Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional abre licitação para unificar a operação e manutenção do Projeto de Integração do Rio São Francisco em um contrato de 30 anos, beneficiando milhões no Nordeste.
O Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR) anunciou a abertura da licitação para a contratação de uma empresa que atuará na operação e manutenção do Projeto de Integração do Rio São Francisco (PISF). A medida, publicada em Brasília no dia 18 de junho de 2025, visa modernizar a administração da maior obra de infraestrutura hídrica do Brasil, que atende 12 milhões de pessoas em 390 municípios dos estados do Ceará, Paraíba, Pernambuco e Rio Grande do Norte.
A Resolução nº 341, aprovada pelo Conselho do Programa de Parcerias de Investimentos (CPPI), autoriza a concessão administrativa que permitirá a unificação de contratos em um único acordo de 30 anos. Essa nova abordagem busca garantir a continuidade e a qualidade na operação do PISF, eliminando a necessidade de múltiplas licitações de curto prazo.
No novo modelo, a manutenção das infraestruturas e a operação do PISF serão compartilhadas entre o operador federal e a empresa contratada. O contrato abrangerá os Eixos Norte e Leste da transposição, além dos Ramais do Apodi e do Piancó. A gestão e fiscalização do contrato serão realizadas de forma conjunta pelo MIDR e pela Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA).
Atualmente, a operação e manutenção do PISF são realizadas por meio de diversos contratos com empresas prestadoras de serviços. A nova concessão administrativa estabelece metas claras de desempenho para a empresa parceira, além de mecanismos de segurança previstos na legislação, visando aumentar a eficiência e reduzir custos.
O Ministro da Integração e do Desenvolvimento Regional, Waldez Góes, está em uma iniciativa chamada Caminho das Águas, visitando obras relacionadas ao PISF. Ele destacou que há 72 obras de segurança hídrica em execução no Nordeste, incluindo canais, aquedutos e barragens, com o objetivo de melhorar a qualidade de vida da população local.
Essa nova fase do PISF representa um compromisso do Governo Federal com o desenvolvimento social e a redução das desigualdades regionais. Projetos como esse devem ser apoiados pela sociedade civil, pois a união pode fazer a diferença na vida de milhões de pessoas que dependem da segurança hídrica na região.

Família processa o Estado brasileiro por negligência após a morte de Lidiane Vieira Frazão, que contraiu Covid-19 após dar à luz. A ação busca reparação e reconhecimento da responsabilidade estatal.

Inicia nesta sexta-feira (4/7) o Distrito Junino 2025, um grande projeto cultural no DF, com quadrilhas e forrós em Brazlândia e Riacho Fundo II, culminando na Esplanada dos Ministérios em agosto. O evento visa fortalecer a economia criativa e a identidade local, com mais de 260 apresentações programadas até o final do mês.
Gilberto Waller Júnior, novo presidente do INSS, se reúne com a AGU para definir o ressarcimento de até R$ 6,3 bilhões a 4 milhões de aposentados vítimas de fraudes. O governo promete devolver os valores, mas ainda discute o modelo de devolução.

O Núcleo de Pesquisa Pescado para Saúde, com apoio da FAPESP, lançou três materiais educativos sobre os benefícios do consumo de pescado em todas as fases da vida. O projeto visa promover uma alimentação saudável e informada.

O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, anunciou um programa de saúde que garantirá acesso a exames médicos de alta complexidade para a população de baixa renda, equiparando-os aos serviços presidenciais. Durante uma cerimônia no Palácio do Planalto, Lula destacou que o objetivo é assegurar que todos tenham direito a cuidados médicos adequados, como ressonâncias magnéticas e PET scans, combatendo a desigualdade no acesso à saúde. Além disso, mencionou a cooperação entre Brasil e Angola na formação de profissionais de saúde.

O projeto Histórias Além Muros, de Daniela Chindler, promove a leitura entre mulheres no presídio Talavera Bruce e foi semifinalista do Prêmio Jabuti 2024, além de receber o Prêmio Faz Diferença. Chindler destacou a importância da leitura em seu discurso e dedicou o prêmio a outros escritores, ressaltando a relevância do projeto para as presidiárias. Com cerca de 150 participantes, a iniciativa enfrenta desafios logísticos, mas já inspirou ações semelhantes em outros estados.