Ana Paula Villar, ex-manicure que começou em 2006, agora é influenciadora com mais de 4 milhões de seguidores e planeja transformar seu Instituto em uma Fundação para empoderar mulheres em vulnerabilidade.

Em 2006, Ana Paula Villar começou sua jornada como manicure em Rocha Miranda, atendendo amigas e vizinhas em sua casa. Mãe solo, ela buscava sustentar seus filhos e, sem saber, deu início a uma transformação que mudaria sua vida e a de muitas outras mulheres. O que começou como um gesto simples de carinho se tornou um negócio próspero, com a garagem de sua casa se transformando em um salão movimentado, onde mulheres formavam filas desde as 5h da manhã para fazer as unhas.
Com o tempo, Ana Paula deixou seu emprego em um escritório de contabilidade e contratou outras profissionais para ajudá-la. Hoje, ela é reconhecida como a primeira manicure influenciadora do Brasil, acumulando mais de quatro milhões de seguidores nas redes sociais. Sua trajetória inclui atender celebridades e lançar uma escola online com mais de trinta mil alunas, além de uma linha de produtos voltada para manicures que enfrentam dificuldades financeiras.
A paixão de Ana Paula pelo seu trabalho é impulsionada pela vontade de proporcionar aos filhos uma vida melhor. Ela relembra que começou a trabalhar para garantir uma boa educação e saúde para eles. O apoio de seu filho mais velho foi fundamental para sua ascensão nas redes sociais, onde ele começou a divulgar seu talento, ajudando a criar uma comunidade de seguidoras, as “Villaretes”.
Além do sucesso profissional, Ana Paula valoriza a possibilidade de oferecer aos filhos o que não teve na infância, como conforto e um bom exemplo. Para ela, ser mãe é sua maior conquista, e sua luta diária é um reflexo do desejo de mudar a história da sua família. O trabalho de Ana Paula vai além da estética; é sobre cuidado e empoderamento.
Embora tenha reduzido o atendimento a clientes, Ana Paula ainda atende figuras públicas, como a cantora Alcione, que se tornou uma amiga próxima. A autenticidade e o brilho que ela traz para seu trabalho são evidentes, e sua missão é clara: empoderar mulheres em situação de vulnerabilidade. Ana Paula planeja transformar seu Instituto em uma Fundação, oferecendo acolhimento e capacitação para essas mulheres.
Com o aumento da violência contra a mulher, Ana Paula deseja que mais mulheres saibam que podem mudar suas vidas. Sua história é um exemplo de resiliência e transformação. A união da sociedade pode ser um fator crucial para apoiar iniciativas que promovam o empoderamento feminino e ajudem a mudar realidades. Juntos, podemos fazer a diferença na vida de muitas mulheres que precisam de apoio e oportunidades.

O Brasil enfrenta um aumento alarmante no tabagismo, com a taxa de fumantes adultos subindo de 9,3% para 11,6% nas capitais, segundo dados do Ministério da Saúde. Essa situação exige novas estratégias de combate à saúde pública.

O Festival de Gramado apresentou a pré-estreia da série "Máscaras de oxigênio não cairão automaticamente", que retrata a luta contra o HIV nos anos 1980, com forte impacto emocional. A produção, que estreia em 31 de agosto na HBO Max, destaca a importância de relembrar essa história e a evolução do tratamento da doença no Brasil.

O Brasil avança na proteção de crianças e adolescentes na internet, mas especialistas alertam para a falta de regras concretas e regulação das plataformas digitais. Apesar das novas diretrizes, a implementação enfrenta desafios, como a ausência de fiscalização e a necessidade de leis complementares. A proteção dos menores no ambiente digital ainda é insuficiente.

A Veja, marca de tênis sustentável, abre sua primeira loja no Brasil na Rua Oscar Freire, em São Paulo, com um projeto brutalista de 600m² e um programa de recuperação de calçados usados. A flagship, a maior da marca, promove experiências culturais e reforça seu compromisso com a sustentabilidade.

A Universidade de São Paulo (USP) e a FAPESP destacam inovações em biocombustíveis e inteligência artificial na 9ª edição da VivaTech, em Paris, visando um futuro sustentável. O evento apresenta projetos como biocombustíveis a partir da macaúba e um sistema de IA para monitorar a biodiversidade amazônica, além de avanços em tratamentos para pneumonia resistente.

Um ano após o transplante de medula, Fabiana Justus teve um emocionante primeiro contato com seu doador, trocando cartas que reforçam a importância da doação. Ela expressou gratidão e esperança de um encontro futuro.