A Escola Técnica Agropecuária Engenheiro Salvador Arena (ETASA) abre inscrições para o curso técnico gratuito em agropecuária, com 40 vagas disponíveis até 20 de junho. A iniciativa visa apoiar estudantes em vulnerabilidade social com bolsas de permanência, transporte e alimentação.

A Escola Técnica Agropecuária Engenheiro Salvador Arena (ETASA), situada em Santa Rita do Passa Quatro, São Paulo, está com inscrições abertas para o curso técnico gratuito em agropecuária. Com um total de quarenta vagas disponíveis, o curso é destinado ao segundo semestre de 2025 e as inscrições devem ser realizadas até 20 de junho. Esta é uma oportunidade valiosa para quem deseja ingressar no setor do agronegócio brasileiro.
O curso, com duração de um ano, visa preparar os alunos para o mercado de trabalho ou para a continuidade de estudos em áreas como agronomia, zootecnia, gestão ambiental e engenharia agrícola. A ETASA, mantida pela Fundação Salvador Arena, oferece uma experiência prática única, pois está localizada em uma fazenda produtiva, permitindo que os alunos se envolvam diretamente em atividades agropecuárias.
Além das aulas teóricas, os estudantes têm acesso a atividades práticas, como o cultivo de soja, milho e café, além da criação de gado e aves. Para apoiar os alunos em situação de vulnerabilidade social, a escola disponibiliza três tipos de bolsas: Bolsa Permanência, Bolsa Transporte e Bolsa Alimentação, que cobrem despesas essenciais como moradia, transporte e alimentação.
Os alunos também recebem alimentação durante as aulas, uniformes e material didático sem custo. No primeiro semestre de 2025, o agronegócio brasileiro apresentou um crescimento significativo, com a agropecuária aumentando em 12,2% no primeiro trimestre, o que reforça a importância de formar novos profissionais qualificados para o setor.
Os interessados em se inscrever devem acessar o site da ETASA para mais informações sobre o processo de inscrição e detalhes do curso. Esta é uma chance imperdível para aqueles que desejam se inserir em um setor dinâmico e em expansão, contribuindo para o desenvolvimento econômico do país.
Iniciativas como a da ETASA são essenciais para promover a inclusão e a formação de profissionais no agronegócio. A união da sociedade civil pode ser fundamental para apoiar projetos que visam ajudar estudantes em situação de vulnerabilidade, garantindo que mais jovens tenham acesso a uma educação de qualidade e oportunidades no mercado de trabalho.

O Ministério da Educação (MEC) suspendeu novos cursos de Educação a Distância (EaD) e estabeleceu diretrizes para melhorar a qualidade educacional, restringindo áreas como Medicina e Engenharia. A nova legislação visa garantir uma formação mais qualificada e limitar turmas excessivas.

Estudantes indígenas e quilombolas protestam por políticas de inclusão no ensino superior. Apesar do aumento de matrículas, a evasão e a falta de apoio cultural persistem, exigindo ações efetivas para garantir sua permanência.

O Inep planeja uma nova matriz para o Enem, prevista para 2028, enquanto a UFMG adota um vestibular seriado, mantendo o Sisu como principal acesso ao ensino superior. Essas mudanças visam melhorar a avaliação da educação básica e a experiência dos estudantes.

Favelivro se destaca ao inaugurar sua 50ª biblioteca comunitária no Rio de Janeiro, promovendo leitura. O projeto, que já conta com 49 bibliotecas, será celebrado com a participação de Patrícia Pillar e Edimilson Ávila como madrinhos. A iniciativa, que visa democratizar o acesso à literatura nas comunidades, é fruto de doações e envolvimento local, refletindo a importância da cultura como um direito.

Brasil alcança apenas 49,6% da meta de matrículas no ensino técnico até 2024. MEC anuncia novos Institutos Federais e programas para combater a evasão escolar.

O Governo do Distrito Federal anunciou um aumento nos repasses para creches conveniadas, visando melhorar a qualidade do atendimento e reduzir o déficit de vagas. O governador Ibaneis Rocha destacou que o investimento de 59,99% para Berçário I e 14,28% para Berçário II é estratégico para zerar a fila de 26 mil crianças fora do sistema. A secretária de Educação, Helvia Paranaguá, ressaltou que a medida corrige desigualdades nos repasses e deve atrair mais instituições para atender a demanda.