Registros inéditos do pica-pau-de-banda-branca (Dryocopus lineatus) foram feitos no Parque Nacional da Tijuca, revelando a importância da espécie para o ecossistema local. O professor Henrique Rajão documentou a presença da ave, que não constava no Plano de Manejo da área.

Registros inéditos do pica-pau-de-banda-branca (Dryocopus lineatus) foram feitos recentemente no Parque Nacional da Tijuca, no Rio de Janeiro. Essa ave, rara na cidade, é encontrada em todos os biomas brasileiros, mas sua presença na maior floresta urbana replantada do mundo não havia sido documentada até agora. O professor Henrique Rajão, do Departamento de Biologia da PUC-Rio, capturou em vídeo o que é considerado o primeiro registro oficial da espécie na área.
As imagens, cedidas ao parque pelo internauta Alexandre Feliz, mostram claramente o pica-pau-de-banda-branca. A importância desses registros é significativa, pois a ave não é comum no município e não está listada no Plano de Manejo do parque. O professor Rajão destacou que a presença do pica-pau é benéfica para o ecossistema local, uma vez que não se trata de uma espécie invasora ou exótica.
Rajão sugere que a aparição do pica-pau pode ser resultado de um movimento de dispersão natural, possivelmente influenciado por mudanças climáticas ou desmatamento em outras áreas. Essa situação levanta questões sobre se a ave permanecerá no parque e se estabelecerá uma população reprodutiva ou se está apenas utilizando a área como um ponto de passagem.
A descoberta do pica-pau-de-banda-branca no Parque Nacional da Tijuca representa uma oportunidade única para a conservação da biodiversidade local. A presença dessa espécie pode indicar a saúde do ecossistema e a necessidade de monitoramento contínuo das aves na região. A comunidade científica e ambiental deve se mobilizar para garantir a proteção desse habitat e promover ações de preservação.
Além disso, a documentação de espécies raras como essa pode estimular o interesse público e a conscientização sobre a importância da conservação ambiental. A participação da sociedade civil é fundamental para apoiar iniciativas que visem a preservação da fauna e flora locais, especialmente em áreas urbanas como o Parque Nacional da Tijuca.
Com a união de esforços, é possível fortalecer projetos que promovam a conservação e a pesquisa sobre a biodiversidade. A presença do pica-pau-de-banda-branca é um lembrete da importância de proteger nossos ecossistemas e da necessidade de apoio a iniciativas que visem a preservação da natureza e a promoção da vida silvestre.

A devastação por incêndios na Amazônia Legal caiu 65% em julho de 2025, mas o desmatamento aumentou 4% entre agosto de 2024 e julho de 2025, segundo o MapBiomas. A redução é atribuída ao retorno das chuvas e maior cautela de produtores.
O Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional reconheceu a emergência em várias cidades do Rio Grande do Norte devido à seca, permitindo acesso a recursos federais para assistência. As prefeituras de Carnaubais, Caiçara do Rio do Vento, Governador Dix-Sept Rosado, Santa Maria, Japi, Pau dos Ferros e São Miguel podem agora solicitar apoio para ações de defesa civil.

Brasil investe R$ 150 milhões para restaurar florestas e mitigar emissões de carbono, com foco em reflorestamento e recuperação de áreas degradadas até 2030. A meta é restaurar 12 milhões de hectares, essencial para a economia de baixo carbono.

O BNDES liberou R$ 1 bilhão para o Complexo Solar Draco, em Minas Gerais, que contará com 11 usinas fotovoltaicas e capacidade de 505 MW, prevendo operação em 2026. O projeto visa fortalecer a matriz solar brasileira.

Um estudo recente revela que a extinção em massa do Permiano-Triássico, há 252 milhões de anos, foi exacerbada pela perda de florestas tropicais, resultando em um estado de superestufa por cinco milhões de anos. Essa pesquisa destaca a importância dos biomas tropicais para o equilíbrio climático e alerta sobre os riscos de colapsos ecológicos em resposta a mudanças climáticas rápidas.

A bióloga Angela Kuczach lidera a SOS Oceanos, que critica os compromissos vagos do governo Lula na COP 30 e busca mobilizar a população para proteger os oceanos brasileiros. A iniciativa, apoiada por várias instituições, destaca a conexão entre a saúde do mar e a qualidade do ar.