A Síndrome de Tourette, marcada por tiques involuntários, ganha visibilidade com artistas como Billie Eilish e Lewis Capaldi. Especialistas destacam a importância da empatia e oferecem sete formas de apoio a pacientes.

A Síndrome de Tourette (ST) é uma condição neurológica que se manifesta por tiques involuntários, que podem ser motores ou fônicos. Anualmente, cerca de 150 mil novos casos são diagnosticados no Brasil, conforme dados do Hospital Israelita Albert Einstein. Apesar de ser uma condição que demanda empatia e compreensão, a ST ainda enfrenta preconceitos. Recentemente, a aceitação aumentou, especialmente após artistas como Billie Eilish e Lewis Capaldi compartilharem suas experiências com a síndrome.
A neuropsicóloga Martha Valeria Medina Rivera, da NeuronUP, destaca a importância de normalizar os sintomas da ST e a vivência dos pacientes. Ela afirma que promover a autoaceitação é fundamental para reduzir a culpa e reforçar uma imagem positiva, que não se limita ao transtorno. Para isso, é necessário oferecer apoio emocional constante, reconhecendo os esforços e dificuldades enfrentados pelos indivíduos.
Medina também enfatiza a utilização de ferramentas eficazes para a intervenção neuropsicológica, que auxiliam no controle dos sintomas. Essas ferramentas permitem um tratamento estruturado e personalizado, adaptando-se às necessidades de cada paciente e monitorando seu progresso. A seguir, são apresentadas sete maneiras de apoiar pessoas com Síndrome de Tourette.
A primeira dica é agir com naturalidade quando a pessoa estiver em crise. Reações como encarar ou rir dos tiques podem aumentar a ansiedade e intensificar os movimentos. Tratar a situação com naturalidade cria um ambiente seguro e fortalece a autoestima. Além disso, é essencial educar colegas e familiares sobre a síndrome, esclarecendo que os tiques são involuntários e não indicam desrespeito.
Criar espaços seguros e acolhedores é fundamental para que os pacientes se sintam confortáveis. Ouvir com empatia e validar os sentimentos da pessoa ajuda a reduzir o impacto emocional dos sintomas. Respeitar o espaço pessoal é igualmente importante; gestos de apoio devem ser oferecidos apenas com consentimento. Abordar o tema com respeito e sensibilidade é crucial, pois nem todos se sentem à vontade para discutir seus tiques.
Por fim, ajudar a regular o estresse é vital, já que ambientes estressantes podem intensificar os tiques. Técnicas como respiração profunda, meditação e ioga podem ser úteis. O apoio e tratamento multidisciplinares são essenciais para melhorar a qualidade de vida dos pacientes. Nessa luta, a união da sociedade pode fazer a diferença, promovendo iniciativas que ajudem a aumentar a conscientização e o apoio a pessoas com Síndrome de Tourette.

Instituto dos Cegos em São José do Rio Preto oferece reabilitação e inclusão social para mais de 280 pessoas com deficiência visual, promovendo autonomia e acesso ao mercado de trabalho. A instituição, que atende gratuitamente e sem fila de espera, realiza atividades como aulas de tecnologia assistiva, culinária e esportes, além de parcerias para facilitar a inserção profissional.

O documentário "Quando Elas se Movimentam" será exibido no Cine Brasília em 25 de março, às 18h30, com entrada gratuita, encerrando as celebrações do bicentenário do Senado e destacando a luta das mulheres. O evento contará com um debate com protagonistas e a cineasta Edileuza Penha, abordando desigualdade racial e de gênero.

O pickleball, esporte em ascensão no Brasil, atrai jogadores acima de 50 anos e promove saúde e sociabilidade. A Confederação Brasileira de Pickleball busca popularizar a modalidade em escolas.

A cobertura vacinal infantil global estagnou entre 2010 e 2023, com milhões de crianças sem vacinas, agravada pela pandemia de covid-19, segundo estudo publicado no The Lancet. A análise revela que apenas 85 dos 204 países alcançaram 90% de cobertura para DTP, evidenciando um cenário preocupante para a saúde infantil.

A Secretaria Municipal de Cultura do Rio de Janeiro lança um edital de R$ 1,3 milhão para Rodas Culturais e de Rima, com a presença de autoridades, visando apoiar 32 projetos de hip-hop. O edital contempla categorias de manutenção, circulação e um festival, promovendo a cultura urbana e fortalecendo identidades das juventudes periféricas.

No Hospital de Apoio de Brasília, o voluntariado é essencial para proporcionar dignidade e conforto a pacientes em cuidados paliativos, promovendo momentos significativos até a despedida. A coordenadora Socorro Martins Lima destaca que o apoio emocional e as atividades realizadas são fundamentais para pacientes e familiares, desmistificando a ideia de que cuidados paliativos significam "deixar morrer".