Santa Catarina realizará no domingo (18) o maior simulado de desastres naturais do Brasil, envolvendo 240 mil pessoas em ações de evacuação e ajuda humanitária, visando aprimorar a resposta a emergências.

Santa Catarina realizará no domingo (18) o maior simulado de desastres naturais do Brasil, com a participação de aproximadamente 240 mil pessoas. A iniciativa, coordenada pela Defesa Civil, visa modernizar e ampliar a capacidade de resposta a emergências, especialmente em um estado que frequentemente enfrenta enchentes e deslizamentos. As atividades programadas incluem evacuações simuladas, instalação de abrigos temporários, cadastros populacionais, ajuda humanitária e distribuição de materiais educativos.
O exercício ocorrerá das 8h às 17h e será realizado em diversas cidades, cada uma simulando diferentes tipos de desastres. Em Florianópolis, por exemplo, a simulação focará em deslizamentos. O subsecretário de Proteção e Defesa Civil da capital, Pedro Neves, destacou que essas ações são essenciais para auxiliar na gestão de crises em cenários de múltiplos desastres.
Com a confirmação de participação de mais de 230 dos 295 municípios catarinenses até a quarta-feira (14), as prefeituras têm até sexta-feira (16) para se inscrever. O simulado será estruturado em Grupos de Ações Coordenadas (GRACs) em cada município, envolvendo também Corpo de Bombeiros, polícias, secretarias municipais, universidades e organizações sociais.
A Defesa Civil enfatiza que a atividade representa um marco na cultura de prevenção de desastres no estado. O evento não apenas treina as equipes de resposta, mas também orienta moradores de áreas de risco sobre os procedimentos de segurança e os caminhos de proteção disponíveis em suas comunidades, que não serão informados previamente sobre as simulações.
Recentemente, a Defesa Civil registrou dois tornados em um único dia em cidades diferentes, evidenciando a necessidade de preparação para eventos climáticos extremos. O exercício será uma oportunidade para coletar dados e aprimorar as estratégias de resposta a desastres, com a participação ativa de equipes locais e federais.
Iniciativas como essa são fundamentais para fortalecer a resiliência das comunidades diante de desastres naturais. A união da sociedade civil pode fazer a diferença na recuperação e no suporte às vítimas, promovendo um ambiente mais seguro e preparado para enfrentar desafios futuros.

Após a pandemia, as denúncias de violência sexual contra crianças aumentaram 49% em 2023, revelando o impacto do isolamento social e a necessidade urgente de fortalecer redes de proteção e denúncia.

A prática de esportes é essencial para o desenvolvimento emocional e social de adolescentes, ajudando a criar laços e a lidar com regras, conforme especialistas. Estudos mostram que a atividade física melhora competências sociais e reduz a ansiedade, além de afastar o uso excessivo de tecnologia. A Organização Mundial da Saúde recomenda sessenta minutos diários de atividade física para jovens.

A I Jornada da Atenção Domiciliar, realizada pela Secretaria de Saúde do DF, promoveu debates sobre cuidados paliativos e desospitalização, reunindo profissionais e estudantes. O evento destacou a importância da assistência humanizada e a ampliação do acesso aos serviços do SUS.

A Sabesp, após privatização em julho de 2024, investiu R$ 10,6 bilhões e ampliou o tratamento de esgoto para 524 mil residências, beneficiando 1,4 milhão de pessoas. O programa Tarifa Social Paulista ajudará 748 mil famílias.

São Paulo, uma metrópole vibrante, abriga coletivos como Trail Girls e Cansadas SP, que promovem conexões entre mulheres por meio de atividades diversas, combatendo a solidão urbana. Esses grupos oferecem experiências que vão de corridas a feiras culturais, criando laços e acolhimento na cidade.

Leandro Portella, após um acidente que resultou em tetraplegia, transformou sua dor em arte e política, publicando um livro e sendo eleito vereador, inspirando muitos com sua trajetória de superação.