A Universidade do Distrito Federal (UnDF) lança a 2ª edição dos programas de iniciação científica e inovação, com 60 bolsas de R$ 700 por 12 meses. Inscrições de 28 de abril a 12 de maio.

A Universidade do Distrito Federal Professor Jorge Amaury Maia Nunes (UnDF) anunciou a 2ª edição dos programas institucionais de iniciação científica (PIC) e de desenvolvimento tecnológico e inovação (PIDTI). Serão oferecidas 60 bolsas de R$ 700,00 mensais por um período de 12 meses. O edital foi publicado no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) no dia 9 de abril e as inscrições ocorrerão de 28 de abril a 12 de maio.
A pró-reitora de pesquisa e pós-graduação da UnDF, Fabiana França, expressou satisfação com o aumento das bolsas, que dobrou em relação à primeira edição, realizada em 2024, quando foram oferecidas 30 bolsas. A nova edição visa selecionar até 60 projetos, com foco em Ações Afirmativas do Distrito Federal, ampliando as oportunidades para os estudantes.
Os estudantes de graduação da UnDF e de suas escolas vinculadas poderão se inscrever por meio de um processo online, que deve ser realizado pelos docentes responsáveis pelos projetos. Cada docente pode inscrever até dois estudantes: um como bolsista e outro como voluntário. Os bolsistas devem dedicar no mínimo 10 horas semanais à pesquisa, conforme as diretrizes do edital.
Os docentes orientadores têm responsabilidades específicas, como elaborar o projeto junto ao estudante, acompanhar o cronograma e enviar relatórios. Já os discentes devem cumprir o plano de trabalho, manter frequência mínima de 75% nas disciplinas e participar de eventos relacionados, como a SemIC/UnDF.
O programa institucional de iniciação científica (PIC) e o programa institucional de desenvolvimento tecnológico e de inovação (PIDTI) foram criados pela resolução nº 15, publicada em 2023. O PIC abrange pesquisas básicas ou aplicadas, enquanto o PIDTI foca no desenvolvimento e viabilização de produtos e processos, sempre sob a supervisão de um professor orientador.
Iniciativas como essa são fundamentais para fomentar a pesquisa e a inovação entre os jovens. A união da sociedade civil pode ser um grande impulso para apoiar projetos que visam o desenvolvimento científico e tecnológico, contribuindo para um futuro mais promissor e inclusivo.

O Governo do Distrito Federal inaugurou seis módulos escolares no Centro Educacional do PAD/DF, com investimento de R$ 1,6 milhão, beneficiando 420 alunos na zona rural do Paranoá. A ação, que contou com a presença da governadora em exercício, Celina Leão, e da secretária de Educação, Hélvia Paranaguá, visa modernizar a infraestrutura escolar e garantir acesso à educação integral, promovendo dignidade e permanência das famílias no campo.

Estão abertas até 27 de julho as inscrições para um curso online gratuito de operador de telemarketing, com 1.020 vagas disponíveis, promovido pelo programa Qualifica SP. As aulas começam em 4 de agosto e visam aprimorar a comunicação e a empregabilidade dos participantes.

O Caixa Tem anunciou um pagamento extra de R$ 200 para estudantes do programa Pé-de-Meia, entre 25 de agosto e 1º de setembro de 2025, visando incentivar a frequência escolar. O programa do MEC apoia jovens de famílias de baixa renda na conclusão do ensino médio.

Desinformação sobre o Transtorno do Espectro Autista (TEA) cresceu 150 vezes no Telegram na América Latina, com Brasil liderando em conteúdo enganoso. Estudo revela riscos à saúde e à inclusão.

Aprova DF alcança mais de 21,6 mil participantes em três meses, superando expectativas. O projeto, que oferece preparação gratuita para concursos, tem transformado vidas e combatido desigualdades. Com aulas aos finais de semana e suporte completo, o Aprova DF se destaca pela qualidade do ensino e pelo impacto social positivo.

Pesquisas recentes indicam que um ensino mais abrangente da genética pode combater crenças em determinismo genético, racismo e eugenia. A abordagem tradicional, focada em genes isolados, é insuficiente.