A Defensoria Pública do Distrito Federal lançou a cartilha "Autismo, Direitos e Defensoria Pública", que visa informar sobre o Transtorno do Espectro Autista (TEA) e seus direitos. O material, elaborado em homenagem ao Abril Azul, servirá como base para um curso sobre o tema.

A Defensoria Pública do Distrito Federal (DPDF) lançou, no dia 24 de abril, a cartilha Autismo, Direitos e Defensoria Pública. O material foi criado em homenagem ao Abril Azul, mês dedicado à conscientização sobre o autismo, e tem como objetivo fornecer informações sobre o Transtorno do Espectro Autista (TEA) e a atuação da DPDF em defesa dessa população. A cartilha aborda temas como direitos das pessoas com TEA, educação inclusiva, saúde, planos de saúde, transporte, cultura e lazer.
Produzida pelo Núcleo de Assistência Jurídica de Promoção e Defesa dos Direitos Humanos (NDH/DPDF) e pela Escola de Assistência Jurídica da DPDF (Easjur/DPDF), a cartilha faz parte da política institucional de educação em direitos. Ela integra a coleção Roteiros de Conhecimento, que já conta com trinta e duas publicações sobre diversas temáticas.
Além de servir como um guia informativo, a cartilha será utilizada como material base para um curso sobre os direitos das pessoas com autismo, que será disponibilizado na plataforma de ensino a distância da Easjur ainda neste mês. O defensor público-geral, Celestino Chupel, destacou que essa iniciativa é um avanço na luta por equidade e respeito aos direitos das pessoas com TEA.
A defensora pública Amanda Fernandes, chefe do NDH/DPDF, enfatizou o compromisso da DPDF com a defesa dos direitos das pessoas com TEA em todas as esferas da vida. Segundo ela, o lançamento da cartilha representa um passo concreto para fortalecer a cidadania e a autonomia dessas pessoas, garantindo que seus direitos sejam plenamente assegurados.
Evenin Ávila, defensor público e diretor da Easjur/DPDF, ressaltou a importância de materiais especializados para a prevenção de litígios. Ele afirmou que a formação de uma cidadania ativa e consciente depende do acesso à informação qualificada, e que a Defensoria Pública deve focar em educação e informação para prevenir problemas.
O NDH da DPDF possui um ofício dedicado à defesa dos direitos das pessoas com deficiência, visando à inclusão social e ao pleno exercício da cidadania. O atendimento é realizado no Nuclão da DPDF, em Brasília, de segunda a sexta-feira, das 12h às 18h. Nessa situação, a união da sociedade pode fazer a diferença, promovendo ações que garantam os direitos e a inclusão das pessoas com autismo.

O Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional reconheceu a emergência em Casa Nova, Ipupiara e Lapão, permitindo acesso a recursos federais para combater a estiagem. As prefeituras podem solicitar ajuda para fornecer alimentos e água.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou uma lei que destina recursos de multas de trânsito para financiar a primeira CNH de pessoas de baixa renda, visando reduzir a desigualdade social. A nova legislação também amplia o exame toxicológico e permite transferências eletrônicas de veículos, facilitando o acesso ao mercado de trabalho.

Universitários de todo o Brasil podem se inscrever no programa Carreira de Excelência, que oferece formação híbrida gratuita e bolsa integral, visando desenvolver competências práticas e networking. O curso, que abrange mais de 20 cidades, combina teoria e prática, preparando jovens para posições de liderança e acelerando sua inserção no mercado de trabalho.

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) irá reavaliar a remição de pena para mães que amamentam na prisão, com o ministro Sebastião Reis argumentando que essa atividade deve ser reconhecida como trabalho. A decisão pode influenciar futuras diretrizes da execução penal feminina.

O Sesc São Caetano apresenta o Projeto Brincantes, que promove a cultura afro-brasileira por meio de atividades lúdicas para crianças e famílias. As vivências ocorrem em maio, destacando a importância da diversidade cultural.

O pagamento do Bolsa Família de maio inicia em 19 de maio, incluindo a última parcela do Benefício Extraordinário de Transição (BET), que atende 166 mil famílias. O fim do BET, previsto no Decreto nº 12.064/2024, não resultará em perdas financeiras, pois o novo programa oferece valores-base mais altos e benefícios adicionais, garantindo maior proteção social.