Policiais resgataram uma cadela caramelo agredida em um hotel no Setor Hoteleiro Sul. A funcionária do hotel adotou o animal após seu tratamento, enquanto o agressor permanece foragido.

Policiais do 1º Batalhão de Polícia Militar (BPM) resgataram uma cadela caramelo com ferimentos graves na pata traseira, na tarde de sábado, 17 de maio, no Setor Hoteleiro Sul. A equipe foi chamada por funcionários de um hotel que relataram que o animal havia sido agredido por um homem em situação de rua e se refugiou sob uma escada do estabelecimento.
Ao chegarem ao local, os agentes encontraram a cadela assustada, mas ela se aproximou, "como se estivesse pedindo ajuda", conforme nota da Polícia Militar. O subtenente Wellington Alves, que comandou a equipe, levou a cadela ao Hospital Veterinário São Francisco, no Setor Policial Sul, onde recebeu atendimento.
A história da cadela caramelo teve um desfecho emocionante. Uma funcionária do hotel, sensibilizada pela situação, decidiu adotá-la. O agressor, no entanto, ainda não foi localizado, o que levanta preocupações sobre a segurança dos animais na região.
A violência contra animais tem se tornado uma questão alarmante no Distrito Federal, mobilizando tutores e organizações não governamentais (ONGs) em defesa dos direitos dos animais. Casos como o da cadela caramelo evidenciam a necessidade de ações efetivas para proteger esses seres vulneráveis.
É fundamental que a sociedade civil se una para promover a proteção dos animais e combater a violência. Iniciativas que visam a conscientização e a educação sobre o tratamento adequado dos animais são essenciais para mudar essa realidade. A adoção responsável e o apoio a projetos de proteção animal são passos importantes nesse processo.
Nossa união pode fazer a diferença na vida de muitos animais que sofrem com a violência. Projetos que visam a recuperação e a proteção de animais em situação de risco merecem apoio e incentivo da comunidade. Juntos, podemos transformar essa realidade e garantir um futuro melhor para os animais.

Policiais do Batalhão de Polícia Militar Ambiental (BPMA) resgataram um bicho-preguiça em Brasília, evitando atropelamento. O animal foi devolvido a um habitat seguro após avaliação.

Tribunal de Justiça do Distrito Federal impede eutanásia de cadela com leishmaniose, destacando tratamento viável e necessidade de monitoramento. Governo deve acompanhar a saúde do animal.

A Vigilância Ambiental do DF promove o Julho Dourado, destacando a importância do controle de zoonoses e oferecendo vacinação antirrábica gratuita, além de 32 cães para adoção responsável. Ações visam proteger a saúde pública.

Influenciadora é multada em R$ 10 mil por manter jaguatirica em cativeiro. Luciene Candido, com 149 mil seguidores, teve animal resgatado pelo Ibama.

Advogada é presa por agredir cadela em apartamento no Rio; animal resgatado. Uma advogada e professora universitária foi detida por agredir uma cadela em seu apartamento na Taquara, Zona Oeste do Rio de Janeiro. Vizinhos, que registraram a ação em vídeo, relataram que os maus-tratos eram frequentes e que a filha da mulher presenciou as agressões. A advogada foi autuada e está presa, aguardando audiência de custódia, enquanto o animal, chamado Belinha, foi resgatado e está sob os cuidados de uma ONG. A mulher alegou ter agido sob efeito de tensão pré-menstrual (TPM).

Jaguatirica resgatada em Uruará, Pará, após ser mantida em cativeiro. Fazendeira foi multada em R$ 10 mil e deve remover imagens do animal das redes sociais. Agentes do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) resgataram uma jaguatirica que vivia em condições inadequadas em uma fazenda no município de Uruará, no Pará. O resgate ocorreu após denúncias de que a fazendeira explorava a imagem do animal em redes sociais para monetização. Durante a vistoria, foi constatado que o felino estava exposto a riscos de saúde, como a leishmaniose, e tinha acesso a áreas perigosas da casa. A fazendeira foi multada em R$ 10 mil e notificada a retirar as imagens do animal, sob pena de multa diária. O animal será reabilitado em um Centro de Triagem de Animais Silvestres (Cetas) antes de ser reintegrado à natureza.