Uma onça-pintada foi avistada em um condomínio de luxo em Ji-Paraná, levando autoridades a mobilizarem uma força-tarefa para proteger o animal e a população local. O Centro de Triagem de Animais Silvestres (Cetas) está atuando para monitorar a situação e resgatar filhotes em cativeiro.

A diminuição das áreas verdes, especialmente na Amazônia, tem forçado animais como a onça-pintada a buscar alimento em áreas urbanas. Recentemente, uma fêmea da espécie foi registrada por câmeras de segurança em um condomínio de luxo em Ji-Paraná, próximo ao rio Urupá. As imagens mostram a onça rondando o portão principal do local, mas ela acabou se afastando sem incidentes.
A situação gerou preocupação entre as autoridades ambientais, que iniciaram uma força-tarefa para proteger tanto o animal quanto a população local. O Centro de Triagem de Animais Silvestres (Cetas), de Porto Velho, foi acionado para fornecer apoio técnico nas ações de monitoramento e resgate.
O condomínio está situado perto de uma área de mata ciliar, o que aumenta a probabilidade de avistamentos de onças. Este ano, foram registrados pelo menos quatorze avistamentos da espécie em áreas urbanas, um número que pode ser ainda maior, considerando que muitos casos não chegam à mídia. A onça-pintada é uma espécie vulnerável, protegida por lei, e sua caça é considerada crime, com penas que podem chegar a um ano de prisão e multas.
A mobilização das autoridades visa evitar acidentes que possam ocorrer devido ao encontro entre o animal e pessoas. Além disso, frequentemente, filhotes de onças são capturados e mantidos em cativeiro, muitas vezes em condições inadequadas. Recentemente, o Cetas resgatou um filhote de quatro meses em uma chácara em Roraima, que estava acorrentado e apresentava ferimentos.
Após os devidos cuidados veterinários, o filhote será reintroduzido em seu habitat natural. A situação das onças-pintadas é um reflexo da crescente perda de habitat, que força esses animais a se deslocarem para áreas urbanas em busca de alimento e abrigo.
É fundamental que a sociedade civil se mobilize para apoiar iniciativas que visem a proteção da fauna silvestre e a preservação dos habitats naturais. A união em torno de projetos que promovam a conservação pode fazer a diferença na proteção dessas espécies ameaçadas e na segurança das comunidades afetadas.

A devastação por incêndios na Amazônia Legal caiu 65% em julho de 2025, mas o desmatamento aumentou 4% entre agosto de 2024 e julho de 2025, segundo o MapBiomas. A redução é atribuída ao retorno das chuvas e maior cautela de produtores.

A ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, anunciou que o governo busca garantir hospedagens acessíveis para delegações de países vulneráveis na COP30, em Belém. Ela criticou a ausência dos EUA e defendeu os vetos de Lula à lei de licenciamento ambiental, priorizando a proteção ambiental.

Um novo projeto de energia solar foi lançado, prometendo um aumento de eficiência de trinta por cento em relação às tecnologias atuais, com parcerias entre universidades e empresas de tecnologia. Essa iniciativa visa impulsionar a pesquisa em energias renováveis e contribuir para a mitigação das mudanças climáticas.

Uma onça-pintada foi flagrada por câmeras de segurança em Ladário, Mato Grosso do Sul, em busca de cães, evidenciando a aproximação dos felinos a áreas urbanas devido a secas e incêndios. A ONG Ecoa alerta para os impactos ambientais que forçam esses animais a invadir residências.

Cerca de 400 famílias do Movimento Sem Terra (MST) ocuparam a Usina São José para protestar contra a contaminação do Rio Piracicaba, resultando em intervenção policial com gás lacrimogêneo.

Entre janeiro de 2021 e maio de 2023, São Paulo aplicou 4.406 multas por descarte irregular de lixo, com valores de R$ 1.500 a R$ 25 mil. A cidade conta com 129 ecopontos para coleta de resíduos, funcionando de segunda a sábado.