Lideranças africanas visitaram Petrolina para conhecer soluções brasileiras em segurança hídrica e fruticultura, destacando a cooperação internacional sob a liderança do governo Lula. A troca de experiências visa enfrentar a fome e a pobreza.

Petrolina, em Pernambuco, se tornou um exemplo de superação no semiárido brasileiro, que há cinquenta anos era considerado uma região condenada à seca. Atualmente, a cidade é reconhecida mundialmente pela produção de frutas e pela implementação de soluções inovadoras para a convivência com a escassez de água. Essa transformação foi o foco da visita de lideranças africanas durante o II Diálogo Brasil-África, realizado no dia 21 de maio.
A programação incluiu a presença de ministros brasileiros e representantes de diversos países africanos, que puderam conhecer de perto centros de excelência, como a Embrapa Semiárido e a Unidade Produtiva da Fruticultura Nunes & Cia. O evento foi liderado por ministros como Waldez Góes, da Integração e Desenvolvimento Regional, e Carlos Fávaro, da Agricultura e Pecuária, além da presidente da Embrapa, Silvia Massruhá, e da primeira-dama Janja Lula da Silva.
Durante a visita, Waldez Góes ressaltou a importância da liderança do presidente Lula na promoção de uma cooperação internacional que visa a inclusão e a redução das desigualdades, especialmente com países africanos. Ele afirmou que a troca de experiências em áreas como segurança hídrica e agricultura familiar é fundamental para enfrentar a fome e a pobreza. “O Brasil tem muito a compartilhar, especialmente com regiões que enfrentam desafios semelhantes aos do nosso semiárido”, destacou.
O ministro também enfatizou o compromisso do Governo Federal em construir uma cooperação eficaz, baseada em resultados concretos. “Estamos recebendo dezenas de ministros africanos e técnicos para conhecerem as soluções que o Brasil desenvolveu em regiões inóspitas”, afirmou. A visita incluiu uma agenda com representações africanas e foi dividida em três partes: a Trilha das Águas da Embrapa Semiárido, a Unidade Produtiva da Fruticultura Nunes & Cia e a Unidade de Piscicultura da Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf).
Silvia Massruhá, presidente da Embrapa, lembrou que a instituição está completando cinquenta anos e que, com ciência e tecnologia, foi possível transformar a percepção sobre a seca. “Era um obstáculo para o desenvolvimento econômico e social, e hoje somos um polo produtor e até exportador de frutas para o mundo todo”, afirmou.
Essa visita ilustra como a cooperação internacional pode ser um caminho para o desenvolvimento sustentável e a superação de desafios comuns. Projetos que promovem a troca de conhecimento e tecnologia são essenciais para transformar realidades. Nessa situação, nossa união pode ajudar os menos favorecidos a encontrar soluções inovadoras e sustentáveis para suas comunidades.

Whindersson Nunes anunciou um afastamento de 30 dias das redes sociais para cuidar da saúde mental, destacando a pressão emocional enfrentada por criadores de conteúdo. Alex Monteiro, empresário do influenciador, ressalta a urgência de apoio psicológico na Creator Economy.
Na 15ª Reunião de Ministros da Saúde dos BRICS, foi proposta uma parceria para eliminar doenças socialmente determinadas até 2030, inspirada no Programa Brasil Saudável. O Brasil busca avançar na equidade em saúde.

A Justiça do Distrito Federal determinou o registro da maternidade e paternidade de um bebê, reconhecendo Pandora Rue como mãe e Kyan Eric como pai. A decisão, solicitada pela Defensoria Pública, reafirma direitos fundamentais e respeito à identidade de gênero.

Após a dispersão da Cracolândia, o governador Tarcísio de Freitas e o prefeito Ricardo Nunes anunciarão a construção de um condomínio com 80 apartamentos e uma área de lazer, além da demolição do Teatro de Contêiner Mungunzá.

A PUC-SP encerrou a ocupação do Campus Monte Alegre após atender demandas de letramento racial e melhorias no restaurante universitário, mas não aceitou a redução das mensalidades. O movimento, liderado pelo coletivo Saravá, denunciou racismo e outras questões sociais.

O Museu Nacional do Rio de Janeiro reabre parcialmente com a exposição "Entre Gigantes", destacando o meteorito Bendegó e o esqueleto de uma baleia cachalote, após sete anos do incêndio de 2018. A reabertura, marcada por um longo processo de restauração, é um passo significativo para a recuperação do acervo e da estrutura do museu, que abrigava 20 milhões de itens. O evento é uma oportunidade para a população brasileira redescobrir a importância cultural e científica do espaço.