O fenômeno do "athleisure" e a influência de personalidades como Pedro Paulo Amorim, o "Treinador PP", destacam a corrida como um símbolo de saúde e inclusão nas redes sociais. Apesar do aumento da informação sobre bem-estar, a realidade mostra que muitos brasileiros ainda não se exercitam o suficiente.

O interesse por saúde e bem-estar nas redes sociais cresceu significativamente, especialmente durante a pandemia. Influenciadores e aplicativos de fitness têm promovido um estilo de vida ativo, tornando o treino uma tendência popular. Em 2020, o número de vídeos de fitness no YouTube aumentou mais de cinco vezes, refletindo uma busca por saúde mental e física. Além disso, o uso de aplicativos que monitoram batimentos cardíacos e conectam corredores globalmente se tornou comum, criando um ecossistema digital que otimiza nutrição e performance.
Patrícia Barão, professora do MBA online de Marketing da Fundação Álvares Penteado, destaca que o treino se transformou em uma extensão da identidade das pessoas. Cuidar de si é visto como um gesto social que comunica valores e estilo de vida. O corpo se tornou um projeto, e executivos, por exemplo, têm adotado uma abordagem metódica em suas rotinas de exercícios, comparando o triatlo a um MBA. Essa lógica de gestão se reflete em planilhas e métricas, mas nem todos têm acesso a essa rotina.
O fenômeno do "athleisure" também contribuiu para essa transformação, fazendo com que roupas de treino se tornassem parte do vestuário diário. Essa tendência permite que mesmo aqueles que não se exercitam regularmente projetem uma imagem de saúde e produtividade. O mercado global de athleisure movimentou cerca de R$ 1,5 trilhão em 2023, com previsão de crescimento para R$ 3,5 trilhões até 2032. Essa mudança de comportamento reflete um desejo de status e controle sobre o tempo.
Márcio Atalla, colunista do GLOBO, aponta um paradoxo: apesar do aumento da informação sobre saúde, a maioria da população não atinge os níveis mínimos de atividade física. Dados mostram que setenta e cinco por cento dos brasileiros não se exercitam o suficiente, e sessenta e oito por cento estão acima do peso. Para Atalla, a solução envolve políticas públicas que integrem exercício físico ao cotidiano, como o uso de bicicletas em cidades como Amsterdã e Copenhague.
Pedro Paulo Amorim, conhecido como Treinador PP, é um exemplo de como a corrida pode ser uma ferramenta de inclusão e inspiração. Com mais de quinhentos mil seguidores no Instagram, ele utiliza sua experiência pessoal para motivar outros a se exercitarem. PP começou a correr como uma forma de lidar com o estresse e, ao compartilhar suas experiências, conseguiu engajar sua comunidade. Ele se destaca por promover uma corrida acessível, explorando a cidade de forma democrática e incentivando a prática esportiva.
A trajetória de PP ilustra como a corrida pode ser uma forma de superação e conexão social. Ele busca desenvolver projetos voltados para iniciantes, ajudando as pessoas a entenderem melhor seu corpo e mente. A união em torno de iniciativas que promovem saúde e bem-estar pode fazer a diferença na vida de muitos. Apoiar projetos que incentivem a prática de atividades físicas e a inclusão social é fundamental para transformar essa realidade e beneficiar comunidades inteiras.

O youtuber Felipe Bressamin Pereira, conhecido como Felca, participará do programa "Altas Horas" para discutir seu vídeo viral sobre "adultização", que já conta com mais de 31 milhões de visualizações. O conteúdo gerou investigações sobre a exploração de crianças na internet e mobilizou o Congresso Nacional. A atração vai ao ar no sábado (16) e contará com a presença de outros convidados renomados.

Vinte e dois militares do Exército Brasileiro se formaram no curso de Serralheiro, promovido pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial do Distrito Federal (Senai-DF), capacitando-os para o mercado da construção civil. A cerimônia de entrega dos certificados ocorreu em 18 de junho, destacando a parceria entre Senai, o Exército e o Sinduscon-DF, que visa facilitar a transição dos militares para a vida civil. Com mais de 2,6 mil formados desde 2016, a iniciativa reforça a empregabilidade no setor.

O Prêmio Espírito Público está com inscrições abertas até 5 de junho de 2025, oferecendo R$ 10 mil para projetos que melhorem serviços públicos no Brasil. Servidores com cinco anos de experiência podem participar em sete categorias.

Estudante de Pedagogia, Júlia Couto, conquistou visibilidade ao reclamar sobre o novo bilhete de transporte, o Jaé, e foi ouvida pelo prefeito Eduardo Paes, gerando polêmica após vídeo com a Riocard.

Rafaela Silva, campeã olímpica de judô, planeja um projeto social para crianças em vulnerabilidade, promovendo inclusão e saúde mental, inspirado em sua própria trajetória de superação.

A Praça dos Três Poderes foi o cenário da celebração do Dia Mundial da Diversidade Cultural, com música, oficinas e debates, promovendo intercâmbio cultural e inclusão. O evento, organizado pela Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec-DF) e o Supremo Tribunal Federal (STF), destacou artistas como Maria Gadú e Diogo Nogueira, além de stands de embaixadas. A programação envolveu alunos da rede pública e enfatizou a importância da diversidade cultural para a democracia.