O Tribunal de Justiça do Rio (TJRJ) lança o programa Rio Lilás para educar sobre violência doméstica nas escolas, promovendo a conscientização e a prevenção desde a infância. A iniciativa, coordenada pela desembargadora Adriana Ramos de Mello, envolve magistrados em encontros com alunos e premiará os melhores trabalhos com o "Selo/Prêmio Fluminense de Educação em Direitos das Mulheres Coem/TJRJ – Carolina Maria de Jesus". O programa também criará o "Espaço Maria da Penha" nas escolas, com acervo sobre direitos das mulheres.

O Tribunal de Justiça do Rio (TJRJ) anunciou o lançamento do programa Rio Lilás, que ocorrerá na noite desta segunda-feira, 18 de agosto. O objetivo é promover a conscientização sobre violência doméstica nas escolas da rede municipal do Rio de Janeiro, visando a prevenção da violência de gênero, racismo e discriminação desde os primeiros anos de formação educacional. A iniciativa é da Coordenadoria Estadual da Mulher em Situação de Violência Doméstica e Familiar (Coem) e conta com a colaboração das secretarias municipais de Educação e Especial de Políticas para Mulheres e Cuidados.
O programa, coordenado pela desembargadora Adriana Ramos de Mello, é voltado para alunos a partir de dez anos e para adultos matriculados na Educação de Jovens e Adultos (EJA). O Rio Lilás incluirá uma série de ações educativas nas escolas que aderirem ao projeto, com destaque para encontros entre magistrados e alunos, denominados “Conexão Escola-TJRJ”. Essas reuniões buscarão fortalecer a discussão sobre os temas propostos e promover a conscientização social.
As escolas participantes deverão integrar o tema da violência contra meninas e mulheres em suas propostas pedagógicas, estimulando reflexões que serão debatidas durante os encontros. Após as reuniões, os alunos criarão redações e desenhos, com os melhores trabalhos sendo premiados com o “Selo/Prêmio Fluminense de Educação em Direitos das Mulheres Coem/TJRJ – Carolina Maria de Jesus”.
Outra ação importante do programa é a criação do “Espaço Maria da Penha” nas salas de leitura das escolas, onde serão disponibilizados livros e materiais sobre a Lei Maria da Penha e os direitos das mulheres. O acervo incluirá publicações como “Malala – Minha história em defesa dos direitos das meninas” e “Lei Maria da Penha em Miúdos”. O programa já tem agenda definida para setembro, começando pelo Ginásio Experimental Tecnológico Darcy Vargas, no dia 5.
O programa também se expandirá para outras unidades, como o Ciep Avenida dos Desfiles, no dia 18 de setembro, e o Ginásio Experimental Tecnológico Jenny Gomes, no dia 24 de setembro. A cerimônia de lançamento contará com a presença de centenas de alunos da rede municipal e será transmitida pelo YouTube, ampliando o alcance da iniciativa.
Iniciativas como o Rio Lilás são fundamentais para a construção de uma sociedade mais justa e igualitária. A mobilização da comunidade em torno de projetos que promovem a educação e a conscientização pode fazer a diferença na vida de muitas pessoas. A união em torno de causas sociais é essencial para fortalecer a rede de apoio às vítimas de violência e promover a equidade de gênero.

A Comissão de Defesa dos Direitos da Pessoa Idosa aprovou proposta que obriga o poder público a buscar leitos de UTI em hospitais privados para pessoas com 80 anos ou mais quando não houver vagas em instituições públicas. A medida visa garantir acesso à saúde para idosos vulneráveis, mas levanta questões sobre a universalidade do atendimento. O projeto segue para análise em outras comissões antes de ser votado pela Câmara e Senado.

No Dia D da Operação Shamar, 94 homens foram detidos no Rio de Janeiro, totalizando mais de 210 prisões desde o início da ação, que visa combater a violência contra a mulher. O governador Cláudio Castro reafirmou o compromisso do governo com a proteção das mulheres e a punição dos agressores.

Movimento Desconecta, fundado por mães em São Paulo, já conta com mais de 10 mil assinaturas para adiar a entrega de celulares até os 14 anos e redes sociais até os 16, visando proteger crianças dos riscos digitais.

O GSH Banco de Sangue de Brasília enfrenta uma crise, com estoques 75% abaixo do ideal, e faz um apelo urgente por doações, especialmente de sangue tipo O negativo, antes e após as férias. A queda nas doações é atribuída ao período de férias e ao aumento de doenças respiratórias. A entidade destaca que um simples gesto pode salvar vidas e pede que pessoas saudáveis compareçam para doar. O atendimento ocorre de segunda a sábado, e a doação é rápida e segura.

Brasília se consolida como um centro de tecnologia e inovação com a realização da Campus Party Brasil e do Inova Summit em junho, além do novo ciclo do programa StartBSB para apoiar até 100 startups em 2025.
A Unidade Básica de Saúde (UBS) 4 do Itapoã inicia reformas para aprimorar o atendimento e as condições de trabalho, com conclusão em 20 dias úteis. Durante as obras, os atendimentos ocorrerão em outra sala.