Imagem de sapo de chifres (Proceratophrys cf. melanopogon) foi capturada na Área de Proteção Ambiental Estadual de Macaé de Cima, evidenciando a reprodução explosiva da espécie após chuvas. O Programa Vem Sapear, apoiado pela Secretaria de Estado do Ambiente e Sustentabilidade (SEAS), visa promover a conservação da biodiversidade nas Unidades de Conservação do Rio de Janeiro.

Uma imagem impressionante de um sapo de chifres (Proceratophrys cf. melanopogon) foi capturada recentemente na Área de Proteção Ambiental Estadual de Macaé de Cima, em Nova Friburgo, Rio de Janeiro. O registro foi feito por Eduardo Maciel durante o Programa Vem Sapear, que ocorreu no início de junho. Este anfíbio, que se camufla entre as folhas caídas, é uma espécie endêmica da Mata Atlântica.
A reprodução do sapo de chifres é notável, ocorrendo de forma explosiva após chuvas intensas. Durante esse período, um grande número de machos se reúne em poças e riachos temporários, onde cantam para atrair as fêmeas. Essa característica reprodutiva é fundamental para a sobrevivência da espécie, que habita principalmente as regiões serranas do centro-norte e sul do estado do Rio de Janeiro, além do leste de São Paulo.
O Programa Vem Sapear é uma iniciativa do governo estadual que visa promover a visitação e a observação da biodiversidade nas Unidades de Conservação. Com o apoio da Secretaria de Estado do Ambiente e Sustentabilidade (SEAS), o programa busca sensibilizar a população sobre a importância da conservação das espécies. A unidade de conservação onde a imagem foi registrada é administrada pelo Instituto Estadual do Ambiente (Inea).
Além de proporcionar uma experiência única aos participantes, o programa também contribui para o conhecimento e a valorização da biodiversidade local. A observação de espécies como o sapo de chifres é essencial para entender os ecossistemas e a necessidade de preservação das áreas naturais.
Iniciativas como o Vem Sapear são cruciais para a proteção da fauna e flora brasileiras. A participação da sociedade civil é fundamental para garantir que projetos de conservação e educação ambiental continuem a ser realizados, promovendo um futuro sustentável para as próximas gerações.
Em situações como essa, a união da comunidade pode fazer a diferença na preservação da biodiversidade. Apoiar projetos que visam a conservação das espécies e a educação ambiental é uma forma eficaz de contribuir para um mundo mais equilibrado e sustentável.

Em 2023, o desmatamento no Brasil caiu 32,4%, mas o Cerrado ainda enfrenta desafios, com 652.197 hectares perdidos, exigindo políticas de fiscalização e engajamento contínuos.

O BNDES lançou o projeto "Tudo na Circularidade" com R$ 20 milhões para cooperativas de reciclagem, enquanto o Itaú se compromete a investir R$ 1 trilhão em finanças sustentáveis até 2030. Essas iniciativas visam impulsionar a economia circular e a transição para um modelo de baixo carbono.

O Congresso do México aprovou uma emenda que proíbe o uso de mamíferos marinhos em entretenimento, exigindo sua transferência para ambientes naturais. A nova lei visa proteger golfinhos e orcas, reconhecendo sua inteligência e necessidade de liberdade.

A cientista Mariangela Hungria foi a primeira mulher brasileira a conquistar o Prêmio Mundial de Alimentação em 2025, por sua pesquisa inovadora que substitui fertilizantes químicos por bactérias, aumentando a produtividade da soja em 8%.

O BNDES se prepara para a COP-30, apresentando iniciativas climáticas como o ProFloresta+ e o Fundo Clima, que já aprovou mais de R$ 10 bilhões em 2024, destacando seu papel no financiamento sustentável.
Ibama inicia ações emergenciais para conter contaminação do litoral potiguar após naufrágio da embarcação Harmonia, que liberou óleo em Extremoz e Ceará-Mirim. Sete contentores com material oleoso foram identificados.