Irmãs Marizele e Marisa, da congregação Copiosa Redenção, viralizaram com vídeo de beatbox e dança, atraindo atenção internacional e planos para nova versão da música "Vocação de Amar e Servir".

As irmãs Marizele e Marisa, da congregação Copiosa Redenção, ganharam destaque internacional após um vídeo viral que mostra Marizele fazendo beatbox enquanto Marisa dança. O clipe, que já conta com mais de três milhões de visualizações, foi exibido durante uma entrevista na TV Pai Nosso, em Goiás. O sucesso inesperado levou as freiras a serem mencionadas em veículos de comunicação renomados, como a BBC e a Associated Press.
Em entrevista à revista VEJA, Marizele expressou sua surpresa com a repercussão: “Primeiro, eu fico falando comigo mesmo, que loucura, que loucura, que loucura. Depois, eu começo a perguntar: Senhor, o que o Senhor quer com tudo isso?” Ela acredita que as pessoas buscam autenticidade e alegria, e que o sagrado que representam toca o coração de muitos.
A irmã Marisa também comentou sobre a situação, afirmando que a união das duas foi fundamental para o sucesso: “Precisou estar eu e a irmã Marisa juntas, a dupla dinâmica, para que esse boom acontecesse.” As freiras, que trabalham com jovens em recuperação de vícios, veem a fama como uma oportunidade de transmitir uma mensagem positiva.
O vídeo viralizou ainda mais quando a atriz Viola Davis compartilhou o conteúdo em suas redes sociais, comparando as irmãs com a personagem Mary Clarence, do filme Mudança de Hábito. Essa menção de uma figura tão influente ajudou a ampliar a visibilidade do trabalho das freiras e a mensagem que elas desejam passar.
Com o crescimento da popularidade, as irmãs decidiram lançar uma nova versão da música Vocação de Amar e Servir, que será chamada apenas Vocação. A canção, que contará com o beatbox de Marizele e a participação do DJ Baruch, será disponibilizada no YouTube e em plataformas digitais a partir de 28 de maio.
O impacto positivo que as irmãs estão gerando pode inspirar a sociedade a apoiar iniciativas que promovam a recuperação e o bem-estar de jovens em situação de vulnerabilidade. Projetos como esse merecem ser estimulados, pois podem transformar vidas e trazer esperança para muitos.

Em 2023, o Brasil registra mais de 24 mil estudantes de Medicina em programas de cotas, representando 9% do total, com predominância em instituições públicas. A inclusão social avança, mas a disparidade entre redes persiste.

A Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 1862/24, que institui o Programa Nacional de Combate à Desnutrição Oncológica, visando garantir nutrição adequada a pacientes de baixa renda com câncer. A relatora, deputada Rogéria Santos, destacou que a desnutrição compromete a qualidade de vida e a eficácia dos tratamentos. O programa, que será integrado à Política Nacional de Prevenção e Controle do Câncer, prevê rastreamento e acompanhamento nutricional para pacientes. A proposta ainda precisa passar pelas comissões de Finanças e Tributação, e de Constituição e Justiça, antes de ser votada no Senado.

Cientistas descobriram 697 variações genéticas ligadas à depressão em um estudo com mais de 5 milhões de pessoas de 29 países, incluindo 25% de ascendência não europeia, promovendo avanços na equidade científica. Essa pesquisa, publicada na revista Cell, destaca a importância de incluir diversas etnias para tratamentos mais eficazes.

A Faculdade de Medicina da USP (FMUSP) lançou a plataforma NovaSeq X, um equipamento inovador para sequenciamento genético, que promete acelerar diagnósticos no SUS. Com investimento de R$ 14,5 milhões, a tecnologia permitirá análises mais rápidas e acessíveis, beneficiando pacientes com doenças raras e imunológicas.

Freiras Marisa e Marizele viralizam ao dançar gospel e ensinam passos no programa "Mais Você", usando a música para ajudar na recuperação de dependentes químicos. O vídeo teve 5 milhões de visualizações e foi compartilhado por Viola Davis.

Governo do Distrito Federal intensifica ações contra a violência de gênero com novos programas e campanhas. Secretários se reuniram com a ouvidora do CNJ para fortalecer políticas de proteção às mulheres.