Ibama e UFSM firmam acordo para gestão do Cetas em Santa Maria, visando reabilitar fauna silvestre e promover educação ambiental. A parceria reforça o compromisso com a conservação da biodiversidade no Brasil.

O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e a Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) firmaram um Acordo de Cooperação Técnica (ACT) para a gestão compartilhada do Centro de Triagem de Animais Silvestres (Cetas) de Santa Maria, no Rio Grande do Sul. O ato, realizado em 13 de maio de 2025, visa fortalecer a proteção da fauna silvestre, acolhendo e reabilitando animais afetados por tráfico e impactos humanos.
O Cetas Santa Maria terá como objetivos principais a reabilitação de animais silvestres e a promoção de ações de educação ambiental. A parceria entre o Ibama e a UFSM representa um esforço conjunto para enfrentar os desafios da conservação da biodiversidade no Brasil, especialmente em um contexto onde o tráfico de animais silvestres é uma preocupação crescente.
Nos próximos meses, as duas instituições iniciarão os preparativos operacionais para a ativação do Cetas. Isso incluirá processos licitatórios, contratação de serviços e insumos, além da reforma do prédio existente e a criação de estruturas complementares, como viveiros para o alojamento adequado dos animais.
A iniciativa destaca a importância das parcerias institucionais na conservação da fauna brasileira. O Ibama reafirma seu compromisso com a proteção ambiental, e a UFSM se posiciona como um agente ativo na educação e sensibilização da sociedade sobre a importância da fauna silvestre.
O trabalho conjunto entre o Ibama e a UFSM não apenas visa a recuperação de animais, mas também busca engajar a comunidade em ações de preservação e conscientização. A educação ambiental é um pilar fundamental para a mudança de comportamento em relação à fauna e à biodiversidade.
Projetos como o Cetas Santa Maria devem ser apoiados pela sociedade civil, que pode contribuir de diversas formas para a conservação da fauna. A união de esforços pode fazer a diferença na proteção dos animais silvestres e na promoção de um ambiente mais sustentável para todos.

O Circuito Litoral Norte de São Paulo destaca o ecoturismo com trilhas e experiências em Bertioga, Caraguatatuba, Ilhabela, São Sebastião e Ubatuba, promovendo a biodiversidade local. A região, com 85% da Mata Atlântica preservada, oferece atividades ao ar livre e conexão com a natureza, atraindo turistas nos meses de outono e inverno.

Surfistas, liderados por Carlos Eduardo Cardoso, lutaram em 1988 contra a construção de prédios na Prainha, resultando na criação do Parque Natural Municipal, que agora busca melhorias na infraestrutura. A Associação de Surfistas e Amigos da Prainha (Asap) continua a reivindicar reformas em banheiros e na sede do parque, prometidas pela Secretaria de Meio Ambiente.

O Ministério da Integração anunciou a privatização da transposição do Rio São Francisco, gerando preocupações sobre o custo da água e a infraestrutura necessária para abastecer o Nordeste. Especialistas criticam a medida, destacando que a obra prioriza interesses econômicos em detrimento das comunidades vulneráveis.

Colossal Biosciences apresenta filhotes de lobos geneticamente modificados, Romulus, Remus e Khaleesi, que crescem rapidamente, mas enfrentam críticas sobre sua classificação. Clonagem de lobos vermelhos visa aumentar diversidade genética.

O BNDES destina R$ 1 bilhão para a Atlas Renewable Energy construir 11 usinas solares em Minas Gerais, gerando 2.100 empregos e iniciando operações em 2026. O projeto reforça a agenda verde do banco.

O governo Lula vetou 63 trechos do Projeto de Lei do Licenciamento, preservando normas ambientais e direitos de povos indígenas, após críticas de organizações civis. A proposta busca garantir proteção ambiental e segurança jurídica.