A NK Store lançou a plataforma NK Archive, permitindo que clientes revendam suas peças sem taxas, promovendo a circularidade da moda. Iniciativas semelhantes estão sendo adotadas por marcas como Miu Miu e ALUF.

A gestão de resíduos e a revenda de peças estão se tornando cada vez mais relevantes nas estratégias das marcas de moda. Recentemente, a Chanel anunciou uma iniciativa focada no final da vida útil de tecidos e produtos não vendidos. Em um movimento semelhante, a NK Store, fundada por Natalie Klein, lançou a plataforma NK Archive, que permite aos clientes revenderem suas peças adquiridas diretamente da marca, sem taxas de revenda, promovendo a circularidade da moda.
A NK Archive visa dar uma nova vida às roupas que, de outra forma, ficariam guardadas. Klein destaca a importância das histórias que as roupas contam e como a continuidade dessas peças é essencial. A plataforma, desenvolvida em parceria com a tecnologia Cercle, registra digitalmente cada compra associando-a ao CPF do cliente, permitindo que ele visualize seu histórico e decida revender itens.
Os clientes podem adicionar fotos e descrever o estado das peças, garantindo a autenticidade dos produtos, um aspecto crucial no mercado de revenda de itens de luxo. A ausência de taxas de revenda é uma das principais vantagens da NK Archive, diferenciando-a de outras plataformas que cobram comissões. Klein enfatiza que as roupas da NK não são descartáveis e que a marca confia na qualidade e no design atemporal de suas peças.
Outras marcas de luxo também estão adotando práticas sustentáveis. A Miu Miu, por exemplo, revitaliza peças de coleções antigas através do upcycling, enquanto a ALUF, em parceria com a PrettyNew, incentiva a circularidade da moda no Brasil. Os clientes podem levar suas peças ALUF a lojas físicas, onde são recebidas para revenda, com incentivos em forma de crédito para futuras compras.
A diretora criativa da ALUF, Ana Luisa Fernandes, destaca a importância de cuidar das peças além do momento da compra, unindo forças com a PrettyNew para oferecer soluções logísticas. Essas iniciativas refletem uma mudança crescente no setor de moda, onde a revenda e a sustentabilidade estão se tornando prioridades.
Essas ações demonstram como a moda pode evoluir para um modelo mais sustentável e consciente. A união de marcas e consumidores em torno da circularidade pode impulsionar mudanças significativas. Projetos que promovem a sustentabilidade na moda merecem apoio e incentivo da sociedade civil, contribuindo para um futuro mais responsável e ético.

Bonito, em Mato Grosso do Sul, é o primeiro destino de ecoturismo do mundo a obter a certificação carbono neutro, promovendo passeios sustentáveis como rapel e flutuação. A iniciativa visa preservar a natureza e atrair turistas conscientes.

Reunião entre a Secretaria Nacional de Segurança Hídrica e a Secretaria de Recursos Hídricos de Pernambuco definiu manutenções no Eixo Leste do Projeto de Integração do Rio São Francisco, garantindo abastecimento contínuo. A manutenção de quatro bombas anfíbias e um novo sistema de bombeamento flutuante, com investimento de R$ 290 mil, visa assegurar o fornecimento de água em regiões afetadas pela seca.

A erosão costeira em Atafona, Rio de Janeiro, ameaça a região, com 500 edifícios submersos e previsão de aumento do nível do mar em até 21 cm até 2050, segundo a ONU. A comunidade luta contra essa realidade.

Petrobras lança ProFloresta+ com BNDES, visando restaurar 50 mil hectares na Amazônia e gerar 15 milhões de créditos de carbono, após polêmicas sobre compra anterior de créditos.

Froylán Correa e a comunidade indígena de San Jerónimo Purenchécuaro se uniram à Universidade Michoacana para preservar o ameaçado achoque, uma salamandra endêmica do lago de Pátzcuaro. A colaboração visa recuperar a população do animal, que é vital para a cultura local e possui notáveis propriedades regenerativas.

Ibama aprova conceito do Plano de Proteção e Atendimento à Fauna Oleada da Petrobras, permitindo vistorias e simulações para responder a derramamentos de óleo na Bacia da Foz do Amazonas. A continuidade do licenciamento depende da viabilidade operacional do plano.