São Paulo disponibiliza atendimento psicológico gratuito ou a preços simbólicos por meio de instituições como a Clínica Aberta de Psicanálise e universidades, visando acolher a população em crise. Esses serviços, que incluem psicoterapia e apoio a dependentes químicos, são realizados por alunos supervisionados, garantindo qualidade no atendimento.

Buscar apoio psicológico é fundamental em momentos de crise, mas o custo elevado das consultas particulares pode ser um obstáculo. Em São Paulo, diversas instituições oferecem atendimento psicológico gratuito ou a preços simbólicos, com o objetivo de acolher a população e promover a saúde mental. Esses serviços são disponibilizados por universidades, centros de estudos e projetos voluntários, abrangendo desde psicoterapia breve até orientação familiar e apoio a dependentes químicos.
Os atendimentos podem exigir triagem ou ter filas de espera, mas muitos locais permitem agendamentos diretos. A Clínica Aberta de Psicanálise, por exemplo, realiza atendimentos aos sábados, onde os interessados devem chegar cedo e se inscrever na lista de espera. O Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo (USP) também oferece triagens, mas a disponibilidade varia ao longo do ano.
Além dessas opções, a Clínica Social Casa 1 atende a população LGBT em dias específicos, enquanto a Universidade Ibirapuera (UNIB) oferece consultas de segunda a sexta-feira. A Universidade Nove de Julho (UNINOVE) e a Pontifícia Universidade Católica (PUC) também disponibilizam serviços, com horários e procedimentos de agendamento variados.
As Universidades Presbiteriana Mackenzie e Cruzeiro do Sul (UNICSUL) têm atendimentos em diferentes campus, com horários flexíveis durante a semana e aos sábados. Essas instituições contam com a supervisão de profissionais qualificados, garantindo um atendimento de qualidade à população.
É importante que a população conheça essas opções de atendimento psicológico, pois muitas pessoas podem estar enfrentando dificuldades emocionais e não sabem que têm acesso a esses serviços. O acolhimento e a escuta são essenciais para a recuperação e o bem-estar mental, especialmente em tempos de crise.
Iniciativas como essas merecem ser apoiadas e ampliadas. A união da sociedade civil pode fazer a diferença na vida de muitos que precisam de ajuda. Projetos que visam a saúde mental e o acolhimento devem ser incentivados, pois podem transformar realidades e oferecer suporte a quem mais precisa.

Jovens de 15 a 19 anos têm até sábado (14) para se vacinar contra o HPV no DF. Após essa data, a vacina será restrita a crianças de 9 a 14 anos, destacando a urgência da imunização.

O Instituto Butantan está desenvolvendo uma nova vacina contra a dengue, com aprovação esperada pela Anvisa até 2025 e introdução no Programa Nacional de Imunizações em 2026, visando reduzir os casos da doença no Brasil.

A Anvisa autorizou a primeira vacina contra chikungunya, desenvolvida pelo Instituto Butantan e Valneva, para adultos acima de dezoito anos. O imunizante, já aprovado nos EUA e na União Europeia, demonstrou alta eficácia em estudos clínicos, com 98,9% de produção de anticorpos. A vacina, que utiliza vírus vivo atenuado, será fabricada na Alemanha, com planos de produção no Brasil. A disponibilização ao público ainda não tem data definida, mas o Butantan planeja vacinar prioritariamente residentes de áreas endêmicas.

O Ministério da Saúde anunciou a inclusão de tratamentos para dermatite atópica no SUS, como pomadas tacrolimo e furoato de mometasona, e o medicamento oral metotrexato. Essa medida visa ampliar o acesso a tratamentos eficazes para a condição, que afeta cerca de 20% das crianças, especialmente aquelas que não respondem a corticoides.

O Ministério da Saúde, sob a liderança de Alexandre Padilha, planeja produzir a terapia CAR-T no Brasil, em parceria com os BRICS, para tornar o tratamento oncológico mais acessível pelo SUS. A iniciativa visa reduzir os custos atuais, que superam R$ 3 milhões por paciente, para cerca de R$ 170 mil até 2025, consolidando o país como referência em terapias celulares na América Latina.

Médicos alertam que o inverno aumenta o risco de infarto em até 30% e AVC em 20%. Recomenda-se agasalhar-se, manter medicações em dia e atualizar a vacinação para proteger a saúde cardiovascular.