A UnDF lança a 2ª edição dos Programas Institucionais de Iniciação Científica e de Desenvolvimento Tecnológico, com 60 bolsas de R$ 700 por 12 meses. Inscrições de 28 de abril a 12 de maio.

A Universidade do Distrito Federal Professor Jorge Amaury Maia Nunes (UnDF) anunciou a abertura das inscrições para a 2ª edição dos Programas Institucionais de Iniciação Científica (PIC) e de Desenvolvimento Tecnológico e Inovação (PIDTI). Com um total de sessenta bolsas de R$ 700,00 cada, os programas visam incentivar a pesquisa entre estudantes de graduação e do Ensino Médio. As inscrições estarão abertas de 28 de abril a 12 de maio de 2025, conforme publicado no Diário Oficial do Distrito Federal.
A pró-reitora de pesquisa e pós-graduação da UnDF, Fabiana França, destacou a importância do novo edital, que dobra o número de bolsas em relação à edição anterior, que ofereceu trinta. “Estamos muito felizes com a publicação deste segundo edital de Iniciação Científica”, afirmou. O aumento no número de bolsas permitirá a seleção de até sessenta projetos, ampliando as oportunidades para os alunos envolvidos em pesquisas científicas.
Os bolsistas deverão dedicar no mínimo dez horas semanais às atividades de pesquisa, conforme estipulado no edital. As inscrições serão feitas online pelos docentes responsáveis pelos projetos, que poderão inscrever até dois estudantes: um como bolsista e outro como voluntário. É fundamental que os docentes orientadores acompanhem o cronograma e os prazos estabelecidos.
Os participantes do programa devem elaborar um projeto e um plano de trabalho em conjunto com seus orientadores. Além disso, é necessário cumprir um cronograma e garantir uma frequência mínima de setenta e cinco por cento nas disciplinas. Os alunos também devem assinar um Termo de Compromisso e participar da Semana de Iniciação Científica da UnDF e de outros eventos relacionados.
O Programa Institucional de Iniciação Científica (PIC) e o Programa Institucional de Desenvolvimento Tecnológico e Inovação (PIDTI) foram criados em 2023, com a Resolução nº 15, que detalha o funcionamento dos programas. O PIC abrange pesquisas básicas ou aplicadas, enquanto o PIDTI foca no desenvolvimento e aperfeiçoamento de produtos e processos, sempre sob a supervisão de um professor orientador da UnDF ou de suas escolas vinculadas.
Iniciativas como essas são essenciais para o desenvolvimento da pesquisa e inovação no Brasil. O apoio à pesquisa científica e tecnológica pode transformar a realidade de muitos estudantes e contribuir para o avanço da sociedade. Nessa situação, nossa união pode ajudar os menos favorecidos a alcançar seus objetivos e a desenvolver projetos que beneficiem a comunidade.

A Universidade Presbiteriana Mackenzie lançou uma série de cursos gratuitos, presenciais e online, em áreas como Tecnologia e Gestão, com certificação para participantes que alcançarem nota mínima. A iniciativa visa promover a inclusão educacional e o desenvolvimento de competências essenciais, permitindo que pessoas de todas as idades e formações ampliem seus conhecimentos e melhorem suas oportunidades profissionais.

A Microsoft, através da plataforma Eu Capacito, disponibiliza cursos gratuitos com certificação reconhecida, focando em áreas como análise de dados e programação. Essa iniciativa visa qualificar profissionais em um mercado de TI em expansão.

Movimentos indígenas buscam criar universidade indígena com apoio do MEC para valorizar suas culturas e saberes. A proposta, que avança no governo Lula, visa transformar o modelo educacional e atender demandas históricas.
Escola Classe 11 de Taguatinga inicia Programa Saúde nas Escolas com vacinação e palestras. A ação visa imunizar 90% dos alunos e integra esforços dos ministérios da Saúde e da Educação.

A FAPESP e a Fundação Roberto Marinho anunciaram os projetos selecionados para a 4ª edição do Prêmio Ciência para Todos, envolvendo 100 propostas de 95 escolas. Os participantes passarão por formações online até 29 de setembro, abordando técnicas educacionais e produção audiovisual. A edição de 2025, com o tema “Um mundo melhor para todos”, alinha-se aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU, promovendo a reflexão sobre a ciência e a formação de cidadãos críticos.

O Brasil enfrenta um déficit de mão de obra qualificada na Revolução 4.0, com a necessidade de formar 14 milhões de trabalhadores até 2027, impactando a competitividade industrial. A falta de profissionais capacitados, especialmente em Tecnologia da Informação, é alarmante, com 81% dos empregadores enfrentando dificuldades. A mudança de interesse dos jovens pela indústria para o empreendedorismo agrava a situação.