Operação "Gelo Podre" investiga fornecimento de gelo contaminado em quiosques da Barra da Tijuca e Recreio. Fábrica na Cidade de Deus foi interditada por uso de água poluída, e um responsável foi detido.

Uma operação da Polícia Civil, em parceria com o Instituto Estadual do Ambiente (Inea), iniciou nesta segunda-feira, 19, uma fiscalização em empresas que supostamente fornecem gelo contaminado para quiosques e bares nas praias da Barra da Tijuca e Recreio. Denominada "Gelo Podre", a ação é resultado de investigações que levaram à interdição de uma fábrica na Cidade de Deus, que utilizava água contaminada em sua produção. Um dos responsáveis pela fábrica foi detido.
A Cedae (Companhia Estadual de Águas e Esgotos do Rio de Janeiro) está acompanhando a operação com um laboratório móvel, realizando análises de amostras de água. A fiscalização também envolve agentes da Coordenadoria de Recursos Especiais (CORE) e outras concessionárias, que estão verificando possíveis irregularidades no consumo de água e energia nos locais inspecionados.
As investigações surgiram após uma força-tarefa do governo do estado, realizada em fevereiro, que coletou amostras de gelo em cinco empresas da região. Os testes revelaram a presença de coliformes fecais e outras substâncias nocivas à saúde no gelo, que poderia ser consumido por banhistas.
A operação "Gelo Podre" visa identificar crimes ambientais e infrações contra o consumidor, assegurando a qualidade do gelo distribuído na região. A ação é um alerta sobre a importância da fiscalização em setores que impactam diretamente a saúde pública.
Além da interdição da fábrica na Cidade de Deus, a operação busca responsabilizar outros envolvidos na cadeia de fornecimento de gelo contaminado. A polícia continua a investigar a extensão do problema e a origem da água utilizada na produção.
Nessa situação, a união da sociedade pode ser fundamental para apoiar iniciativas que garantam a segurança alimentar e a saúde pública. Projetos que promovam a conscientização e a fiscalização de produtos consumidos pela população devem ser incentivados, contribuindo para um ambiente mais seguro para todos.

Oito pessoas foram presas em Duque de Caxias, RJ, durante operação do Ibama e da Polícia Civil contra o tráfico de fauna, resultando na apreensão de 313 caranguejos, 6 saguis e outros animais. Um sagui e uma jiboia morreram devido a maus-tratos.

Instituto Brasília Ambiental e ONG Jaguaracambé realizam expedições para monitorar carnívoros ameaçados. Em abril, o Instituto Brasília Ambiental, em parceria com a ONG Jaguaracambé, iniciou expedições na APA Cafuringa para monitorar carnívoros, com foco em espécies como lobo-guará e jaguatirica. O projeto, que completa dez anos em 2024, visa coletar amostras biológicas para análise de saúde e conservação da fauna no Distrito Federal. Um novo Acordo de Cooperação Técnica foi firmado para fortalecer a pesquisa e manejo de fauna, destacando a importância do monitoramento para políticas públicas ambientais.

Senado aprova projeto que simplifica licenciamento ambiental, criando Licença Ambiental Especial para projetos prioritários, gerando críticas de ambientalistas e divisões no governo a poucos meses da COP 30.

No dia 22 de maio, às 15h, ocorrerá o seminário "Agenda Climática e Oportunidades de Negócios", promovido pela Folha, com foco na transição energética e mercado de carbono no Brasil. O evento contará com a presença de líderes do setor privado e público, como Gustavo Pimenta, presidente da Vale, e Luciana Costa, do BNDES, discutindo caminhos para a redução de emissões e desafios do financiamento climático. As inscrições são gratuitas e limitadas.

Cientistas descobriram a nova espécie de sucuri-verde, Eunectes akayima, na Amazônia, medindo 8 metros e pesando mais de 200 quilos, revelando divergência genética de 5,5% em relação à Eunectes murinus. A descoberta ressalta a urgência de ações de conservação, dado o risco de extinção da espécie devido ao desmatamento e mudanças climáticas.

Ibama realiza oficinas de educação ambiental em Roraima, envolvendo 233 indígenas de diversas etnias para discutir mudanças climáticas, manejo do fogo e gestão de resíduos. A iniciativa visa fortalecer a autonomia e a preservação ambiental nas comunidades.