A perereca-da-fruta (Xenohyla truncata), espécie ameaçada, foi avistada na APA Maricá, destacando-se como polinizadora e dispersora de sementes, durante o Programa Vem Sapear, coordenado por Rafael Mattos.

Recentemente, a perereca-da-fruta (Xenohyla truncata), uma espécie ameaçada de extinção, foi registrada na Área de Proteção Ambiental Estadual de Maricá, na Região Metropolitana do Rio de Janeiro. O registro ocorreu no dia 12 de abril e foi realizado pelo cientista ambiental Rafael Mattos, servidor da Secretaria de Estado do Ambiente e Sustentabilidade, durante o Programa Vem Sapear.
Essa espécie, que se destaca pela sua coloração vibrante, é endêmica das restingas do Estado do Rio de Janeiro. Além de sua aparência marcante, a perereca-da-fruta desempenha um papel ecológico significativo, alimentando-se de frutos e contribuindo para a dispersão de sementes.
Uma descoberta recente também a posiciona como o primeiro anfíbio com potencial de polinização no mundo. Essa característica a torna ainda mais importante para o equilíbrio dos ecossistemas em que habita, ressaltando a necessidade de sua preservação.
O Programa Vem Sapear tem como objetivo promover a observação de répteis e anfíbios, além de sensibilizar o público sobre a importância da conservação ambiental. A iniciativa busca desmistificar as espécies observadas e engajar a sociedade na proteção da biodiversidade local.
A presença da perereca-da-fruta na APA Maricá é um indicativo positivo para a conservação da espécie, mas também evidencia a fragilidade dos ecossistemas de restingas. A proteção dessas áreas é crucial para garantir a sobrevivência de espécies ameaçadas e a manutenção da biodiversidade.
Iniciativas como a do Programa Vem Sapear são essenciais para fomentar a conscientização ambiental. A união da sociedade pode ser um fator decisivo para a proteção de espécies ameaçadas, como a perereca-da-fruta, e para a promoção de projetos que visem a conservação da natureza.

O Brasil ainda enfrenta sérios desafios em saneamento básico, com apenas 55,2% de cobertura de esgoto. Investimentos anuais precisam aumentar de R$ 25,6 bilhões para R$ 45,1 bilhões até 2033 para atender as metas do novo Marco Legal.

Uma mancha de óleo foi identificada no Rio Sarapuí, em Duque de Caxias, mobilizando técnicos do Inea e da prefeitura para contenção e monitoramento. A origem do vazamento ainda é desconhecida.

O Ministério da Integração anunciou a privatização da transposição do Rio São Francisco, gerando preocupações sobre o custo da água e a infraestrutura necessária para abastecer o Nordeste. Especialistas criticam a medida, destacando que a obra prioriza interesses econômicos em detrimento das comunidades vulneráveis.

O inverno de 2025 traz temperaturas de 3 °C a 5 °C mais baixas em São Paulo, aumentando a demanda por energia e medicamentos, e impactando saúde, agronegócio e turismo. O meteorologista Guilherme Martins, da Nottus, destaca que a mudança climática gera consequências econômicas, com um aumento de 107% nos casos de gripe em 2024. O setor de saúde enfrenta pressão, enquanto a demanda por energia elétrica e gás natural cresce. O agronegócio apresenta um cenário misto, e o varejo se beneficia com vendas de produtos de inverno. O turismo também é afetado, com migração de turistas para regiões mais quentes.

Governadores do Sul e Sudeste do Brasil assinam a "Carta de Curitiba" na Conferência da Mata Atlântica, propondo um Fundo para conservação e criticando a falta de atenção a outros biomas nas discussões climáticas.

O Ibama participou do VI Congresso da SRA-LA 2025 em Curitiba, discutindo gestão de riscos e mudanças climáticas com especialistas da América Latina. O evento promoveu soluções em políticas públicas e educação ambiental.