Alagamentos e desabamentos marcam a Grande São Paulo, com Defesa Civil e CPTM em ação. Chuva intensa causa interrupções e riscos em diversas áreas da região.

A capital paulista entrou em estado de atenção para alagamentos às 15h35, conforme informou o Centro de Gerenciamento de Emergências Climáticas (CGE) da prefeitura. Na Grande São Paulo, em Santo André, ruas ficaram alagadas devido à forte chuva. A Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) anunciou a interrupção da circulação de trens na Linha 10-Turquesa, solicitando 30 ônibus do sistema Paese para atender os passageiros afetados.
As chuvas intensas provocaram não apenas alagamentos, mas também um desabamento em Mauá, onde uma casa caiu no Jardim Zaira. Equipes da Defesa Civil foram acionadas para atuar em áreas de risco em Mauá, Santo André e São Bernardo do Campo. Até o momento, não há informações sobre vítimas relacionadas ao desabamento.
Em Mauá, a Defesa Civil registrou, por volta das 14h35, chuva forte acompanhada de rajadas de vento, resultando em diversos pontos de alagamento e queda de árvores. A situação se agravou com o transbordamento do rio Corumbé. A Defesa Civil também relatou que a Avenida dos Estados, em Santo André, foi severamente afetada, com o transbordamento do Córrego Guarara e do Rio Tamanduateí.
O radar meteorológico indicou chuvas fortes nas subprefeituras de Vila Prudente, São Mateus e Capela do Socorro. A subprefeitura do Ipiranga entrou em estado de alerta às 15h57, devido à iminência de transbordamento do Ribeirão dos Meninos. A subprefeitura de Itaquera também foi alertada, com transbordamento do Rio Verde na altura da Rua Cunha Porã.
Entre 13h30 e 16h20, o Corpo de Bombeiros recebeu cinco chamados para quedas de árvores e dois para enchentes na capital e na Região Metropolitana. A previsão do CGE para os próximos dias indica que a primeira semana de abril será marcada por sol entre nuvens e temperaturas elevadas, com possibilidade de chuvas na forma de pancadas no final das tardes.
Nessa situação, a união da sociedade civil pode ser fundamental para ajudar as vítimas dos alagamentos e desabamentos. Projetos que visem a recuperação e o apoio às comunidades afetadas devem ser estimulados, promovendo a solidariedade e a reconstrução das áreas impactadas.

Um ano após as enchentes devastadoras no Rio Grande do Sul, a família de Javier Baez Velasquez ainda luta para se reerguer, enfrentando dificuldades financeiras e emocionais. A esposa, Carina, lida com crises de ansiedade, enquanto Javier busca novos meios de sustento após o fechamento de sua empresa. A situação é crítica, com muitos ainda vivendo em abrigos e a insegurança no futuro persistindo.

Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional reconhece emergência em 45 cidades afetadas por desastres naturais, permitindo acesso a recursos federais para ações de defesa civil.

Alagamentos e desabamentos marcam a Grande São Paulo, com Defesa Civil e CPTM em ação. Chuva intensa causa interrupções e riscos em diversas áreas da região.

Um grave acidente na BR-280, em Santa Catarina, resultou em pelo menos dois mortos e doze feridos, envolvendo uma carreta, um micro-ônibus e um carro. O micro-ônibus, da Prefeitura de Balneário Rincão, transportava um grupo de dança. As causas do acidente estão sendo investigadas.

O Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR) liberou R$ 1,5 milhão para a recuperação da rede de esgoto em Jaguaraçu (MG), visando a reconstrução da infraestrutura local. Municípios em situação de emergência podem solicitar recursos ao MIDR para ações de defesa civil.

O Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional reconheceu a emergência em Campo Novo, no Rio Grande do Sul, devido à estiagem, permitindo acesso a recursos federais para assistência. Com 225 reconhecimentos de emergência no estado, a prefeitura poderá solicitar apoio para ações de defesa civil, como cestas básicas e kits de higiene.