Alunos da rede municipal do Rio de Janeiro receberão óculos de grau gratuitos a partir de 9 de janeiro de 2025, com a meta de atender mais de 5 mil estudantes em 19 escolas. O projeto Visão Esperança, da ONG Parceiros da Educação Rio, já beneficiou 4 mil alunos em 2024. A iniciativa inclui triagem e exames oftalmológicos, visando corrigir problemas visuais que afetam o aprendizado. A entrega inicial ocorrerá na Escola Municipal Edmundo Bittencourt, em Benfica.

A partir de 9 de janeiro de 2025, alunos da rede municipal de ensino do Rio de Janeiro receberão óculos de grau gratuitos através do projeto Visão Esperança, promovido pela ONG Parceiros da Educação Rio. A primeira entrega do ano ocorrerá na Escola Municipal Edmundo Bittencourt, localizada em Benfica, beneficiando estudantes do 1º ao 5º ano do Ensino Fundamental. A iniciativa inclui triagem, exames oftalmológicos e doação dos óculos, com a meta de distribuir quinhentas unidades em dezenove escolas até o final do ano.
Ao longo de 2025, mais de cinco mil estudantes devem ser atendidos. Em 2024, o projeto já havia beneficiado quatro mil alunos, resultando na entrega de quatrocentos óculos. A ação visa corrigir problemas visuais não identificados, que muitas vezes afetam o desempenho escolar e a autoestima de crianças em fase de alfabetização.
Um levantamento realizado pela ONG indica que entre dez e vinte por cento dos alunos da rede pública apresentam algum grau de deficiência visual não corrigida. O diagnóstico e a correção são fundamentais para garantir a permanência escolar e a melhoria do aprendizado. Luiz Octavio Lima, diretor-executivo da ONG, destaca que "a dificuldade de enxergar nem sempre é percebida pela criança, mas afeta diretamente sua capacidade de aprender".
O projeto é realizado em parceria com a Secretaria Municipal de Educação e conta com o apoio das empresas Zerezes, Fuel e Haytek, que fornecem as armações, lentes e apoio logístico. Os exames oftalmológicos são realizados por profissionais da clínica Vita Oftalmologia, garantindo um atendimento de qualidade aos alunos.
A entrega dos óculos é um momento especial, pois representa a abertura de novas possibilidades para os alunos. A iniciativa não apenas melhora a visão, mas também contribui para um ambiente escolar mais inclusivo e produtivo. A correção da visão pode ser um divisor de águas na vida dessas crianças, impactando diretamente seu aprendizado e desenvolvimento.
Projetos como o Visão Esperança devem ser estimulados pela sociedade civil, pois a união em torno de causas sociais pode transformar a realidade de muitos. A mobilização em torno de iniciativas que visam melhorar a qualidade de vida e a educação de crianças é essencial para um futuro mais justo e igualitário.

Saulo Arcoverde será Clinio de Freitas no filme sobre Lars Grael, que começará a ser filmado neste semestre sob a direção de Marcos Guttman. A produção é da Tambellini Filmes e contará com Caroline Abras no elenco.

A Sky High Farm, de Dan Colen, lançará a bienal “TREES NEVER END AND HOUSES NEVER END” em junho, com mais de 50 artistas contribuindo para arrecadar fundos para comunidades carentes. O evento, que ocorrerá em um armazém histórico em Germantown, marca a mudança da fazenda para uma nova propriedade de 560 acres e busca redefinir modelos de arrecadação no mundo da arte.

Neymar Pai defendeu o filho em postagens no Instagram, ressaltando sua solidariedade e amor pelo Brasil, apesar das críticas que Neymar Jr. enfrenta após a Copa do Mundo de 2022.

A Câmara aprovou projeto que proíbe testes em animais para cosméticos, já sancionado pelo Senado, com multas de até R$ 500 mil para infrações. A medida é um avanço nas demandas por direitos dos animais.

A Defensoria Pública de São Paulo denunciou irregularidades na ala materno-infantil da Penitenciária Feminina de Santana, como escassez de fraldas e atendimento médico inadequado. O relatório solicita ações imediatas para garantir dignidade às mães e seus bebês.

A ONG Cidade Sem Fome, liderada por Hans Dieter Temp, enfrenta dificuldades financeiras para expandir suas hortas em escolas de São Paulo, com 32 unidades na fila de espera. A falta de apoio governamental limita o projeto.