O Parque Tecnológico de Brasília (Biotic) e a Secretaria de Saúde (SES-DF) promovem a terceira edição do Dia D de Vacinação, com vacinas contra covid-19, influenza e outras doenças, na próxima sexta-feira (23/5), das 9h às 16h, no Sebraelab. A ação é gratuita e visa aumentar a cobertura vacinal no Distrito Federal, incentivando a população a atualizar suas carteiras de vacinação. É necessário apresentar documento de identificação com foto e carteira de vacinação.

O Parque Tecnológico de Brasília (Biotic) e a Secretaria de Saúde (SES-DF) promovem na próxima sexta-feira, 23 de maio, a terceira edição do Dia D de Vacinação. O evento tem como objetivo aumentar a cobertura vacinal no Distrito Federal e facilitar o acesso da população às vacinas do Programa Nacional de Imunizações (PNI). A ação será realizada das 9h às 16h, no Sebraelab, com entrada gratuita.
Durante o Dia D, os cidadãos poderão receber vacinas contra covid-19, influenza e outras doenças. Para participar, é necessário apresentar um documento de identificação com foto e a carteira de vacinação. A iniciativa busca garantir a proteção coletiva e a atualização das vacinas, especialmente em um momento em que a saúde pública é uma prioridade.
A Secretaria de Saúde destaca a importância da participação da população nesse tipo de ação, que visa proteger a comunidade de doenças que podem representar riscos à saúde. A expectativa é que centenas de pessoas compareçam ao evento para atualizar suas carteiras de vacinação e garantir sua imunização.
O Sebraelab, localizado no Biotic, é um espaço que promove a inovação e o desenvolvimento tecnológico, e se torna um ponto estratégico para a realização de eventos como o Dia D de Vacinação. A escolha do local reflete a intenção de unir saúde e tecnologia, facilitando o acesso da população aos serviços de saúde.
Além da vacinação, o evento também serve como um lembrete da importância da imunização regular e da atualização das vacinas. A ação é uma oportunidade para que os brasilienses cuidem de sua saúde e contribuam para a proteção coletiva.
Iniciativas como essa devem ser apoiadas pela sociedade civil, pois a saúde pública é um bem coletivo. A união da comunidade pode fazer a diferença na promoção de projetos que visem a melhoria da saúde e bem-estar de todos. Juntos, podemos fortalecer ações que beneficiem a população e promovam a saúde em nossa cidade.

O Flamengo votará em uma emenda estatutária antirracista, visando punir atos de racismo e promover inclusão, após críticas por não assinar ofício da Conmebol sobre o tema. Sanções severas estão previstas.

A Defensoria Pública do Rio de Janeiro processou 43 empresas de apostas online, reivindicando R$ 300 milhões por danos morais coletivos e medidas de proteção ao consumidor. A ação destaca o aumento do endividamento e a falta de um ambiente seguro para os apostadores, evidenciando os riscos à saúde mental associados ao vício em jogos.

A Prefeitura de São Paulo inaugurou o CEU Papa Francisco e a EMEF Marina Colassanti em Sapopemba, um complexo inovador com capacidade para 7.000 pessoas, focado em educação e segurança. O espaço conta com tecnologia sustentável, como energia solar e captação de água da chuva, além de segurança reforçada com bombeiros civis.

O 1º Congresso Latino-Americano da Federação Mundial para Neurorreabilitação (WFNR) em Brasília, idealizado por Lúcia Willadino Braga, destaca a integração de ciência e tecnologia na reabilitação de lesões cerebrais. O evento promove a multidisciplinaridade e a troca de conhecimentos entre especialistas, elevando o entendimento sobre neurociência e humanizando o atendimento. A Rede Sarah, com mais de 25 anos de parceria com a WFNR, se posiciona como um polo internacional na área, com a possibilidade de congressos anuais.

A audiência pública sobre as travessias do Eixão ocorrerá em 28 de julho, com a participação da Polícia Militar do Distrito Federal, visando segurança e mobilidade para pedestres e ciclistas. A sessão, parte de uma ação civil pública, abordará a redução da velocidade e a acessibilidade nas travessias.

Carlos Roberto da Silva Lucas, militar reformado, ignorou a hipertensão e enfrentou complicações graves, incluindo hemodiálise e transplante renal. Ele agora alerta sobre a importância do tratamento precoce.