade de Brasília (UnB), iniciará um curso online e gratuito nesta sexta-feira (16) para capacitar trabalhadores de bares e restaurantes na aplicação do Protocolo "Não é Não". Esta norma, sancionada pelo presidente Lula em dezembro de 2023, tem como objetivo combater a violência e o assédio sexual, especialmente em locais que vendem bebidas alcoólicas.
O Protocolo estabelece que as mulheres que sofrerem assédio devem ser "prontamente protegidas pela equipe do estabelecimento" para que possam relatar a situação de constrangimento ou violência. Além disso, a norma determina que a vítima deve ser imediatamente afastada e protegida do agressor. A legislação exige que os estabelecimentos tenham pelo menos uma pessoa treinada para agir conforme o protocolo.
O curso, coordenado pela professora Débora Diniz, faz parte da iniciativa "Circuitos Não é Não", que visa implementar a norma em todo o país. A capacitação é uma resposta direta à necessidade de criar ambientes mais seguros e acolhedores para as mulheres, especialmente em eventos públicos onde o consumo de álcool é comum.
Movimentos feministas têm pressionado por medidas mais eficazes contra a violência de gênero, e a implementação do Protocolo é um passo significativo nesse sentido. A capacitação dos trabalhadores é fundamental para garantir que as diretrizes sejam seguidas e que as vítimas recebam o suporte necessário em situações de assédio.
Além do curso, a iniciativa busca sensibilizar a sociedade sobre a importância de um ambiente seguro e respeitoso. A participação ativa de todos os envolvidos, desde os proprietários de estabelecimentos até os clientes, é crucial para o sucesso do Protocolo e para a construção de uma cultura de respeito e proteção às mulheres.
Iniciativas como essa devem ser apoiadas pela sociedade civil, pois a união pode fazer a diferença na luta contra a violência de gênero. Projetos que visam capacitar e educar são essenciais para transformar a realidade e garantir que todas as mulheres possam se sentir seguras em qualquer ambiente.

Torcida do Ceará homenageia o autismo com mosaico 3D e ações inclusivas durante jogo contra o Grêmio, destacando a importância da conscientização no Abril Azul.

O Hospital Albert Einstein lança a área GATE para desenvolver tecnologias que visam reduzir iniquidades em saúde, com projetos inovadores como VIGIAMBSI, integrando dados de saúde e saneamento em Distritos Indígenas.

Ministério da Saúde investirá em pós-graduação médica em áreas carentes, como patologia clínica e oncologia, e criará o Exame Nacional de Avaliação da Formação Médica (Enamed) para melhorar a formação de médicos.

Samir Xaud registrou sua candidatura à presidência da CBF, com Michelle Ramalho como vice, um marco histórico para a representação feminina na entidade. Ramalho enfatiza a necessidade de mais mulheres na gestão do futebol.

A Região de Saúde Norte do Distrito Federal lançou a terceira edição do Caderno de Experiências Exitosas em Atenção Primária à Saúde, destacando 15 práticas inovadoras, como telemedicina e uso de plantas medicinais. O evento, realizado na Universidade de Brasília, visa inspirar profissionais e melhorar o acesso e a qualidade do cuidado à saúde da comunidade.

Nesta sexta-feira, 27, a Caixa Econômica Federal realiza o pagamento da parcela de junho do Bolsa Família, com valor médio de R$ 666,01, e do Auxílio Gás, fixado em R$ 108. O programa alcançará 20,49 milhões de famílias, com um investimento total de R$ 13,63 bilhões.