No último sábado, Brasília promoveu o 1º mutirão de limpeza no Lago Norte, mobilizando moradores e ativistas para preservar o meio ambiente. A ação destacou a importância do cuidado com a natureza e a conscientização da população.

Cuidar do meio ambiente é um dever de todos. Em Brasília, essa consciência se manifestou no último sábado, quando ocorreu o 1º mutirão de limpeza no Lago Norte, na QL 5/7, também conhecido como 'Quebra da 5/7'. A ação, que começou por volta das 10h, reuniu moradores, ativistas e voluntários com o objetivo de recolher lixo e promover a conscientização sobre a preservação ambiental.
O evento foi promovido pelo Instituto Regenera Brasil em parceria com o Instituto No Setor. O advogado Alex Lindoso, de 35 anos, um dos participantes, destacou que a iniciativa visa chamar a atenção para os cuidados necessários com o Lago, especialmente em áreas que enfrentam problemas como lixo e insegurança. "Tentamos frequentar, mas encontramos dificuldades. Lixos, carrapatos e mato alto. É como se não quisessem que viéssemos aqui", afirmou.
Durante o mutirão, foram recolhidos diversos itens, como sacolas e garrafas plásticas, que comprometem a beleza do local. Alex enfatizou a importância da ação, ressaltando que "a nossa esperança sincera é que todo mundo possa fazer sua parte". O Lago Paranoá, um dos pontos mais bonitos da capital, merece cuidados para que possa ser melhor aproveitado pela população.
João Teixeira, presidente do Instituto Regenera Brasil, também esteve presente e comentou que a atividade faz parte de um cronograma de ações em defesa do meio ambiente. Ele ressaltou que a responsabilidade pela preservação dos espaços públicos é compartilhada entre a população e o governo. "Se a gente traz o lixo, também o levamos de volta. A ideia também é levar conscientização", disse.
Bruna Aragão, esposa de João e empreendedora, destacou a importância de educar a população sobre a preservação ambiental. Ela mencionou que muitas famílias e crianças frequentam a Orla do Lago, especialmente nos finais de semana, e que é fundamental que esses espaços estejam limpos para que todos possam desfrutar. "Quando eles chegam aqui, está tudo cheio de lixo", lamentou.
Israel Magalhães, morador do Varjão, compartilhou sua conexão com a natureza e a importância de cuidar do meio ambiente. Ele acredita que todos têm a responsabilidade de preservar as belezas naturais. "Muita gente nunca teve acesso a belezas iguais a essa. Tudo isso é nosso, temos que cuidar e aproveitar", concluiu. A união da comunidade em ações como essa pode ser um passo importante para a preservação do Lago Paranoá e de outros espaços naturais.

A Aneel acionou a bandeira tarifária amarela em maio, devido à escassez de chuvas, resultando em um custo adicional de R$ 1,89 a cada 100 kWh consumidos. Dicas de economia foram divulgadas para mitigar o impacto.

O Museu do Amanhã, no Rio de Janeiro, apresenta a exposição de Claudia Andujar, com 130 fotos dos Yanomami, em meio à urgência ambiental após a aprovação do "PL da Devastação". A mostra destaca a luta pelos direitos indígenas e a preservação da Amazônia.

A COP 30, conferência crucial sobre mudanças climáticas, será realizada em Belém (PA) em novembro, mas 71% dos brasileiros desconhecem o evento. A pesquisa revela a desconexão entre a população e a agenda ambiental.

O BNDES se prepara para a COP-30, apresentando iniciativas climáticas como o ProFloresta+ e o Fundo Clima, que já aprovou mais de R$ 10 bilhões em 2024, destacando seu papel no financiamento sustentável.

Campos do Jordão inova com a primeira floresta líquida do Brasil, utilizando árvores tecnológicas para capturar carbono e promover educação ambiental. A iniciativa visa integrar turismo e sustentabilidade.

Uma nova operação da Secretaria de Estado de Proteção da Ordem Urbanística do Distrito Federal (DF Legal) removeu mais de sete quilômetros de cercamento irregular em área de preservação permanente no Núcleo Rural Monjolo. A ação, realizada em 6 de agosto, visou impedir a consolidação de loteamentos ilegais, utilizando tecnologias como drones e georreferenciamento para monitoramento. Grileiros haviam cercado a área, que é restrita a construções urbanas e parcelamentos residenciais.