A Prefeitura de Niterói inicia o Programa Aluguel Universitário, destinando R$ 350 mil mensais para ajudar 498 estudantes com aluguel. A iniciativa visa reduzir a evasão no ensino superior e impulsionar a economia local.

A Prefeitura de Niterói anunciou que, nesta segunda-feira (18), será realizada a primeira transferência do Programa Aluguel Universitário, que destina R$ 350 mil mensais para auxiliar 498 estudantes com aluguel. O programa oferece R$ 700 mensais a universitários de graduação e pós-graduação, matriculados em instituições públicas e privadas da cidade, que tenham renda familiar de até três salários mínimos.
Os beneficiários devem residir na região central ou em áreas específicas de São Domingos e São Lourenço. Além dos 498 alunos que já receberão o auxílio, outros 360 estudantes selecionados têm até o dia 28 deste mês para apresentar contrato de locação e garantir a primeira parcela em setembro. O programa visa reduzir a evasão no ensino superior e incentivar a ocupação residencial no centro da cidade.
Kelly Cristina Oliveira, uma das beneficiárias de 37 anos, destacou a importância do auxílio em sua vida. Recém-chegada de outro estado para cursar Educação Bilíngue de Surdos na Universidade Federal Fluminense (UFF), ela enfrentava dificuldades financeiras. “O auxílio vai me ajudar a equilibrar as despesas do mês e a focar na minha formação”, afirmou Kelly, ressaltando a falta de uma rede de apoio na nova cidade.
O prefeito Rodrigo Neves classificou o programa como uma iniciativa histórica, que não apenas oferece oportunidades aos jovens, mas também movimenta a economia local. Ele enfatizou que a ação é parte de um conjunto de estratégias para transformar a região central de Niterói, garantindo que os estudantes possam se dedicar aos estudos sem comprometer seu sustento.
O programa tem duração inicial de um ano, com possibilidade de renovação até a conclusão do curso, desde que o aluno não ultrapasse dois anos além do prazo regular. As regras incluem visitas domiciliares para verificar a moradia declarada e não há limite de beneficiários por imóvel, o que amplia o alcance da iniciativa.
Iniciativas como essa são fundamentais para apoiar a juventude e garantir que mais estudantes possam concluir seus cursos. A união da sociedade civil pode ser um grande diferencial para ampliar o impacto de programas que visam ajudar os menos favorecidos, promovendo um futuro mais justo e acessível para todos.

Cerca de 12,7 milhões de brasileiros enfrentam pobreza energética, utilizando lenha para cozinhar, o que compromete saúde e economia. O governo planeja expandir o auxílio-gás para 20 milhões de famílias.
A Secretaria de Desenvolvimento Social do DF ampliou o Programa Cartão Prato Cheio, incluindo 4.252 novas famílias. A entrega dos cartões inicia em 28 de abril, com crédito mensal de R$ 250.

Pesquisadores da Meta desenvolveram uma pulseira experimental que controla computadores com movimentos da mão, utilizando sinais elétricos dos músculos, permitindo interação sem toque físico. A tecnologia visa beneficiar pessoas com deficiência motora e promete revolucionar a forma de interação com dispositivos.

Estudo da Ativaweb revela que 99,2% das interações sobre "adultização" nas redes sociais são positivas, refletindo repúdio à exploração sexual infantil e apoio a medidas de proteção. A pesquisa destaca a união da sociedade em torno do tema, que transcende a polarização política.

O governo brasileiro reconheceu a violação de direitos humanos contra filhos de portadores de hanseníase, iniciando reparações financeiras e pedidos de desculpas. Até agora, 146 beneficiários foram identificados.

O projeto "ECA Digital", que visa combater a adultização de crianças e adolescentes nas redes sociais, será votado na Câmara na próxima semana. O relator Jadyel Alencar propõe regras mais rigorosas, incluindo a vinculação de contas de jovens a responsáveis.