A Prefeitura de São Paulo entregou mais de 45 mil óculos de grau a estudantes da rede municipal, visando melhorar o desempenho escolar e reduzir a evasão. O Programa Avança Saúde Escolar-Oftalmologia já atendeu mais de 230 mil alunos.

A Prefeitura de São Paulo entregou mais de 45 mil óculos de grau a estudantes da rede municipal de ensino com problemas de visão. Essa ação faz parte do Programa Avança Saúde Escolar-Oftalmologia, que visa melhorar o desempenho escolar e reduzir a evasão causada por diagnósticos oftalmológicos tardios. O programa já atendeu mais de 230 mil alunos e representa um investimento de cerca de R$ 30 milhões.
Segundo a Secretaria Municipal de Educação (SME), a deficiência visual é responsável por 22,9% da evasão escolar no ensino fundamental no Brasil. Para combater esse problema, uma equipe composta por auxiliar de enfermagem e tecnólogo oftalmológico realizou triagens nas escolas. Desses atendimentos, cinquenta mil alunos foram encaminhados para consultas médicas, resultando na necessidade de óculos para mais de 45 mil deles.
Quando uma patologia ocular, como estrabismo, é identificada, os alunos são encaminhados para atendimento especializado. As crianças que recebem a prescrição de óculos têm o suporte de um técnico de óptica para escolher a armação adequada. Na entrega, as armações são ajustadas ao rosto de cada estudante, garantindo conforto e qualidade visual.
Este programa é considerado o maior projeto de saúde visual já realizado nas escolas municipais, promovendo o acesso ao atendimento oftalmológico e reconhecendo a saúde visual como um direito essencial para a educação e inclusão social. A iniciativa é realizada em parceria com o Juntos pela Visão, Instituto Suel Abujamra, ONG Renovatio e Instituto Verter.
Com a entrega dos óculos, a Prefeitura busca não apenas melhorar a visão dos alunos, mas também garantir que todos tenham as mesmas oportunidades de aprendizado. A ação é um passo importante para a inclusão e o bem-estar dos estudantes, refletindo o compromisso da administração pública com a saúde e a educação.
Iniciativas como essa demonstram a importância do apoio da sociedade civil para ampliar o alcance de programas que promovem a saúde e a educação. A união de esforços pode fazer a diferença na vida de muitos estudantes, garantindo que todos tenham acesso a recursos essenciais para seu desenvolvimento.

A Fiocruz, por meio de Farmanguinhos, firmou parcerias com a EMS para produzir liraglutida e semaglutida no Brasil, visando reduzir custos e ampliar o acesso a esses medicamentos. A produção começará em Hortolândia (SP) e deve facilitar a inclusão no Sistema Único de Saúde (SUS).

Uma bebê com atrofia muscular espinhal tipo 1 foi a primeira a receber Zolgensma pelo SUS, trazendo esperança à família e novas perspectivas para seu desenvolvimento. O medicamento, que custa até R$ 10 milhões, é vital para a saúde da criança.

O aumento de infartos em jovens e mulheres, com sintomas atípicos, e a ocorrência de infartos silenciosos em idosos exigem atenção redobrada para diagnósticos precoces e intervenções rápidas.

A partir de hoje, a vacinação contra a gripe em Belo Horizonte é ampliada para toda a população a partir de seis meses, visando combater a superlotação hospitalar por doenças respiratórias. A cobertura atual é de apenas 24,1%, com a meta de 90%. A vacina trivalente protege contra H1N1, H3N2 e influenza B, e está disponível em 153 centros de saúde da cidade.

A infecção por HIV pode apresentar sintomas gripais iniciais, como febre e erupções cutâneas, exigindo diagnóstico rápido. O Brasil oferece tratamento antirretroviral e PrEP, aumentando a prevenção e controle da doença.

Projeto de Lei 4381/24 propõe incluir diabetes na Identificação Civil Nacional, facilitando atendimentos médicos em emergências. A proposta aguarda análise nas comissões da Câmara dos Deputados.