Preta Gil, cantora brasileira, faleceu aos 50 anos em decorrência de câncer de intestino, diagnosticado em janeiro de 2023. O Instituto Nacional de Câncer alerta para o aumento de casos entre jovens e a importância da prevenção.

A cantora Preta Gil faleceu no último domingo, dia 20, aos 50 anos, após ser diagnosticada com câncer de intestino em janeiro de 2023. Ela estava nos Estados Unidos realizando um tratamento experimental para a doença. O câncer de cólon, que se origina na mucosa do intestino grosso, pode se estender ao reto e ao ânus, afetando tanto homens quanto mulheres. Embora a doença seja mais comum em pessoas entre 60 e 70 anos, o número de casos em jovens tem aumentado nos últimos anos.
Segundo o Instituto Nacional de Câncer (Inca), a previsão é de que surjam 45.630 novos casos de câncer de cólon e reto no Brasil entre 2023 e 2025. Fatores como alimentação inadequada, sedentarismo e obesidade são apontados como responsáveis pelo aumento da incidência da doença. Por isso, a prevenção é fundamental e envolve a adoção de hábitos saudáveis e a realização periódica de exames de rastreio.
O Inca recomenda que a população geral inicie o rastreio a partir dos 45 anos até os 75 anos, com exames como o de sangue oculto nas fezes e a colonoscopia, considerada o "padrão ouro". A periodicidade dos exames deve ser de dez anos, mas se pólipos forem encontrados, esse intervalo deve ser reduzido. Para aqueles com histórico familiar de câncer de cólon, o rastreio deve começar aos 40 anos.
O câncer de intestino é frequentemente chamado de "doença silenciosa", pois pode apresentar sintomas que passam despercebidos. Entre os principais sinais estão alterações nos hábitos intestinais, dor abdominal persistente e perda de peso inexplicada. É essencial que a população esteja atenta a esses sintomas e busque orientação médica quando necessário.
A morte de Preta Gil destaca a urgência de se discutir a prevenção e o rastreio do câncer de cólon, especialmente entre os jovens. A conscientização sobre a doença e seus fatores de risco é crucial para reduzir a incidência e promover a detecção precoce, que pode salvar vidas. A mobilização da sociedade é fundamental para que mais pessoas tenham acesso a informações e cuidados adequados.
Nessa situação, nossa união pode ajudar os menos favorecidos a terem acesso a tratamentos e informações sobre prevenção. Projetos que visam apoiar a saúde e a conscientização sobre o câncer são essenciais e merecem ser incentivados pela sociedade civil.
Com a chegada do frio, aumentam os atendimentos por doenças respiratórias em crianças, com destaque para a bronquiolite, que leva à internação de bebês. O Hospital Regional de Santa Maria registrou 8.960 atendimentos em 2023. A vacina Abrysvo, aprovada para gestantes, começará a ser aplicada em 2026, reforçando a prevenção contra infecções respiratórias.

Isabela Godoi, influenciadora digital de São Caetano do Sul, compartilha sua luta contra a Doença de Crohn, destacando a importância de grupos de apoio e a esperança na busca por tratamentos eficazes.

A Comissão de Saúde da Câmara dos Deputados aprovou a criação de uma base nacional de dados sobre atendimentos de transtornos alimentares no SUS, visando melhorar a atenção e os direitos dos pacientes. A proposta, liderada pela deputada Rosangela Moro, não prevê notificação compulsória, mas busca orientar políticas de saúde com dados confiáveis. O texto ainda precisa passar pela Comissão de Constituição e Justiça e pelo Senado para se tornar lei.

Ministério da Saúde lança novas ferramentas para aprimorar a gestão da atenção primária à saúde, incluindo hotsites e Painel e-SUS APS, visando melhorar a comunicação e a qualificação do cuidado.

A Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) iniciou a vacinação de recém-nascidos prematuros com Nirsevimabe, visando reduzir internações por infecções respiratórias graves. O secretário Juracy Cavalcante destacou a busca ativa por crianças elegíveis, com foco na proteção contra o Vírus Sincicial Respiratório (VSR).
No próximo sábado (10), o Distrito Federal realiza o Dia D de vacinação contra a influenza, com mais de 200 mil doses disponíveis para crianças, gestantes e idosos. A ação visa imunizar 90% dos grupos prioritários e contará com atividades nas Unidades Básicas de Saúde.