Três portarias do Ministério da Saúde ampliam o tratamento da dermatite atópica no SUS, incluindo tacrolimo, furoato de mometasona e metotrexato, aumentando o acesso a esses medicamentos essenciais.

Três portarias publicadas no Diário Oficial da União ampliam o tratamento da dermatite atópica pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Os documentos incluem a incorporação de duas pomadas, tacrolimo e furoato de mometasona, além do medicamento oral metotrexato. O Ministério da Saúde informou que o tacrolimo e o furoato de mometasona são indicados para pacientes que não podem usar corticoides ou que apresentam resistência aos tratamentos disponíveis.
A ampliação do acesso ao tacrolimo é considerada um benefício significativo, uma vez que este medicamento possui alto custo e seu uso era restrito. O metotrexato será indicado para casos graves de dermatite atópica, especialmente em pacientes que não podem utilizar a ciclosporina, que já está disponível na rede pública.
A dermatite atópica é uma condição crônica e genética, caracterizada por coceira intensa e pele ressecada. Ela afeta principalmente áreas de dobras do corpo, como cotovelos, joelhos e pescoço. Embora prevalente na infância, a doença também pode surgir na adolescência e na fase adulta, com variações significativas entre os pacientes em termos de intensidade e resposta ao tratamento.
O Ministério da Saúde destacou que, em crianças pequenas, a face é uma área frequentemente afetada pela dermatite atópica. A condição é uma das formas mais comuns de eczema, e sua gravidade pode variar de um paciente para outro, exigindo abordagens personalizadas no tratamento.
Com a inclusão desses novos medicamentos no SUS, espera-se que mais pacientes tenham acesso a tratamentos eficazes, melhorando a qualidade de vida de quem sofre com a dermatite atópica. Essa mudança representa um avanço importante na saúde pública, refletindo o compromisso do governo em atender às necessidades de saúde da população.
Nossa união pode fazer a diferença na vida de muitos que enfrentam essa condição. Projetos que buscam apoiar o acesso a tratamentos e medicamentos são essenciais e podem transformar a realidade de pacientes e suas famílias.

A endometriose afeta cerca de 190 milhões de mulheres no mundo, com diagnóstico demorado e novos tratamentos disponíveis pelo SUS, como o DIU hormonal, promovendo avanços no cuidado à saúde feminina.

Novas estratégias, como Protocolos de Aconselhamento Individual e Planos de Refeições, visam aplicar o Guia Alimentar para a População Brasileira na prática clínica, promovendo uma alimentação saudável e personalizada. Profissionais de saúde relatam maior confiança nas orientações alimentares, contribuindo para a redução do consumo de ultraprocessados e melhorando a saúde coletiva.

A Justiça de São Paulo determinou que a Amil forneça um "coração artificial" a uma criança com síndrome da hipoplasia de ventrículo esquerdo, após negativa da operadora. A decisão destaca a prioridade da saúde sobre interesses econômicos.

A partir de 19 de março, a vacinação contra a gripe em São Paulo será ampliada para toda a população a partir de seis meses, visando prevenir doenças respiratórias. A medida, anunciada pelo secretário municipal da Saúde, Luiz Carlos Zamarco, busca aumentar a cobertura vacinal, que atualmente é de 61,11% entre grupos prioritários. A vacinação ocorrerá nas Unidades Básicas de Saúde e Assistências Médicas Ambulatoriais, de segunda a sábado.

A Fiocruz, por meio de Farmanguinhos, firmou parcerias com a EMS para produzir liraglutida e semaglutida no Brasil, visando reduzir custos e ampliar o acesso a esses medicamentos. A produção começará em Hortolândia (SP) e deve facilitar a inclusão no Sistema Único de Saúde (SUS).

Revitalização da UTI do Hospital da Região Leste avança com melhorias estruturais e novos equipamentos, aumentando a agilidade nas cirurgias complexas e otimizando o fluxo de leitos. A superintendente Maria de Lourdes Castelo Branco destaca que a entrega das melhorias coincide com a chegada de anestesistas, visando ampliar o volume cirúrgico.