A Associação Grupo de Trabalho Redes (AGTR), liderada por Sofía Mauricio, combate a violência e a invisibilidade das trabalhadoras domésticas no Peru, promovendo dignidade e direitos. Com projetos como La Casa de Panchita e a Van Itinerante, a AGTR busca empoderar essas mulheres, oferecendo formação e apoio jurídico, enquanto denuncia a desvalorização e a informalidade do trabalho doméstico.

A Associação Grupo de Trabalho Redes (AGTR) no Peru, liderada por Sofía Mauricio, ex-trabalhadora doméstica, tem se destacado na luta pelos direitos das trabalhadoras do lar e na erradicação do trabalho infantil. A organização, com trinta e seis anos de atuação, busca dar visibilidade e dignidade a um trabalho frequentemente desvalorizado e invisível. Projetos como La Casa de Panchita e a Van Itinerante são fundamentais para promover direitos e condições dignas para essas mulheres.
Sofía, que começou a trabalhar como babá aos sete anos, compartilha experiências de discriminação e violência que marcaram sua trajetória. Ela relata casos alarmantes, como o de uma jovem que tentou se jogar de um prédio para escapar de uma situação de abuso. Dados recentes indicam que 16% das trabalhadoras do lar enfrentam violência psicológica e 10%, violência física, evidenciando a urgência de ações efetivas.
Apesar da promulgação da Lei nº 31047, que visa regularizar as condições de trabalho das empregadas domésticas, a informalidade ainda predomina. Segundo o Ministério do Trabalho do Peru, 95% dessas trabalhadoras não possuem contrato formal, e apenas 5% têm acesso a seguro social. A falta de reconhecimento do trabalho doméstico como uma atividade profissional contribui para a perpetuação da exploração e da vulnerabilidade dessas mulheres.
A AGTR oferece suporte por meio de iniciativas como La Casa de Panchita, que proporciona formação e acompanhamento jurídico, além de promover a intermediação responsável entre trabalhadoras e empregadores. A Van Itinerante, por sua vez, realiza visitas a locais de grande circulação para informar e conscientizar sobre os direitos trabalhistas, alcançando aquelas que ainda não conhecem suas garantias.
Outro projeto inovador da AGTR é o Taller de Improvisación Teatral y Artes Expresivas (TITA), que utiliza a arte como ferramenta de empoderamento emocional. As participantes têm a oportunidade de expressar suas histórias e emoções, promovendo a autoestima e a cura de traumas. Essas ações são essenciais para a transformação da realidade das trabalhadoras do lar no Peru.
Com planos de expansão, como a criação de uma Escola de Especialização em Trabalho de Cuidado, a AGTR busca apoio para continuar sua missão. A união da sociedade civil pode ser um fator decisivo para garantir melhores condições de vida e trabalho para essas mulheres. Iniciativas que promovem a dignidade e os direitos das trabalhadoras do lar merecem ser apoiadas e estimuladas.

O governo de Luiz Inácio Lula da Silva firmou convênios de R$ 19,1 milhões com a ONG Unisol, ligada ao Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, para projetos em direitos humanos e limpeza na terra yanomami. A parceria visa fortalecer a sociedade civil e resgatar políticas públicas.

Zeca Pagodinho recebeu Ney Matogrosso em seu sítio em Xerém para um almoço, onde a dupla se divertiu em um triciclo, momento que viralizou nas redes sociais. O local é um refúgio do artista, que promove rodas de samba e atividades terapêuticas com animais.

O Governo do Distrito Federal inaugurou o primeiro hotel social permanente para a população em situação de rua, com 200 vagas e espaço para animais de estimação. A estrutura oferece acolhimento digno e serviços essenciais.

Neymar, afastado desde abril, promove leilão em homenagem ao Instituto Projeto Neymar Jr. em 10 de junho de 2025, data de jogo do Brasil contra o Paraguai. Evento exclusivo atrai celebridades e reforça seu impacto social.

O Instituto Esperança lançou uma campanha para arrecadar fundos e distribuir kits escolares a crianças de baixa renda, visando garantir acesso a materiais essenciais para a educação. A iniciativa busca aliviar as dificuldades financeiras enfrentadas por famílias nesta volta às aulas.

A gestão coletiva de bens comuns, proposta por Elinor Ostrom, desafia a "tragédia dos comuns" de Garrett Hardin, destacando a importância do terceiro setor na governança e defesa desses recursos. A colaboração entre Estado, mercado e sociedade civil é essencial para evitar crises ambientais e sociais.