Comissão de Meio Ambiente do Senado aprova regras para transporte aéreo de pets, incluindo rastreamento e responsabilidade das companhias por danos. Proposta avança para a Comissão de Infraestrutura.

A Comissão de Meio Ambiente do Senado aprovou, no dia 1° de abril de 2025, novas regras para o transporte aéreo de cães e gatos em voos nacionais. A proposta, que agora segue para a Comissão de Infraestrutura, foi elaborada pela relatora, senadora Margareth Buzetti (PSD-MT), e é conhecida como “Lei Joca”, em homenagem ao labrador que faleceu em abril de 2024 durante o transporte aéreo.
O texto aprovado unifica quatro projetos de lei que tramitavam juntos, sendo um deles originado na Câmara dos Deputados e aprovado logo após a morte do animal. A relatora destacou que a proposta busca resolver as falhas existentes nas legislações anteriores, especialmente em relação ao rastreamento de animais durante as viagens.
Entre as principais mudanças, está a obrigatoriedade do transporte de pets pelas companhias aéreas, que antes era opcional. Além disso, cães e gatos que viajarem fora da cabine deverão ser rastreados durante todo o trajeto, com monitoramento até a entrega ao tutor.
As companhias aéreas também serão responsabilizadas por danos ou morte dos animais, mesmo sem culpa, sendo a indenização obrigatória. A nova legislação ainda definirá normas de segurança para o transporte na cabine, permitindo que cães e gatos viajem com seus tutores, conforme o porte.
A senadora Margareth Buzetti ressaltou a importância de intervenções veterinárias nos aeroportos, sugerindo uma lista de médicos disponíveis para atender problemas que possam surgir durante o transporte. Ela também criticou a publicidade das companhias sobre a segurança dos pets, apontando que muitos casos de morte e perda de animais têm ocorrido.
Essas novas regras visam garantir a segurança e o bem-estar dos animais durante o transporte aéreo. A sociedade civil pode se mobilizar para apoiar iniciativas que promovam a proteção dos direitos dos animais, contribuindo para que situações como a do labrador Joca não se repitam.

No Dia do Vira-Lata, 31 de julho, o Instituto Ampara Animal destaca a adoção responsável e a valorização de cães e gatos sem raça definida, combatendo o preconceito e o abandono. A campanha "Somos Todos Vira-Latas" continua a conscientizar sobre a importância desses animais, que representam a maioria da população canina no Brasil.

Após ataques de cães a pedestres na Asa Norte, o Governo do Distrito Federal (GDF) realizou uma operação de resgate, vacinando e avaliando os animais. A tutora, moradora de rua, resistiu, mas dois cães foram acolhidos.

Motorista atropela 14 capivaras no Lago Sul, resultando em 12 mortes e 2 filhotes feridos. Ele alegou não ter visto os animais e foi identificado por câmeras de segurança; a Polícia Civil investiga o caso.

Cadela dá à luz 15 filhotes em túmulo depredado em cemitério de Nova Andradina (MS). Corpo de Bombeiros resgata os animais, que serão encaminhados para adoção em abrigo local. A situação gerou mobilização da comunidade.

O mercado de pet care em crescimento demanda cuidados com a legislação e a estrutura do imóvel. Consultar a prefeitura e formalizar o negócio são passos essenciais.

A Vigilância Ambiental do DF promove o Julho Dourado, destacando a importância do controle de zoonoses e oferecendo vacinação antirrábica gratuita, além de 32 cães para adoção responsável. Ações visam proteger a saúde pública.