A Secretaria de Justiça e Cidadania do DF promoveu evento especial para idosos em Brasília. Mais de duas mil pessoas participaram de atividades de saúde e lazer, celebrando os 65 anos da cidade.

No aniversário de 65 anos de Brasília, a Secretaria de Justiça e Cidadania do Distrito Federal (Sejus-DF) organizou um evento especial para pessoas idosas, reunindo mais de duas mil participantes. A ação ocorreu na manhã de segunda-feira, 21 de abril de 2025, na Esplanada dos Ministérios, oferecendo atividades gratuitas de saúde, cultura e lazer. Essa iniciativa faz parte do projeto Viver 60+, que visa valorizar a população idosa no DF.
Durante o evento, dezenas de tendas temáticas foram montadas, proporcionando serviços como alongamento, zumba, ginástica funcional, ioga e meditação. Além disso, foram realizados exames clínicos por laboratórios parceiros, com o apoio de cerca de 200 voluntários. A secretária de Justiça e Cidadania, Marcela Passamani, destacou a importância de promover qualidade de vida e bem-estar para os idosos, afirmando que a cidade também se renova com essa faixa etária.
O evento contou com um bolo de aniversário de 10 metros, simbolizando a celebração da cidade. “Vamos cantar parabéns para Brasília e convidar cada participante a fazer um pedido especial”, disse Passamani. O aposentado Antônio Ferreira, de 68 anos, participou da Meia Maratona de Brasília e elogiou a alegria do público presente, ressaltando que a vida pode recomeçar após os 60 anos com muitas opções culturais e esportivas.
A aposentada Laura da Silva, de 68 anos, expressou sua satisfação em participar do evento, onde teve a oportunidade de se divertir com atividades como maquiagem e aulas de zumba. Madalena Melo, de 78 anos, também se divertiu, destacando a animação do grupo que veio de Ceilândia Norte. Essas experiências mostram como eventos voltados para a melhor idade podem proporcionar momentos de alegria e socialização.
O secretário-chefe da Casa Civil do DF, Gustavo Rocha, enfatizou a importância de integrar ações voltadas para a terceira idade nas comemorações do aniversário da cidade. Ele afirmou que reunir tantas pessoas em um só espaço valoriza Brasília, que, apesar de seus 65 anos, continua a ser uma cidade jovem e cheia de história.
O projeto Viver 60+ busca garantir autonomia e bem-estar para a população acima de 60 anos, promovendo saúde preventiva e socialização. As inscrições para o programa podem ser feitas online ou presencialmente. Iniciativas como essa merecem ser apoiadas pela sociedade civil, pois podem impactar positivamente a vida de muitos idosos, promovendo um envelhecimento ativo e saudável.

Estudo de Harvard e Chicago revela que conversas "descontextualizadas" entre pais e filhos pequenos melhoram a compreensão de textos na adolescência, destacando a importância do diálogo contínuo.

Prefeitura de São Paulo, sob gestão de Ricardo Nunes (MDB), planeja ampliar parcerias com escolas privadas para melhorar a educação municipal a partir de 2026. A iniciativa visa replicar o modelo do Liceu Coração de Jesus, que já apresenta resultados positivos.

A Cruzeiro do Sul Virtual oferece mais de 300 cursos livres online gratuitos durante as férias escolares, com duração de 30 a 80 horas e sem exigência de formação prévia. Essa iniciativa visa promover a atualização profissional e aumentar a competitividade no mercado de trabalho.

Estudantes indígenas e quilombolas protestam por políticas de inclusão no ensino superior. Apesar do aumento de matrículas, a evasão e a falta de apoio cultural persistem, exigindo ações efetivas para garantir sua permanência.

Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) revelam que 21,3% das pessoas com deficiência no Brasil são analfabetas, com taxas alarmantes no Nordeste. A análise destaca a necessidade urgente de políticas públicas interseccionais.

Cerca de 2,2 milhões de crianças estão fora da educação infantil no Brasil, com 29% das mais pobres sem acesso a creches, evidenciando a urgência de expansão desse serviço essencial. A ONG Todos pela Educação destaca que as regiões Norte e Nordeste enfrentam os piores índices, com Amapá atendendo apenas 10% das crianças. É imperativo que governantes priorizem a construção de creches para combater a desigualdade e promover o desenvolvimento infantil.