Bruna Massa, psicóloga e nora de Ratinho, compartilha sua jornada após o diagnóstico de hidrocefalia do filho Noah, ressaltando fé, união familiar e a criação de um curso para apoiar mães.

A psicóloga Bruna Massa, de 32 anos, nora do apresentador Ratinho, compartilha sua experiência como mãe de Noah, diagnosticado com hidrocefalia, e Davi, seu segundo filho. Ao receber o diagnóstico de hidrocefalia de Noah, Bruna descreve o momento como devastador, repleto de incertezas e medos. Ela decidiu, no entanto, que faria tudo para garantir que Noah tivesse uma vida plena, sem ser definido apenas por sua condição médica.
Bruna e seu marido, Gabriel Massa, encontraram força na fé e na união familiar. Eles estabeleceram uma rotina de apoio mútuo, onde um ajudava o outro em momentos de fraqueza. Essa parceria se tornou essencial para enfrentar os desafios diários que a hidrocefalia impõe, permitindo que a família avançasse um dia de cada vez.
Com o passar dos anos, Bruna aprendeu que a vida é sobre adaptação e ressignificação. Cada pequena conquista de Noah é celebrada como uma grande vitória. A psicóloga destaca que a perspectiva sobre a vida mudou, e que problemas que antes pareciam significativos agora são vistos sob uma nova luz, priorizando a saúde e o bem-estar da família.
A relação entre Bruna e Gabriel também se fortaleceu, apesar dos desafios. Eles aprenderam a se comunicar melhor e a respeitar os limites um do outro. Bruna vê Gabriel não apenas como marido, mas como um parceiro admirável na criação dos filhos. A família, incluindo Ratinho, tem sido um pilar de apoio, com visitas regulares ao neto, o que traz alegria a Bruna.
Noah, agora com sete anos, é descrito como uma criança cheia de personalidade, que ama música e passeios ao ar livre. Bruna relata que ele surpreende a todos com sua curiosidade e capacidade de interação, mesmo sem se comunicar verbalmente. A rotina de cuidados de Noah inclui terapia ocupacional, fonoaudiologia e fisioterapia, sempre respeitando seu ritmo.
Bruna criou um curso chamado "Sou Mãe Atípica, e Agora?", onde compartilha suas experiências e orientações para outras mães que enfrentam diagnósticos semelhantes. Ela aconselha que, ao receber um diagnóstico difícil, é importante respirar e focar em um passo de cada vez. A união e o apoio da comunidade podem fazer uma grande diferença na vida de famílias que enfrentam desafios como o de Bruna e Noah.

Em 2024, o Brasil substitui a vacina oral contra poliomielite pela injetável, visando aumentar a cobertura vacinal, que está em 70%, e reduzir o risco de mutações do vírus. Essa mudança é uma resposta a preocupações globais sobre a erradicação da doença.

A cantora Preta Gil faleceu aos 50 anos após uma batalha intensa contra o adenocarcinoma, que se espalhou pelo corpo. Ela buscou tratamentos experimentais nos Estados Unidos, mas não obteve sucesso.

A vacina ACWY agora é oferecida a bebês de 12 meses como reforço, aumentando a proteção contra meningite. O Distrito Federal registrou 30,9 mil doses aplicadas em 2024, refletindo um crescimento na cobertura vacinal.

Estudo da Universidade do Arizona revela aumento da cardiomiopatia de takotsubo, com mortalidade de 11,2% em homens e 5,5% em mulheres, destacando a necessidade de maior conscientização e tratamento eficaz.

O Brasil enfrenta uma "epidemia silenciosa" com a venda de 219 milhões de antimicrobianos em 2023, superando os níveis pré-pandemia, alertando para a resistência bacteriana. O Conselho Federal de Farmácia (CFF) destaca a urgência do uso consciente.
O Governo do Distrito Federal lançou o programa "O câncer não espera. O GDF também não" para acelerar atendimentos oncológicos, criando uma fila única e priorizando pacientes. A iniciativa visa reduzir a fila de espera e melhorar o acesso a tratamentos, com investimentos de R$ 14 milhões e a meta de realizar 1.383 novos atendimentos em três meses.