Representantes de 19 organizações civis entregaram 1 milhão de assinaturas ao governo, solicitando o veto total do "PL da Devastação", que pode afetar 3 mil áreas de preservação. A decisão de Lula é aguardada para amanhã.

Representantes de dezenove organizações da sociedade civil entregaram, nesta data, um milhão de assinaturas à Secretaria-Geral da Presidência da República. O objetivo é solicitar o veto integral do projeto de lei conhecido como “PL da Devastação”. O prazo para que o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, tome uma decisão sobre o projeto, que foi aprovado recentemente pela Câmara e pelo Senado, é amanhã.
O “PL da Devastação” é considerado um dos maiores retrocessos ambientais da história do Brasil. Ele pode afetar até três mil áreas de preservação ambiental, levantando preocupações sobre os impactos que isso pode ter na biodiversidade e na qualidade de vida das comunidades que dependem desses ecossistemas.
As assinaturas foram coletadas através de plataformas de petições online, como avaaz.org e pldadevastacao.org, que foram organizadas por diversos grupos, incluindo o Instituto Socioambiental, o Observatório do Clima, o Greenpeace e o WWF. A mobilização demonstra a preocupação da sociedade civil com a proteção ambiental e a necessidade de um posicionamento firme do governo.
O projeto de lei, se sancionado, poderá facilitar atividades que prejudicam a conservação de áreas naturais, o que contraria compromissos assumidos pelo Brasil em fóruns internacionais sobre mudanças climáticas e proteção da biodiversidade. A pressão popular, evidenciada pelas assinaturas entregues, reflete um clamor por ações mais efetivas em defesa do meio ambiente.
A decisão de Lula sobre o veto ao “PL da Devastação” é aguardada com expectativa por ambientalistas e cidadãos preocupados com o futuro do país. A mobilização em torno do tema mostra que a sociedade civil está atenta e disposta a lutar por políticas que garantam a preservação dos recursos naturais.
Nesta situação, a união da sociedade pode ser fundamental para garantir que as vozes em defesa do meio ambiente sejam ouvidas. Projetos que visam a proteção e recuperação de áreas degradadas precisam de apoio e incentivo, e a mobilização popular pode ser um caminho eficaz para promover mudanças significativas.

Pesquisadores da USP e UFSCar criaram uma argila cerâmica leve com Sargassum, visando reduzir impactos ambientais e melhorar a eficiência energética na construção civil. A inovação promete transformar um problema em solução.

COP-30 em Belém reunirá empresas brasileiras para apresentar inovações sustentáveis. A conferência será uma vitrine para negócios e parcerias, destacando a biodiversidade e a transição energética do Brasil.
A Figueira das Lágrimas, com 200 anos, é um marco histórico em São Paulo, tendo estado no trajeto de Dom Pedro I em 1822. A árvore enfrenta desafios devido à competição com uma figueira exótica plantada na década de 1980.

Entre 20 e 29 de maio de 2025, o Ibama, em colaboração com a Cetesb e a Marinha do Brasil, conduziu a Operação Inventário no Porto de Santos e Guarujá, visando aprimorar a resposta a emergências ambientais. A ação envolveu a vistoria de terminais e a verificação de estruturas para lidar com vazamentos de óleo, com a participação de equipes de diversos estados. O relatório final, que detalhará as condições encontradas, será enviado aos órgãos competentes para garantir a regularização das inadequações.

Um sagui-da-serra-escuro foi avistado em um corredor ecológico no Parque Estadual do Desengano, em Santa Maria Madalena, por Samir Mansur. A espécie, ameaçada pela perda de habitat e competição com invasores, destaca a importância da preservação.

Secas recordes entre 2023 e 2025 causaram danos sem precedentes em diversas regiões, incluindo a Amazônia, afetando economias e ecossistemas globalmente, segundo relatório da UNCCD. O fenômeno El Niño e a mudança climática intensificaram os efeitos da seca, resultando em perdas significativas no comércio internacional e impactos severos na fauna e flora.