A plataforma "Feel Brasil" foi lançada, reunindo 101 experiências turísticas sustentáveis em cinco regiões, com foco em micro e pequenas empresas, 59% delas lideradas por mulheres. A iniciativa visa promover inclusão e fortalecer a economia local.

O Brasil, com sua rica diversidade cultural e natural, agora conta com a plataforma "Feel Brasil", que apresenta 101 experiências turísticas sustentáveis em cinco regiões do país. A iniciativa, promovida pela Embratur e pelo Sebrae, visa conectar turistas a micro e pequenas empresas, sendo que 59% delas são lideradas por mulheres. O projeto busca não apenas promover o turismo, mas também fortalecer a economia local e promover inclusão social.
As experiências disponíveis vão desde aulas de culinária tradicional até imersões culturais em terras indígenas. O presidente da Embratur, Marcelo Freixo, destacou que a plataforma é uma vitrine do turismo nacional e uma estratégia para inserir o Brasil no cenário internacional. Ele ressaltou a importância de responder à crescente demanda por turismo de experiência, que é uma das principais tendências do setor.
A maioria das atividades está concentrada no Nordeste, com 39 experiências que incluem passeios por centros históricos e praias. Em Pernambuco, os turistas podem participar da regeneração dos corais em Porto de Galinhas ou explorar Fernando de Noronha. Em Salvador, há opções como o Caminho dos Orixás, que oferece um mergulho na cultura afro-brasileira.
A região Norte também se destaca, oferecendo doze experiências que imergem os visitantes na floresta amazônica. Em Manaus, é possível vivenciar uma imersão indígena no rio Negro ou degustar pratos típicos. Alter do Chão, no Pará, conhecido como o "Caribe amazônico", proporciona trilhas pela floresta e experiências culturais autênticas.
O "Feel Brasil" busca evidenciar o papel dos pequenos empreendedores, que representam 70% dos serviços oferecidos na plataforma. Além disso, mais de 80% dos negócios têm foco em inclusão e sustentabilidade. O presidente do Sebrae, Décio Lima, enfatizou que a iniciativa é inovadora, abrindo espaço para pequenas empresas no mercado turístico, que representam cerca de 97% do setor.
Essa plataforma não apenas promove o turismo, mas também gera emprego e renda nas comunidades locais. Projetos como esse devem ser estimulados pela sociedade civil, pois podem transformar a realidade de muitos brasileiros, valorizando suas culturas e histórias. A união em torno dessas iniciativas pode fazer a diferença na vida de pequenos empreendedores e nas comunidades que eles representam.

A Praça Santos Dumont, na Gávea, agora conta com uma fonte de água potável, beneficiando pessoas e animais. A iniciativa do Instituto Francisco, em parceria com a Brava Arena Jockey, visa combater a desidratação.

Elenice Pereira, aos 70 anos, realiza o sonho de ingressar na faculdade de Pedagogia após uma vida de desafios. Ela busca uma vaga em instituição pública e planeja usar suas experiências para ajudar crianças carentes.

A Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) recebeu dois veículos doados pelo Ministério Público do Trabalho (MPT) para melhorar o atendimento no Centro de Referência em Saúde do Trabalhador (Cerest-DF). A doação visa fortalecer ações de promoção da saúde e segurança no trabalho, permitindo um alcance maior nas áreas que mais necessitam de apoio.

Foi inaugurada a Biblioteca Wilma Lancellotti em São Paulo, idealizada pelo padre Júlio Lancellotti, com acervo de oito mil livros e serviços de apoio à cidadania para a população em situação de rua.

Em 2024, 90% das mineradoras associadas à Women in Mining Brasil (WIM) têm programas de diversidade, mas apenas 22% das vagas são ocupadas por mulheres. A paridade de gênero na mineração deve ocorrer apenas em 2038.

O Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJ-MG) suspendeu uma lei de Belo Horizonte que permitia a proibição do uso de banheiros por pessoas trans em instituições religiosas, considerando-a discriminatória. A decisão, acatada por unanimidade, foi motivada por um pedido do Centro de Luta pela Livre Orientação Sexual e Identidade de Gênero (Cellos), que argumentou que a norma violava a dignidade humana e fomentava a intolerância. A eficácia da lei está suspensa até o julgamento final do caso, em um contexto de crescente restrição aos direitos de pessoas trans no Brasil.