O Dia Nacional da Saúde, em 5 de agosto, destaca os avanços da saúde no DF, com 48,85% dos elogios ao GDF focados na área. O programa "O câncer não espera" e a ampliação de UTIs são algumas das iniciativas.

O Dia Nacional da Saúde, celebrado em 5 de agosto, homenageia o sanitarista Oswaldo Cruz e destaca os avanços na saúde pública do Distrito Federal. De janeiro a julho de 2024, o Governo do Distrito Federal (GDF) recebeu 10,8 mil elogios, sendo 48,85% direcionados à saúde. O programa "O câncer não espera. O GDF também não" foi lançado para garantir atendimento rápido e humano aos pacientes oncológicos, reduzindo o tempo de espera para tratamento.
A Secretaria de Saúde (SES-DF) ampliou a oncologia clínica no Hospital de Base (HBDF), com a adição de 11 novos consultórios e um angiógrafo moderno. Além disso, as unidades básicas de saúde (UBSs) realizaram mais de 2,1 milhões de atendimentos entre janeiro e junho, reforçando a importância da Atenção Primária à Saúde (APS). Os casos de dengue também apresentaram uma queda significativa, com apenas 8,7 mil registros em 2025, uma redução de aproximadamente 97% em relação ao ano anterior.
Em maio, a SES-DF lançou o projeto AVC no Quadrado, que visa aumentar o atendimento a vítimas de Acidente Vascular Cerebral (AVC) e introduzir a técnica de trombólise endovenosa em mais hospitais. A saúde mental também recebeu atenção, com a criação de um cartão de crise para pacientes dos Centros de Atenção Psicossocial (Caps), visando um atendimento mais ágil e seguro.
A SES-DF contratou 233 leitos de Unidades de Terapia Intensiva (UTI) na rede complementar e planeja aumentar esse número. Em julho, foram publicados editais para credenciamento de procedimentos cirúrgicos em diversas áreas. A SES-DF também convocou novos profissionais de saúde para reforçar a assistência nos hospitais regionais e unidades de pronto atendimento.
Entre janeiro e junho de 2025, foram realizados 424 transplantes, um aumento de quase 4% em relação ao ano anterior. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) implementou medidas para reduzir trotes, resultando em uma queda de 31,8% nos registros em 2024. O Hospital Regional da Asa Norte (Hran) inaugurou um espaço para cirurgia bariátrica, enquanto o Hospital Regional do Recanto das Emas (HRE) está em construção, com previsão de 100 leitos.
O GDF investiu em segurança e conforto nas unidades de saúde, com a instalação de câmeras de monitoramento e a aquisição de novos equipamentos. A SES-DF também se destacou por oferecer medicamentos inovadores para o tratamento de doenças respiratórias e Atrofia Muscular Espinhal (AME). Em um momento em que a saúde pública enfrenta desafios, a união da sociedade pode ser fundamental para apoiar iniciativas que beneficiem a população e promovam melhorias nos serviços de saúde.

Hospitais do Gama e Asa Norte, além da sede da SES-DF, foram certificados como Salas de Apoio à Amamentação, promovendo o aleitamento materno no ambiente de trabalho. A iniciativa foi destacada no X Seminário de Aleitamento Materno.

O Brasil avança na autossuficiência em hemoderivados com a inauguração da nova fábrica da Hemobrás em Goiana (PE), com investimento de R$ 1,9 bilhão, promovendo acesso à saúde e soberania nacional. A unidade, a maior da América Latina, produzirá medicamentos essenciais, beneficiando milhares de brasileiros e fortalecendo o Sistema Único de Saúde (SUS).

O câncer de pele é o mais comum no Brasil, com destaque para o melanoma, que pode ser fatal. O programa "CNN Sinais Vitais" abordará a falta de conhecimento sobre a doença e a importância da proteção solar.

Estudo do Rogel Cancer Center revela que dietas com baixo teor de proteínas podem inibir o crescimento do câncer colorretal, afetando mecanismos celulares como o mTORC1, mas requer supervisão médica.

Em 2025, o Brasil enfrenta uma epidemia de dengue com mais de 1 milhão de casos, destacando o ressurgimento do sorotipo DENV-3 no noroeste paulista, alertando para a gravidade da situação. A Organização Pan-americana da Saúde recomenda ações para prevenir formas graves da doença.

Ataques de abelhas africanizadas aumentaram 83% no Brasil entre 2021 e 2024, resultando em 125 mortes em 2023 e 2024. Pesquisadores da Unesp alertam para a falta de tratamento específico e registraram patente de soro antiapílico.