O youtuber Felipe Bressanim Pereira, conhecido como Felca, expôs a exploração de menores na internet, gerando 30 milhões de visualizações e mobilizando o Congresso a apresentar 52 projetos de lei para combater o problema.

O Brasil enfrenta um paradoxo político: há intensa discussão, mas poucos debates profundos sobre temas essenciais. Oportunismo e corporativismo dominam a pauta legislativa, desviando a atenção de questões críticas, como a proposta de acabar com o foro privilegiado e a anistia aos envolvidos nos ataques de 8 de janeiro. Contudo, uma nova urgência surgiu com a denúncia sobre a exploração de menores na internet, impulsionada por um vídeo do youtuber Felipe Bressanim Pereira, conhecido como Felca, que alcançou mais de trinta milhões de visualizações.
O vídeo de Felca expôs a exploração de crianças e adolescentes nas redes sociais, revelando como algoritmos favorecem a disseminação de conteúdos prejudiciais. Ele destacou o caso de um influenciador investigado pela Promotoria da Paraíba, que é suspeito de abusar da imagem de jovens. A situação é alarmante, pois muitos pais, em busca de lucro, expõem seus filhos a riscos, contribuindo para um ciclo de exploração.
A repercussão do vídeo levou a uma rápida resposta do Congresso Nacional. O presidente da Câmara, Hugo Motta, formou um grupo de trabalho para priorizar a discussão sobre o tema. Em apenas três dias, foram apresentados cinquenta e dois projetos de lei visando combater a adultização e a exploração infantil na internet, com foco em restringir a monetização de conteúdos que envolvam menores.
As propostas têm apoio de diversos partidos, incluindo representantes do Partido dos Trabalhadores (PT) e do Partido Liberal (PL), demonstrando um consenso suprapartidário sobre a urgência da questão. Essa união entre esquerda e direita é um exemplo de como a política pode se unir em torno de causas que realmente importam à sociedade.
O momento é propício para que a sociedade civil se mobilize em torno de iniciativas que visem proteger os mais vulneráveis. A discussão sobre a exploração infantil na internet não deve se restringir ao âmbito legislativo, mas também deve ser um chamado à ação para todos os cidadãos. A conscientização e o apoio a projetos que promovam a segurança de crianças e adolescentes online são fundamentais.
Nossa união pode fazer a diferença na luta contra a exploração de menores. Projetos que busquem apoiar vítimas e promover a educação digital são essenciais para garantir um ambiente seguro para as futuras gerações. É hora de agir e contribuir para um futuro mais seguro e justo para todos.

A Fiocruz lançará, no dia 9, a primeira cartilha mundial que aborda a representação racial de pessoas com síndrome de Down, elaborada de forma participativa e gratuita. O material visa combater a invisibilidade e as barreiras enfrentadas por essa população, especialmente entre os grupos negros.

Joyce Feitosa compartilha sua jornada com Doença Inflamatória Intestinal (DII), ressaltando a importância do apoio social e da adaptação alimentar. Ela inspira jovens com sua mensagem de superação e esperança.

Maio Laranja mobiliza a Secretaria de Justiça e Cidadania do DF em ações contra o abuso sexual de crianças e adolescentes, com eventos como o encontro no Cine Brasília e palestras em escolas. A campanha inclui o Dia D de combate no dia 15 de maio e atividades educativas em doze escolas, visando conscientizar a sociedade sobre a proteção dos direitos infantojuvenis.

Leis que proíbem produtos ultraprocessados em escolas melhoraram a alimentação de crianças, segundo estudo da Fiocruz e universidades. Cidades com regulamentações apresentaram melhor Índice de Saudabilidade.

Aluno transexual da Polícia Militar de Goiás conquistou o direito de usar fardamento masculino após intervenção da Defensoria Pública, que garantiu respeito à sua identidade de gênero.

A Aneel deve aprovar mudanças na tarifa social de energia elétrica, com desconto integral para consumo de até 80 kWh/mês e novos benefícios para famílias com renda entre meio e um salário mínimo. As alterações visam ampliar o acesso a descontos e aliviar a conta de luz para consumidores de baixa renda, com implementação prevista para julho.