O Programa Nacional de Microcrédito Produtivo Orientado (PNMPO) oferece crédito rural de até R$ 12 mil para famílias do campo, com R$ 300 milhões disponíveis. Em junho de 2025, o limite poderá chegar a R$ 35 mil.

O Programa Nacional de Microcrédito Produtivo Orientado (PNMPO) oferece oportunidades de crédito rural para famílias que residem e trabalham no campo, com renda bruta anual de até R$ 50 mil e sem a contratação de trabalho assalariado permanente. Coordenado pelo Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR) e pela Caixa Econômica Federal, o programa está disponível nas regiões Norte e Centro-Oeste, visando melhorar as condições de trabalho e produção.
Recentemente, o governo anunciou a liberação de R$ 300 milhões para o PNMPO, permitindo créditos individuais de até R$ 12 mil. A partir de junho de 2025, o programa expandirá suas ofertas, incluindo crédito para a Unidade Familiar, que poderá chegar a R$ 35 mil, dependendo do perfil dos membros da família, como Jovem, Homem e Mulher.
Para solicitar o microcrédito, é necessário apresentar documentos como o Cadastro da Agricultura Familiar (CAF) tipo B, RG, CPF e comprovante de endereço atualizado. Em algumas situações, o Cadastro Ambiental Rural (CAR) também pode ser exigido. É importante ressaltar que uma mesma família pode assinar diferentes contratos, desde que cada beneficiário esteja efetivamente envolvido na atividade produtiva.
A CACTVS, instituição credenciada pela Caixa, oferece suporte aos agricultores por meio de Unidades de Atendimento nas capitais do Norte e Centro-Oeste. A equipe é composta por técnicos agrícolas, agrônomos, zootecnistas e veterinários, que fornecem orientação técnica, educação financeira e empresarial. Os interessados podem solicitar o microcrédito pelo aplicativo da CACTVS, facilitando o processo.
Após a solicitação, um agente da CACTVS visitará o solicitante para esclarecer as condições do empréstimo e auxiliar na elaboração de um plano de negócios. O gerente da Caixa, Ricardo Mendes, destaca que o ciclo do Microcrédito Produtivo Rural pode levar até trinta dias, mas, com a documentação correta, o prazo pode ser reduzido. Durante a vigência do crédito, o cliente receberá acompanhamento técnico para garantir a aplicação adequada dos recursos.
Essa iniciativa é uma oportunidade significativa para fortalecer a produção rural e melhorar a qualidade de vida no campo. A união da sociedade civil pode ser essencial para apoiar esses projetos, promovendo o desenvolvimento sustentável e a inclusão social. Mobilizar recursos para ajudar essas famílias pode fazer uma diferença real em suas vidas e na economia local.

A Mattel apresenta a primeira boneca Barbie com diabetes tipo 1, desenvolvida em parceria com a Breakthrough T1D, promovendo inclusão e conscientização sobre a doença. A nova Barbie possui acessórios que simulam o monitoramento da glicose, destacando o compromisso da marca com a diversidade.

A startup EquilibriOn, focada no uso consciente da tecnologia, recebeu R$ 1 milhão de Erick Melo para expandir seus treinamentos e consultorias, visando melhorar a saúde mental e o bem-estar.

Auriculoterapia na UBS Jardim Colombo, em São Paulo, tem proporcionado melhorias significativas em pacientes de todas as idades, incluindo crianças com TEA e TDAH, aliviando dores e promovendo melhor sono. A técnica, que utiliza pontos na orelha, é aplicada de forma segura e não invasiva, com resultados positivos relatados por adultos e crianças.

Mulheres dominam o mercado de influenciadores digitais no Brasil, mas enfrentam desigualdade salarial. Pesquisa revela que, apesar de 87% dos criadores serem mulheres, elas ganham em média 20% menos que os homens. A disparidade é acentuada por estigmas de gênero e a predominância masculina em cargos de gestão.

O projeto Reviver Cultural revitaliza o Centro do Rio de Janeiro, inaugurando 43 espaços que atraem visitantes com arte, feiras e eventos, promovendo um renascimento cultural na área. A iniciativa visa recuperar imóveis degradados e reocupar espaços históricos, trazendo de volta a vitalidade ao coração da cidade.

A Companhia Mungunzá enfrenta uma ordem de despejo da Prefeitura de São Paulo para a construção de um conjunto habitacional, gerando protestos pela preservação do Teatro de Contêiner. O espaço cultural, que é um ponto turístico e referência comunitária, deve ser desocupado em quinze dias, mas a companhia resiste à medida.