Vândalos tentaram furtar as esculturas de bronze do Chafariz dos Jacarés, no Rio, causando danos ao monumento. As peças serão retiradas para proteção, enquanto a prefeitura planeja reparos na estrutura.

Vândalos tentaram furtar as esculturas em bronze do Chafariz dos Jacarés, um monumento histórico tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), localizado no Passeio Público, no Centro do Rio de Janeiro. A Secretaria Municipal de Conservação e Serviços Públicos foi notificada sobre o ato no último sábado, e o secretário Diego Vaz determinou a retirada temporária das peças para protegê-las de novas ações criminosas.
Os jacarés, que integram a estrutura do chafariz, não sofreram danos, mas os criminosos removeram blocos de pedras que os protegiam, causando danos ao monumento. Para restaurar a segurança e a integridade da obra, será necessário elaborar um projeto para recolocar as rochas, permitindo que as esculturas sejam devolvidas ao local após os reparos.
Diego Vaz comentou sobre a gravidade da situação, afirmando que a ação dos vândalos demonstra um total desrespeito pelo patrimônio cultural da cidade. Ele destacou a audácia dos criminosos em mexer com pedras enormes de uma fonte tombada, um bem cultural inestimável. A retirada das esculturas é vista como a única forma de garantir sua segurança e proteger a estrutura original do chafariz.
As esculturas em bronze serão encaminhadas para um local seguro, sob a custódia da Gerência de Monumentos da Secretaria de Conservação. O objetivo é que elas sejam reinstaladas no chafariz após a conclusão dos reparos e da restauração da fonte, que foi criada por Mestre Valentim e datada de mil setecentos e oitenta e três.
O chafariz, conhecido como o Chafariz do Menino, é famoso por sua escultura de uma criança sentada sobre um barril, de onde a água jorra. Na parte traseira, quase escondidos pela vegetação, estão os dois jacarés modelados em bronze, que fazem parte de um conjunto maior, composto por escadarias e amuradas. A prefeitura acredita que as esculturas sejam de bronze puro, o que as torna ainda mais pesadas.
Nesta situação, a união da sociedade pode ser fundamental para garantir a preservação desse importante patrimônio cultural. A mobilização da comunidade pode ajudar a arrecadar recursos para a restauração e proteção de monumentos históricos, assegurando que futuras gerações possam desfrutar de sua beleza e significado.

O Ministério da Cultura autorizou a companhia Palavra Certa Arte e Conteúdo Ltda. a captar R$ 986.188 para o espetáculo "Caravaggio", que terá 24 apresentações em São Paulo até 31 de dezembro. A produção, com texto de Franz Keppler e direção de José Possi Neto, promete unir teatro e dança, explorando a vida do pintor italiano.

A exposição "Superfine: Tailoring Black Style" no Met Costume Institute revela a evolução do dandyismo negro, destacando sua transformação de símbolo de escravidão a expressão de identidade e resistência. A mostra, que abre ao público em dez de maio, explora mais de três séculos de representações artísticas, evidenciando a complexidade da moda e da cultura negra na arte europeia.

No dia 28 de setembro, um passeio gratuito de Maria Fumaça entre Campinas e Tanquinho promete resgatar a história ferroviária brasileira. A iniciativa, da Prefeitura de Campinas e da ABPF, oferece uma experiência única com paradas históricas e transporte gratuito. As inscrições começam em 20 de setembro, com apenas 40 vagas disponíveis.

A Universidade Estadual de Maringá (UEM) oferece cursos gratuitos de iniciação e montagem teatral, com inscrições abertas até 18 de abril. As aulas ocorrem de abril a agosto, sem necessidade de experiência prévia.

A Casa do Sol, lar da escritora Hilda Hilst, reabre após 18 meses de restauro com a Feira Literária Hilstianas, promovendo cultura e revitalização do espaço. O evento inclui atividades artísticas e residências criativas.

Entre 18 e 24 de abril, São Paulo recebe exposições que refletem a conexão entre humanidade e natureza, destacando a arte contemporânea latino-americana. As mostras incluem "Histórias da Floresta" no Museu Catavento, que promove a cultura indígena e a preservação ambiental, e a individual de Guglielmo Castelli, que traz obras abstratas. A artista dominicana Hulda Guzmán também é destaque no Masp, com obras que abordam a crise climática. As exposições oferecem experiências tanto pagas quanto gratuitas, enriquecendo o cenário cultural da cidade.