Joyce Brito, cabeleireira de Manaus, sobreviveu a um AVC hemorrágico e compartilha sua história como alerta sobre saúde e autocuidado. Após 39 dias de internação, ela enfrenta sequelas, mas busca inspirar outros.

Joyce Brito, cabeleireira de Manaus, Amazonas, passou por uma experiência transformadora após sofrer um AVC hemorrágico em 24 de dezembro de 2022. Com apenas 40 anos, ela começou a sentir sintomas graves enquanto trabalhava em seu salão. Após um colapso, foi diagnosticada com morte cerebral e todos os seus órgãos estavam em falência. Apesar das previsões médicas, Joyce surpreendeu a todos ao acordar após 39 dias em coma, iniciando um longo processo de recuperação.
Durante sua internação, Joyce enfrentou desafios significativos, incluindo a falta de equilíbrio e dificuldades motoras. Ela relembra o momento em que sua mãe chegou ao salão e a encontrou em estado crítico. "Meu corpo paralisou, comecei a espumar e não conseguia falar", conta. A situação se agravou quando, após ser transferida para um hospital, os médicos confirmaram a gravidade do seu estado, informando que ela estava com morte cerebral.
Após dias de incerteza, Joyce começou a mostrar sinais de recuperação. No quinto dia, seus rins começaram a funcionar novamente, e ela teve reações que indicaram a volta das atividades cerebrais. "Foi um milagre", afirma. Com o tempo, ela conseguiu se comunicar, se alimentar e até se levantar, embora ainda enfrente sequelas que afetam sua coordenação e sensibilidade.
Joyce reflete sobre sua vida antes do AVC, reconhecendo que sua rotina intensa e má alimentação contribuíram para sua condição. "Achava que, por ser magra, podia comer de tudo", diz. Ela destaca a importância de cuidar da saúde e gerenciar o estresse, alertando que o corpo pode ser uma "bomba-relógio". Sua experiência a motivou a compartilhar sua história como um alerta para outras pessoas.
Atualmente, Joyce está em tratamento de reabilitação e se dedica a ajudar outros a perceberem os sinais de alerta para problemas de saúde. "Nada é impossível para Deus, mas precisamos nos cuidar", enfatiza. Sua jornada de recuperação é um testemunho de resiliência e fé, e ela deseja que sua história inspire outros a priorizarem a saúde.
Histórias como a de Joyce mostram a importância de cuidar da saúde e de estar atento aos sinais do corpo. A união da sociedade pode fazer a diferença na vida de pessoas que enfrentam desafios semelhantes. Ao apoiar iniciativas que promovem a saúde e bem-estar, podemos contribuir para a recuperação e prevenção de doenças, ajudando a transformar vidas.

O GLOBO promove o evento "Cultura em movimento" para debater os desafios do setor cultural fluminense, com a presença de gestores e foco em investimentos que impactam a economia local. A discussão abordará a diversidade cultural e os benefícios econômicos gerados, destacando que R$ 139 milhões da Lei Paulo Gustavo resultaram em R$ 852,2 milhões para o estado.

A Aparelhagem Crocodilo agitou o Vale do Anhangabaú na Virada Cultural de São Paulo, com um DJ set ao lado de Miss Tacacá, destacando a cultura nortista e ritmos como tecnomelody e brega. O evento promoveu visibilidade a artistas regionais e gerou reflexões sobre a importância da arte na sociedade.

O Viveiro I da Novacap, em Brasília, agora conta com 120 reeducandas do sistema prisional, que aprendem a cultivar plantas e ajudam a embelezar a cidade. Essa iniciativa promove inclusão e remição de pena.

O Brasil atualizou suas diretrizes para nefrolitíase após 20 anos, com foco em prevenção e tratamento baseado em evidências, segundo a Sociedade Brasileira de Nefrologia. A nova abordagem busca melhorar diagnósticos e reduzir complicações.

O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, vetou partes da atualização da lei dos direitos das pessoas com deficiência, incluindo incentivos ao empreendedorismo e reestruturação da Secretaria de Educação Especial. O governo argumenta que os vetos visam evitar insegurança jurídica e conflitos com legislações vigentes. O Congresso Nacional ainda irá decidir sobre a manutenção ou derrubada dos vetos.

Apesar de bilhões em royalties do petróleo, Presidente Kennedy e Campos dos Goytacazes enfrentam pobreza, corrupção e infraestrutura deficiente, com a população sem acesso a serviços básicos essenciais.