Ruth Moreira, mãe da cantora Marília Mendonça, enfrenta críticas após anunciar a venda de bens da filha e disputa judicial pela guarda do neto. Ela comprou de volta o violão da artista após a repercussão negativa.

Ruth Moreira, mãe da cantora Marília Mendonça, tem enfrentado críticas nas redes sociais após anunciar a venda de pertences da filha, incluindo um violão, e está em meio a uma disputa judicial pela guarda do neto, Léo. Recentemente, a guarda do menino foi temporariamente concedida ao pai, Murilo Huff, enquanto o caso continua na Justiça. Ruth, em resposta à repercussão negativa, decidiu comprar de volta o violão que pertenceu à artista.
Em uma postagem nas redes sociais, Ruth compartilhou um vídeo em que Marília fala sobre a relação próxima que tinha com ela, descrevendo-a como sua melhor amiga. A cantora, que faleceu em 2021 em um acidente aéreo, mencionou a dinâmica entre mãe e filha, ressaltando momentos de descontração e a importância do respeito na relação.
A disputa pela guarda de Léo se intensificou após o anúncio da venda dos bens de Marília, o que levou Murilo a buscar a Justiça para obter a guarda total do filho. Ele afirmou ter descoberto "verdades" que o motivaram a tomar essa decisão, embora não tenha revelado detalhes, alegando que as provas estão sob segredo de Justiça.
Ruth, por sua vez, defendeu seu papel como avó e os cuidados que tem com Léo, rebatendo as acusações nas redes sociais. A situação se agravou com a troca de farpas entre os dois nas plataformas digitais, refletindo a tensão da disputa. Após a entrega do violão ao ganhador de uma rifa, Ruth decidiu reverter a venda e comprá-lo de volta, uma ação que visava arrecadar fundos para o Instituto Marília Mendonça.
Os fãs de Marília expressaram indignação nas redes sociais, criticando Ruth por considerar a venda dos pertences da cantora como uma atitude irresponsável. Comentários de admiradores destacaram que o violão deveria ser mantido como um legado para o neto, e não vendido por valores baixos.
Neste contexto, a união da comunidade em torno de causas que preservem a memória e o legado de artistas pode ser fundamental. Projetos que visem apoiar iniciativas culturais e sociais, como o Instituto Marília Mendonça, são essenciais para garantir que a obra da cantora continue a inspirar e ajudar outras pessoas.

O Teatro Municipal de Santo André apresenta o concerto "Paisagens Sinfônicas" neste fim de semana, com regência de Jorge Sarmientos e foco na natureza e consciência ambiental. O evento, que sugere doações ao Fundo Social de Solidariedade, contará com estreias de obras e a Sinfonia nº 6 "Pastoral" de Beethoven, promovendo a reflexão sobre a preservação do planeta. Ingressos gratuitos serão distribuídos uma hora antes das apresentações.

A WoMakersCode está com inscrições abertas para o Bootcamp de Business Intelligence, um curso gratuito e online para mulheres cisgênero, transgênero e travestis. Com 50 vagas disponíveis até 1º de julho, o curso visa acelerar a empregabilidade na área de dados, oferecendo formação técnica e desenvolvimento de soft skills.

O Ministério da Saúde assumirá os repasses à Casa Hope, prometendo um mínimo de R$ 1,4 milhão e cobrando apoio do governo de São Paulo para ampliar os serviços à crianças com câncer.

A websérie "Legados que Transformam" do Unicef, com participação de Adriana Calcanhotto e Mirian Goldenberg, busca sensibilizar sobre testamentos solidários e a importância de deixar um legado positivo. O programa, que estreia em 18 de agosto, promove reflexões sobre a destinação de patrimônio e o impacto social, especialmente para crianças em situação de vulnerabilidade.
A Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) se reuniu com o Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) para discutir ações que visam reduzir a gravidez não intencional entre adolescentes e a mortalidade materna. A colaboração busca integrar saúde, educação e assistência social, promovendo escolhas informadas para jovens em situação de vulnerabilidade.

O Ministério do Trabalho, sob Luiz Marinho, aumentou convênios com ONGs de R$ 25 milhões para R$ 132 milhões em 2023, com investigações por fraudes em entidades como Unisol e Instituto Brasil Digital.