Escola Classe 6 de Ceilândia vive luto após a morte de aluna de 8 anos por desafio viral. A Polícia Civil investiga responsabilidades e a comunidade escolar busca apoio para prevenir novos casos.

Cabeças baixas e um clima de tristeza marcaram a Escola Classe 6 de Ceilândia na manhã de terça-feira, 15 de abril. A instituição está em luto pela morte de uma aluna de oito anos, que faleceu após inalar desodorante em aerosol durante um desafio viral nas redes sociais. Em solidariedade à família, a escola colocou uma faixa na entrada com a mensagem: "a Escola Classe 6 se solidariza com a dor da família de nossa aluna".
As aulas, que foram suspensas na segunda-feira, 14, foram retomadas, mas com horário reduzido. A turma da aluna deve voltar às atividades na quarta-feira, 16. A orientadora educacional Lilian Tamar Oliveira informou que a manhã foi dedicada a ouvir os estudantes, que ainda estão abalados pela perda. Alguns alunos relataram já ter visto o desafio na internet, o que gerou confusão e preocupação.
A Polícia Civil do Distrito Federal investiga as circunstâncias da morte e busca identificar os responsáveis pelo desafio. O delegado-chefe adjunto da 15ª Delegacia de Polícia, Walber José de Sousa Lima, afirmou que a prioridade é descobrir quem criou e compartilhou o conteúdo. Caso sejam identificados, os responsáveis podem enfrentar acusações de homicídio duplamente qualificado, com pena de até 30 anos de prisão.
Na última quinta-feira, 10, a menina foi encontrada desacordada pelo pai, com a boca roxa e ao lado de uma embalagem de desodorante. O vídeo do desafio estava sendo reproduzido em seu celular. A família acionou o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), mas, apesar dos esforços médicos, a criança não sobreviveu e a morte cerebral foi constatada no mesmo dia.
O clima na escola é de tristeza e reflexão. Alunos que conheciam a menina expressaram sua dor e saudade. Uma colega comentou que a aluna era muito alegre e sempre brincava com ela. A orientadora destacou a importância de discutir o acesso das crianças às redes sociais e a necessidade de orientações para os pais sobre conteúdos perigosos.
Nesta situação, a união da comunidade pode ser fundamental para apoiar iniciativas que promovam a segurança e a conscientização sobre os riscos das redes sociais. Projetos que visem educar crianças e pais sobre o uso responsável da internet podem fazer a diferença e ajudar a prevenir tragédias semelhantes no futuro.

Estudante de biomedicina, Karina Favoreto, perdeu a visão após lipo HD em Londrina. Após a cirurgia estética, ela sofreu hemorragia intensa e foi diagnosticada com neuropatia óptica isquêmica bilateral, resultando em perda de visão. A situação impacta seus planos profissionais e afeta emocionalmente sua família.

O boletim InfoGripe da Fiocruz alerta sobre o aumento da mortalidade por influenza A, especialmente entre idosos e crianças, com 15 estados em alerta para SRAG. A vacinação e o uso de máscaras são essenciais.

São Paulo disponibiliza atendimento psicológico gratuito ou a preços simbólicos por meio de instituições como a Clínica Aberta de Psicanálise e universidades, visando acolher a população em crise. Esses serviços, que incluem psicoterapia e apoio a dependentes químicos, são realizados por alunos supervisionados, garantindo qualidade no atendimento.

Pesquisadores do Instituto Butantan e da USP descobriram compostos de origem animal que eliminam o parasita da esquistossomose, oferecendo novas esperanças de tratamento. A pesquisa destaca venenos de serpentes e extratos de besouros como promissores, superando as limitações do Praziquantel, único medicamento disponível.

A FDA aprovou o teste de sangue Lumipulse, que detecta placas amiloides associadas à doença de Alzheimer, oferecendo uma alternativa menos invasiva e mais acessível para o diagnóstico. Essa inovação promete facilitar o diagnóstico precoce e melhorar o atendimento clínico nos Estados Unidos.

Vacina contra chikungunya é aprovada pela Anvisa e será incorporada ao SUS. A iniciativa do Ministério da Saúde visa fortalecer o combate à doença, que já afetou 620 mil pessoas globalmente em 2024.