Estão abertas as inscrições para 92 cursos gratuitos de inverno na FFLCH da USP, com 7.385 vagas disponíveis. As aulas começam em 31 de julho e são destinadas a maiores de 18 anos, com sorteio para as vagas.

A Comissão de Cultura e Extensão da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da Universidade de São Paulo (USP) anunciou a abertura das inscrições para noventa e dois cursos gratuitos de inverno. Com um total de sete mil trezentas e oitenta e cinco vagas, as aulas têm início em trinta e um de julho e são voltadas para pessoas maiores de dezoito anos, independentemente de serem estudantes da USP.
Os cursos, que serão oferecidos online, abrangem três áreas principais: Filosofia, Ciências Humanas e Linguística e Literatura. Essa iniciativa visa promover novas oportunidades de aprendizado e formação, refletindo as pesquisas em andamento na FFLCH e sua relevância para os debates contemporâneos na sociedade brasileira.
O professor Wagner Costa Ribeiro, presidente da Comissão de Cultura e Extensão da FFLCH, destacou que essa é uma chance de ampliar o diálogo sobre questões complexas que afetam a sociedade. As inscrições ocorrerão em seis blocos, começando em vinte e um de julho, e as vagas serão distribuídas por meio de sorteio. Os alunos que mantiverem uma frequência de setenta e cinco por cento receberão um certificado de conclusão.
Os cursos disponíveis incluem temas variados, como a centralidade de mulheres negras na história, a intertextualidade na literatura, e a sociologia do esporte. Cada grupo de cursos terá um período específico para inscrições, permitindo que os interessados escolham as opções que mais lhes interessam.
Além de promover a educação, essa iniciativa também busca fomentar a reflexão crítica sobre temas relevantes, como mudanças climáticas, literatura contemporânea e a relação entre arte e sociedade. A diversidade dos cursos reflete a riqueza do conhecimento produzido na FFLCH e a importância de sua disseminação.
Iniciativas como essa são fundamentais para o fortalecimento da educação e da cultura. A união da sociedade civil pode ser um grande impulso para apoiar projetos que promovam o acesso ao conhecimento e a formação de cidadãos mais conscientes e engajados.

A Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Educação de 2024 revela que apenas 76,7% dos jovens estão na série correta do ensino médio, com 44% da população sem educação básica. O Brasil ainda enfrenta desafios significativos na educação, com metas do Plano Nacional de Educação (PNE) de 2014 não cumpridas.

Irmãs de Barueri, SP, Beatriz e Isabella Toassa foram reconhecidas no "Global Child Prodigy Awards" em Londres, destacando-se na categoria Educação e promovendo a ciência brasileira globalmente. Elas entregaram um telescópio a um ganhador do Nobel e anunciaram um clube de ciência em parceria com a Embaixada dos EUA.

Estão abertas as inscrições para o curso gratuito "Projeto Querino na sala de aula", promovido pela Escola Fundação Itaú, que visa enriquecer o ensino sobre a cultura afro-brasileira. Com carga horária de 30 horas, a capacitação é voltada a educadores da Educação Básica e busca fomentar atividades antirracistas nas escolas. As inscrições podem ser feitas no site da fundação.

Estão abertas as inscrições para 75 cursos gratuitos em turismo, com 1.891 vagas, oferecidos pelo Ministério do Turismo e Senac até esta sexta-feira, 16. As oportunidades são para pessoas com renda familiar per capita de até dois salários mínimos.

O Ministério do Turismo e a UFMA oferecem curso online gratuito de Gestor de Turismo. Inscrições abertas até 30 de setembro de 2025. O curso, com 50 horas de duração, é totalmente online e visa qualificar profissionais do setor turístico. Com quatro módulos, aborda planejamento, legislação, gestão de projetos e habilidades sociocomportamentais. Os participantes recebem certificado ao atingir nota mínima de setenta pontos. É voltado a profissionais e estudantes interessados em desenvolver suas competências na área.

Seis estados brasileiros não cumprem a carga horária mínima de 2.400 horas para a formação básica no Ensino Médio, conforme estudo da Rede Escola Pública e Universidade. Amazonas e Bahia são os mais afetados.