O movimento ESG se consolida no Brasil, com setenta e um por cento das empresas adotando práticas sustentáveis, impactando positivamente a reputação e o engajamento com colaboradores e investidores.

O movimento ESG (Ambiental, Social e Governança) tem se consolidado no Brasil e no mundo, com um aumento significativo na adoção de práticas sustentáveis. Uma pesquisa realizada em 2024 pela Câmara Americana de Comércio revelou que setenta e um por cento das empresas estão implementando essas práticas, refletindo um engajamento crescente com colaboradores e investidores. Este cenário demonstra que o ESG deixou de ser uma mera tendência e se tornou uma realidade nas operações diárias das empresas.
As empresas que adotam práticas ESG, em sua maioria de porte médio ou grande, são responsáveis por quase meio milhão de empregos diretos e geram um faturamento superior a R$ 756 bilhões anuais. Os principais motivos para essa adoção incluem o impacto socioambiental positivo, mencionado por setenta e oito por cento dos entrevistados, e o fortalecimento da reputação de mercado, citado por setenta e sete por cento. Além disso, a relação com investidores e parceiros também se consolidou, com um aumento de sessenta e três por cento em 2024.
O engajamento com colaboradores também se destacou, subindo de trinta e três por cento em 2023 para sessenta e três por cento em 2024. No que diz respeito à dimensão social, as empresas estão investindo em capacitação (sessenta e cinco por cento), diversidade e inclusão (sessenta e um por cento) e políticas de remuneração justa (cinquenta e quatro por cento). Em relação às práticas ambientais, a reciclagem e o reuso de materiais foram adotados por cinquenta e quatro por cento das empresas, assim como a otimização do uso de recursos naturais.
Na área de governança, a pesquisa revelou que sessenta e sete por cento dos entrevistados implementaram códigos de ética e políticas anticorrupção. Políticas de transparência e governança foram adotadas por cinquenta e oito por cento, enquanto quarenta e três por cento possuem comitês e equipes focados em ESG. Esses dados demonstram um compromisso crescente das empresas com a responsabilidade social e ambiental, refletindo uma mudança significativa na cultura corporativa.
Apesar de um movimento anti-ESG emergente, que busca descredibilizar essas práticas, as pesquisas indicam que o tema está profundamente enraizado nas empresas de médio e grande porte. A adoção de práticas ESG não se limita apenas à oferta de produtos sustentáveis, mas envolve uma gestão integral que considera aspectos financeiros, sociais e ambientais. Isso é fundamental para que os negócios de impacto social e ambiental positivo possam prosperar e inovar.
O consumidor final também está cada vez mais consciente e busca produtos sustentáveis, com quatro em cada cinco consumidores considerando importante a atuação das empresas em questões ambientais e sociais. Essa demanda crescente por produtos sustentáveis representa uma oportunidade para que negócios de impacto integrem o ESG em todas as áreas da organização. Nessa perspectiva, a união da sociedade civil pode ser um motor para impulsionar iniciativas que promovam a sustentabilidade e a inclusão social.

Leis que proíbem produtos ultraprocessados em escolas melhoraram a alimentação de crianças, segundo estudo da Fiocruz e universidades. Cidades com regulamentações apresentaram melhor Índice de Saudabilidade.

A Secretaria de Saúde (SES-DF) readequou o box de emergência do Hospital da Região Leste (HRL) para aumentar segurança e conforto, com melhorias na estrutura e manutenção. A superintendente Malu Castelo Branco destacou que as intervenções são essenciais para um atendimento mais humanizado.

Comitê Regional das Instituições Financeiras Federais da Amazônia Legal é criado para acelerar investimentos na região. A Sudam lidera a iniciativa, que envolve bancos como o Banco da Amazônia e o BNDES, visando promover governança e transparência nos financiamentos.

A Secretaria de Saúde do DF lançou o curso “Nós na Rede” para capacitar 225 profissionais em saúde mental, com foco em cuidados a pessoas com transtornos mentais e em privação de liberdade. A formação, que se estenderá até fevereiro de 2026, é uma parceria com a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e busca aprimorar a atuação das equipes na Rede de Atenção Psicossocial (Raps).

Ordem de serviço de R$ 491,3 milhões foi assinada para duplicar a capacidade de bombeamento no Eixo Norte do Projeto de Integração do São Francisco, beneficiando 237 municípios e 8,1 milhões de pessoas. O presidente Lula e a governadora de Pernambuco, Raquel Lyra, destacaram a importância da água para a produção e a vida no sertão.

Neste Maio Roxo, Manie de Andrade, enfermeira e ostomizada, compartilha sua jornada de vida com a Doença de Crohn, destacando a importância da empatia e do suporte psicológico para pacientes com DII. A conscientização é essencial para melhorar a qualidade de vida e combater o estigma.